Convite: Galeno Amorim ministra palestra na UFMG

 

Galeno Amorim

No dia 14 de maio, Galeno Amorim marca presença na Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (ECI/UFMG), às 19h, com a palestra Dos tabletes de argila aos eBooks: Uma revolução na palma da mão. O criador do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e atual presidente da Fundação Observatório do Livro e da Leitura questiona, dentre outros pontos, a preparação das escolas e dos profissionais da informação em lidar com a leitura em plataformas digitais.

A vinda de Galeno faz parte da série de comemorações promovidas pelo Conselho Regional de Biblioteconomia 6º Região (CRB-6) em homenagem ao Dia do Bibliotecário, que, em 2015, comemora 50 anos de regulamentação da profissão. Clique aqui e inscreva-se no site do evento!

Toda a programação e cobertura dos eventos você confere em nosso site, www.crb6.org.br.

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Atividades para o público infantojuvenil na Biblioteca Pública do Espírito Santo

Biblioteca Pública do Espírito Santo

Nesta terça-feira (28 de abril), a escritora Silvana Sampaio tem encontro marcado com alunos do 4º ano do Colégio Contec, na Biblioteca Pública do Espírito Santo, onde comanda o projeto “Contar e ouvir histórias”. A ação é o ponto de partida para a II Feira Literária Capixaba, que vai acontecer entre os dias 20 e 24 de maio em Vitória.

No evento, Silvana Sampaio vai contar histórias para o público. São textos de diversos autores, inclusive capixabas. “Vou provocar os presentes para que eles também contem as suas histórias”, declara.

A ação tem como objetivos chamar a atenção para as histórias infantojuvenis e também despertar nesse público o hábito da leitura. Com quatro livros publicados, Silvana Sampaio tem seu trabalho focado nas crianças.

Visita

Os alunos farão, ainda, uma visita à Biblioteca Pública do Espírito Santo, monitorada, com o escritor residente Pedro Nunes e a bibliotecária Rafaela.

Eles vão conhecer as áreas da biblioteca, seus serviços, a importância da leitura e o processo criativo de um escritor. A ação integra o projeto “Semeando a leitura”.

Serviço

Contar e ouvir histórias, com Silvana Sampaio
Data: 28/04, às 15 horas
Local: Biblioteca Pública do Espírito Santo (Avenida João Batista Parra, 165, Praia do Suá/Vitória)

Fonte: Governo do Espírito Santo | Assessoria de Comunicação da Secult Paula Norbim | Erika Piskac | Márcia Almeida

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Bibliotecário capixaba lança livro de poesias

David Rodrigues da Rocha Dissonâncias“Lançando mão de princípios norteadores da grande poesia, o autor nos presenteia com uma poética das coisas simples do cotidiano, da economia das palavras, da brevidade dos versos em que dialoga com a própria fugacidade da vida, quando resvala em sua ânsia de morte.

David, com leveza e simplicidade, toca fundo e afronta a forma rígida de um mundo cada vez mais intolerante e apresenta a face de uma poesia que resiste de maneira irônica, risível, sarcástico e, por vezes, até mesmo previsível no encontro das palavras.

Sua poesia deixa claro que é preciso deitar um novo olhar sobre tudo, sobre o automatismo da vida e dos gestos. Trata-se de uma escrita que vibra e pulsa ainda que seu ímpeto seja de morte. E é dessa maneira que o autor nos convida a (en) cantar os acontecimentos mais singelos e a romper o asfalto feito-feia-flor que não se enverga aos calcanhares duros da indiferença e da farda.” – Luciano dos Santos Cirilo

Valor do livro na pré-venda: R$ 19,90

Para adquirir ou saber mais, clique aqui.

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O calvário dos e-books

Os livros digitais dão sinais de perda de fôlego nos países desenvolvidos e ainda não têm relevância nos negócios das editoras brasileiras

e-books

Em queda: as vendas do Kindle, lançado pela Amazon de Jeff Bezos, despencaram, segundo varejista inglês ( foto: Ben Margot)

Poucos setores ficaram imunes ao avanço da tecnologia digital. A indústria fonográfica, por exemplo, foi a primeira a sentir os efeitos da digitalização, que levou as principais empresas da área quase à bancarrota no início dos anos 2000. A televisão sente os efeitos da internet, com o surgimento de um telespectador que quer assistir o que quer, na hora que desejar e no dispositivo que for mais conveniente. A Netflix é o grande expoente dessa nova era. Diante disso, muitos viram no Kindle, lançado em 2007, o começo do fim do livro impresso.

O aparelho da Amazon, de Jeff Bezos, tinha tudo para fazer para a indústria editorial o que o iPod fez para o setor musical. Ledo engano. Para surpresa geral, as editoras abraçaram os livros digitais (e-books). E logo descobriram que a margem de lucro das versões digitalizadas era o dobro da tradicional, mesmo com um preço mais baixo. Era um sinal de que a transição, considerada inevitável, do livro de papel para o digital seria feita sem grandes solavancos. Só faltou combinar com o leitor. Nos países desenvolvidos, o livro digital começa a dar sinais da falta de fôlego.

Executivos da maior cadeia de livrarias da Inglaterra, a Waterstone, declarara ao jornal Financial Times que as vendas de Kindle simplesmente desapareceram. A perda de impulso já atingiu a Simon & Schuter, membro do “Big Five”, grupo dos cinco maiores conglomerados do mundo (Penguim Random House, Hachette, HarperCollins e Macmillan completam o time). Subsidiária do grupo de mídia CBS, a S&S registrou queda nas vendas de 3,8%, para US$ 778 milhões. O lucro caiu 5,6%, para US$ 101 milhões. Uma razão para o ano ruim foi a redução no ritmo das vendas digitais.

A fatia diminuiu de 24,4% em 2013 para 23,2% no ano passado. Não se trata de casos isolados. A consultoria americana Gartner aponta que, em 2017, os e-readers como o Kindle venderão 10 milhões de unidades, número 50% menor do que as vendas do ano passado. Com a estagnação, a alternativa é ler e-books nos tablets, que também estão passando por um declínio de vendas, e smartphones. “São aparelhos que dispersam, oferecem opções demais de entretenimento e não são apropriados para a leitura longa”, afirma Eduardo Melo, fundador da consultoria de livros digitais Simplíssimo.

Por que aparelhos como o Kindle enfrentam esse calvário? O rechaço tem a ver com sua função única. O consumidor, ao que tudo indica, quer fazer mais tarefas com uma tela. Isso fez com que as principais empresas do segmento, como Amazon e Kobo, passassem a investir na produção de tablets. Se nos países ricos os e-books patinam, no Brasil, eles nunca deixaram o gueto editorial. Apenas 2% dos R$ 5,3 bilhões faturados com livro no Brasil vêm de ebooks, segundo levantamento da Fipe de 2013 (dado mais recente). A Biblioteca Nacional, por exemplo, expediu 16.564 ISBNs (código de identificação dos livros) para e-books no ano passado, apenas 1% a mais que no ano anterior.

De 2012 para 2013, o crescimento havia sido de 10%. Diversas iniciativas voltadas para e-books foram abandonadas, como o selo Breve Companhia, da Companhia das Letras, empresa da Penguim Random House, que publicava obras inéditas direto na mídia digital. Ela foi descontinuada no fim do ano passado. “No momento, estamos repensando o enfoque”, diz Fabio Uehara, editor de e-books da empresa. “Temos outros lançamentos digitais previstos para este ano.” A fadiga também atinge o varejo. “Crescemos dois dígitos, mas esperava um crescimento muito maior”, afirma Sergio Herz, CEO da Livraria Cultura, que comercializa ebooks e e-readers da Kobo.

“Apesar de ser muito novo, esse mercado já mostra certa saturação”. A japonesa Rakuten, dona da Kobo, ainda é otimista. A empresa aumentou sua aposta nos livros digitais ao comprar a distribuidora de e-books Overdrive por US$ 410 milhões, em março deste ano. Amazon, Saraiva e Livraria Cultura não fornecem dados de vendas no Brasil, mas quem acompanha o setor não vislumbra um grande apelo dos e-readers. “No Brasil a leitura acontece em smartphones”, afirma Tiago Ferro, fundador da E-Galáxia, plataforma de intermediação entre autores e profissionais do mercado editorial a fim de editar e publicar e-books.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

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Gerente do CRB-6 fala sobre livros para o jornal O Tempo

“Estou viciada! O livro é anunciado como uma terapia antiestresse e realmente é. Fico horas envolvida com o passatempo”, conta Fernanda Alvarenga (CRB-6/2220), bibliotecária gerente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6), sobre o livro Jardim Secreto, best-seller que já vendeu mais de 1,4 milhão de cópias e tem levado adultos a resgatar o hábito de colorir.

(Foto: Reprodução/O Tempo)

(Foto: Reprodução/O Tempo)

Clique aqui e confira a matéria completa, publicada dia 12 de abril.

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Projeto Tuboteca arrecada 136 mil livros em dois anos em Curitiba

Bibliotecas foram instaladas nas estações-tubo em 2013, na capital. Índice de arrecadação é 45% maior em relação ao início do projeto.

Tubotecas foram implantadas nas estações-tubo em 2013 em Curitiba (Foto: Divulgação / Prefeitura)

Tubotecas foram implantadas nas estações-tubo em 2013 em Curitiba (Foto: Divulgação / Prefeitura)

O projeto da Tuboteca – bibliotecas instaladas em estações-tubo de Curitiba – completa dois anos nesta terça-feira (31) com 136 mil livros arrecadados. O índice é 45% maior em relação ao primeiro ano do projeto, quando foram arrecadados 55 mil exemplares.

De acordo com a Prefeitura de Curitiba, do total de livros arrecadados, mais de 96 mil foram colocados nas Tubotecas para os usuários do transporte coletivo. O restante foi encaminhado para casas da leitura e bibliotecas especializadas da Fundação Cultural, associações de moradores, presídios, hospitais e bibliotecas comunitárias e rurais. Alguns exemplares em mau estado de conservação foram para reciclagem.

As doações de livros podem ser feitas nas casas da leitura mantidas pela Fundação Cultural ou até mesmo na sede, que fica na Rua Engenheiros Rebouças, 1.732, no bairro Rebouças. As doações também podem ser feitas no Ippuc, localizado na Rua Bom Jesus, 669, no bairro Juvevê ou na sede da Prefeitura, que fica na Avenida Cândido de Abreu, 817, no bairro Centro Cívico.

A coordenadora de literatura da Fundação, Mariane Torres, enfatiza que além de continuar doando é importante que o usuário faça a devolução dos livros. “Para que mais pessoas tenham acesso aos livros é fundamental que os leitores devolvam ou compartilhem com outras pessoas o exemplar que emprestou”.

>> Confira onde estão instaladas as Tubotecas na cidade

Fonte: G1

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Flipoços começa no fim de semana e quer atrair 10 mil turistas para evento

Organização estima que moradores de 70 cidades visitem Poços de Caldas. Festival literário terá nove dias dias programação para todos os públicos.

Flipoços espera atrair turistas de pelo menos 70 municípios vizinhos (Foto: Reprodução/ EPTV)

Flipoços espera atrair turistas de pelo menos 70 municípios vizinhos (Foto: Reprodução/ EPTV)

Localizada a menos de 500 km das capitais Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ) e a cerca de 300 km de São Paulo (SP), Poços de Caldas (MG) deve receber a partir do próximo sábado (25) pelo menos 10 mil turistas devido ao início do Festival Literário da cidade, o Flipoços, que tem duração de nove dias. O festival literário está, segundo a organização, entre os quatro maiores do país. Com acesso gratuito, são esperados visitantes de cerca de 70 cidades do entorno de Poços de Caldas que devem ir à cidade para aproveitar a programação cultural.

Esta é a 10ª edição do evento, que terá mais de 100 palestrantes convidados e 50 mil títulos no Espaço Cultural da Urca. Para realizar o encontro, a organização firmou parcerias com hotéis e restaurantes da cidade para garantir que os visitantes possam ficar bem acomodados. De acordo com a coordenação, há hotéis com preços que variam entre R$ 70 e R$ 350. Além disso, há a opção do alojamento no Complexo Santa Cruz, por R$ 20 a diária. No entanto, o visitante que solicitar reserva deverá incluir roupas de cama e banho em sua bagagem.

“São opções para todos os bolsos. Para quem vem apenas uma noite, ou para quem vai ficar na cidade durante todo o evento”, disse Maíra Carvalho, uma das organizadoras do evento.

Já a alimentação pode ser feita em um café no Flipoços por R$ 20 a refeição. Nos restaurantes no Centro da cidade, além do “Festival Comida di Buteco”, que ocorre ao mesmo tempo que o festival, com pratos típicos a preços acessíveis, os visitantes também podem ter refeições a preços que variam de R$ 12 a R$ 50 o prato.

Programação

Ziraldo é patrono do Flipoços. (Foto: Prefeitura de Maringá)

Ziraldo é patrono do Flipoços. (Foto: Prefeitura de Maringá)

Com a temática “A literatura como resgate da velha infância”, o evento tem neste ano como patrono o escritor infantil Ziraldo. Os homenageados são Tatiana Belinsky, que foi uma das mais importantes escritoras infanto-juvenil do Brasil, tendo publicado mais de 250 títulos e Lygia Braga Westin Romanelli, como a escritora sulfurosa – termo usado para classificar escritos poços-caldenses por causa das águas sulfurosas da cidade.

Na programação, que conta com mais de 100 escritores convidados, estão diversos temas e circuitos. As principais palestras, denominadas como “master” exigem a troca de um livro novo ou usado em bom estado – exceto livros técnicos ou didáticos – por um ingresso.

Neste ano, estarão nas palestras master escritores como Ana Beatriz B. Silva, com o lançamento do livro “Mentes Consumistas”, bem como Luis Erlanger, com o livro “Um Alegre Mergulho no Abismo”, cujo debate será mediado pela atriz Tássia Camargo.

O autor Ignácio de Loyola Brandão irá lançar a obra “Os olhos cegos dos cavalos loucos”. Já a escritora Ana Miranda, lança o livro “Um livro a duas mãos: Cartas de Jurandir Ferreira”.

No ciclo infanto-juvenil, a escritora teen, Thalita Rebouças , faz a palestra “Ler é bacana”. No ciclo da espiritualidade, Monja Cohen fala sobre sabedoria e transformação.

O Flipoços terá ainda encontros de escritores lusitanos e de arte da periferia. O escritor Clóvis de Barros também fará o lançamento do livro “Corrupção: Parceria Degenerativa”, com a necessidade de troca de ingressos. A sobrinha-neta de Tarsila do Amaral também palestra e lança livro sobre a obra da tia na programação do festival.

Outras informações sobre o festival podem ser obtidas pelo site www.flipocos.com

Fonte: G1

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Inauguração da Biblioteca Comunitária Tia Clô, acontece em Belo Horizonte

Biblioteca Comunitária Tia Clô

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Desenvolvimento de coleções

Por Givanilda Maria

No intuito de orientar o crescimento do acervo, o Desenvolvimento de Coleções surge como um processo pelo qual toda biblioteca passa para a sua atualização, de maneira equilibrada, estabelecendo quais são as prioridades de aquisições, de materiais para descarte ou desbaste.

Vale lembrar que cada instituição tem suas políticas para desenvolvimento de coleções e seu devido seguimento como biblioteca. Por exemplo, uma biblioteca universitária, precisa ter o acervo em acordo com os cursos que ela oferece, seguindo as diretrizes do Ministério da Educação. Uma biblioteca escolar, precisa ser formada com base na grade curricular, e com ajuda do corpo pedagógico. Esse conjunto de orientações servem para que o Bibliotecário, faça um diagnóstico do seu acervo, antes de começar comprar ou descartar algum material.

Com esses dados é possível saber o estado físico, se algum título tem exemplares demais, quais não estão sendo utilizados, quais áreas que possuem menos títulos, e os materiais que podem ser desbastados.

Nesse processo também não podemos esquecer das doações. Sempre devemos deixar o doador ciente, de que esses livros serão utilizados conforme a relevância do seu conteúdo, e que a sua seleção é de competência do bibliotecário. O desbaste também é um processo importante. Com esse procedimento abrimos espaço no acervo sem nos desfazermos dos materiais. Vamos lembrar o que é desbaste? Desbastamento – Consiste na retirada de documentos pouco utilizados pelos usuários, de uma coleção de uso frequente para outros locais Levando em conta todas essas diretrizes, vemos como é importante o desenvolvimento de coleções, e que implica diretamente na qualidade dos materiais que a sua biblioteca oferece para os usuários. Não esquecendo que trabalhamos sempre para melhor atender as necessidades do usuário.

Fonte: Vértice Books

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Participe do treinamento e capacitação em coaching

Treinamento e Capacitação em Coaching

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