No Espírito Santo, projeto Viagem pela Literatura participa da 1ª Feira da Gentileza em Santo Antônio

Muitas histórias, diversão e uma viagem pelo mundo lúdico da literatura. É isso que o público vai encontrar nas atividades do projeto Viagem pela Literatura neste sábado (2), das 14 às 17 horas. A atividade desembarca na programação da 1ª Feira da Gentileza, na praça da Bandeira, em Santo Antônio.

Sandra Freitas e outras integrantes do Grupo Chão de Letras vão contar histórias para a garotada (Foto: Divulgação Semc)

Sandra Freitas e outras integrantes do Grupo Chão de Letras vão contar histórias para a garotada (Foto: Divulgação Semc)

A programação começa com a ação Leitura na Praça, na qual o público terá a oportunidade de ler gibis, jornais e revistas. Outra atividade será a Troca de Livros e Gibis, em que as pessoas podem levar um exemplar de livro – não didático – e em bom estado de conservação e trocar por outro que ainda não leram.

Logo depois, Alzira Bossois, Marcia Castro, Sandra Freitas e Tiana Magalhães, integrantes do Grupo de Contadores de Histórias Chão de Letras, grupo que surgiu a partir das oficinas e cursos do projeto Viagem pela Literatura, realizam a atividade Contação de Histórias.

Diversão está garantida para os pequenos durante as atividades do Viagem pela Literatura (Foto: Divulgação Semc)

Diversão está garantida para os pequenos durante as atividades do Viagem pela Literatura (Foto: Divulgação Semc)

Entre as histórias narradas, estão “O boi a vaca e o bolo”, de Bellah Leite Cordeiro, “O grande rabanete”, de Tatiana Belinki, “A casa sonolenta”, de Audrey Wood, “O sapo da lagoa”, de José Thomaz Filho, entre outras.

A programação também conta com o “Bate-papo e dicas sobre elaboração de projetos culturais”, com a facilitadora cultural Rosa Rasuck.

Viagem pela Literatura

O projeto Viagem pela Literatura, uma iniciativa da Biblioteca Municipal Adelpho Poli Monjardim, tem como objetivo incentivar a prática da leitura por meio de atividades desenvolvidas por atores, escritores e contadores de histórias, proporcionando o acesso ao livro de forma lúdica e contribuindo para a construção de cidadãos.

Serviço

Viagem pela Literatura – 1ª Feira da Gentileza
Quando: sábado (2), das 14 às 17 horas
Onde: praça da Bandeira, Santo Antônio
Aberto ao público

Fonte: Prefeitura de Vitória

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Na UFOP, multas por atraso na devolução de livros podem ser quitadas com agasalhos

As peças podem ser usadas desde que estejam em bom estado Durante o período de 01 de julho a 20 de julho, todas as multas por atraso pendentes nas bibliotecas da UFOP poderão ser quitadas através de doações de itens como agasalhos, cobertores e acessórios. Esta campanha tem o objetivo de ajudar as instituições carentes que passam por dificuldades durante o período de inverno. Em contrapartida os usuários que estão em débito com as bibliotecas do SISBIN terão oportunidade de quitar suas dívidas e ser solidários com a comunidade de Ouro Preto, Mariana e João Monlevade.

Para participar, o usuário deverá comparecer à Biblioteca de sua unidade, portando a carteirinha para que o cálculo do valor seja feito. As peças podem ser usadas ou não, desde que estejam em bom estado de conservação.

Confira o quadro com os itens correspondentes a cada valor de multa:

UFOP

No entanto, a campanha está aberta para todos que queiram colaborar. Todas as doações serão muito bem-vindas!

Os itens arrecadados serão entregues para as seguintes instituições:

Em Ouro Preto:

APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais/OP

Lar São Vicente de Paulo de Ouro Preto

Em Mariana:

Lar Comunitário Santa Maria

CRAS / MARIANA

Em João Monlevade:

APAE

Fundação Crê-Ser

Informações: (31)3559-1501 no SISBIN ou em qualquer biblioteca da UFOP

Fonte: UFOP

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eDOC MG 2016 já tem data marcada. Agende-se!

eDOC MG 2016

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Belo Horizonte recebe oficina de reforma, reparo e higienização de livros

Oficina de Reforma, Reparo e Higienização de Livros

Aprenda esta arte artesanal em um curso profissionalizante, no qual o aluno poderá atender bibliotecas, sebos e o público em geral, ou mesmo utilizar os conhecimentos adquiridos em seus próprios livros!

A oficina é ministrada pela professora Fátima Regina, que atua há 12 anos na área.

O objetivo é colaborar para a interrupção dos processos de deterioração, conferindo estabilidade e longevidade aos livros, recuperando sua integridade e reformando a sua estrutura física com ensinamentos práticos de pequenos e grandes reparos (limpeza interna e externa, novas capas, costuras e colagens), com apostila ilustrativa e utilização de alguns materiais recicláveis, para que este livro se torne viável novamente para a sua leitura e continuação como um bem cultural.

Turma 1: de 11 a 15 de julho de 2016, 18:00 às 22:00.
Turma 2: de 08 a 12 de agosto de 2016, 14:00 às 18:00.

Centro de Referência da Moda
Rua da Bahia, 1.149 – Centro
Belo Horizonte – MG
E-mail: farresilva@yahoo.com.br
Telefone: (31)99624-8843

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Tradição e excelência

Há mais de cem anos, a rede de bibliotecas do Colégio Santa Maria promove atividades para o fomento à leitura

A fundação da primeira biblioteca do Colégio Santa Maria ocorreu com a inauguração da própria instituição de ensino, em 1903. De lá pra cá, a rede tem honrado seu compromisso com a educação, disponibilizando aos alunos o equipamento em todas as unidades. O acervo é composto por livros, enciclopédias, revistas, almanaques, CDs, DVDs e até as antigas fitas cassetes. Atualmente, a rede de bibliotecas possui mais de 160.000 materiais, abrangendo diversas áreas do conhecimento. Também conta com um acervo em espanhol, que está alocado na unidade do Colégio Espanhol Santa Maria Cidade Nova.

Rede de bibliotecas do Colégio Santa Maria promove o acesso à cultura e lazer (Foto: Divulgação)

Rede de bibliotecas do Colégio Santa Maria promove o acesso à cultura e lazer (Foto: Divulgação)

“Para garantir a qualidade dos serviços informacionais prestados, a gestão de cada biblioteca do Colégio Santa Maria é realizada por uma bibliotecária graduada” afirma o bibliotecário da rede de bibliotecas do colégio, Maurício Amormino (CRB-6/2422). O sistema tem oito profissionais da área e aproximadamente 20 auxiliares. Além disso, a instituição conta com a Coordenação de Bibliotecas, com dois bibliotecários que fazem a gestão da rede.

Os equipamentos são abertos a todos os alunos, professores, funcionários, e a visita de pais e responsáveis. Durante o ano, as bibliotecárias, com o apoio da Coordenação, realizam vários eventos, tais como atividades de promoção da leitura, exposições, murais informativos e aulas de introdução à normalização bibliográfica. “Sempre que possível, buscamos temas tratados em sala de aula. O mais tradicional de nossos eventos é realizado no mês de outubro, quando comemoramos a Semana do Livro e da Biblioteca. Ano passado o tema foi Brincandoteca, com objetivo de resgatar as brincadeiras de roda e os jogos de antigamente”, conta o bibliotecário.

Maurício Amormino é o bibliotecário responsável pela Coordenação de Bibliotecas do Colégio Santa Maria (Foto: Divulgação)

Maurício Amormino é o bibliotecário responsável pela Coordenação de Bibliotecas do Colégio Santa Maria (Foto: Divulgação)

Maurício acredita que além dos benefícios específicos que cada tema carrega, esses eventos promovidos durante o ano são de extrema importância para criar uma biblioteca próxima dos alunos. “Uma biblioteca confidente, que propicia a alegria da descoberta e do saber que predomina sobre o silêncio”, completa.

As bibliotecas do colégio são completamente informatizadas, com a utilização do software Pergamum para a gestão dos serviços. A instituição possui, ainda, um serviço de malote que permite a integração do acervo das unidades e facilita o empréstimo entre os equipamentos.

Serviço
Coordenação de Bibliotecas do Colégio Santa Maria
Bibliotecário: Maurício Amormino Júnior (CRB-6/2422)
Endereço: Rua Lindolfo de Azevedo, 345 – Nova Suíça
Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, de 7h às 16h
Telefone: (31) 3319-3443
Site: www.santamaria.pucminas.br/biblioteca

*As bibliotecas do Colégio Santa Maria funcionam de segunda a sexta, das 7h às 18h, exceto a biblioteca do Colégio Espanhol Santa Maria Cidade Nova, que funciona das 7h às 18h30.

Bibliotecas modelo
O Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) tem divulgado diversas bibliotecas dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Essas instituições se destacam por seus projetos de inclusão social e incentivo à leitura. Confira aqui as bibliotecas escolares que já foram matérias nas redes do Conselho.

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Game of Thrones: cena de Sam na biblioteca guarda segredo antigo da série

ATENÇÃO: O texto a seguir contém spoilers!

Game of Thrones

No episódio “The Winds of Winter” (06×10), o personagem Sam Tarly foi levado a uma gigantesca biblioteca na Cidadela, onde os maesters, guardiões da sabedoria de Westeros, são treinados. A rápida cena contém um segredo bacana da série: a primeira aparição do dispositivo que temos visto desde a primeira temporada na abertura.

Game of Thrones

Girando em torno do sol do mapa que aparece na abertura, esse instrumento parecido com o astrolábio de múltiplas “abas” tem partes da história de Westeros gravadas nele. Veja foto e vídeo, em inglês, com a cena mais a seguir.

Fonte: Observatório do Cinema | Caio Coletti

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Pode chegar: sem patrocinadores, centros culturais dão vazão à arte em BH

Belo Horizonte tem espaços culturais de grande porte, financiados por grandes instituições ou pelo poder público, mas somente eles não dão conta de dar vazão à rica produção da cidade. Muito da atividade artística independente encontra abrigo nos vários espaços culturais independentes da capital.

Casa Aberta – Luan Nobat, Luísa Gontijo e Ana Caroline Barreto estão à frente da gestão cultural do IDEA, espaço cultural equipado com auditório, biblioteca, sala multiuso e sala de aula (Foto: Casa Aberta – Luan Nobat, Luísa Gontijo e Ana Caroline Barreto estão à frente da gestão cultural do IDEA, espaço cultural equipado com auditório, biblioteca, sala multiuso e sala de aula)

Casa Aberta – Luan Nobat, Luísa Gontijo e Ana Caroline Barreto estão à frente da gestão cultural do IDEA, espaço cultural equipado com auditório, biblioteca, sala multiuso e sala de aula (Foto: Casa Aberta – Luan Nobat, Luísa Gontijo e Ana Caroline Barreto estão à frente da gestão cultural do IDEA, espaço cultural equipado com auditório, biblioteca, sala multiuso e sala de aula)

Mas como é possível manter um espaço em funcionamento, tendo de pagar aluguel, funcionários e manutenção? Com criatividade, boa vontade e amor pela iniciativa, especialmente. As estratégias são as mais diversificadas.

Localizado em um casarão com mais de cem anos na rua Bernardo Guimarães, o IDEA Espaço Cultural nasceu, há um ano, do desejo da pesquisadora Maria Inês Marreco em conciliar, em um mesmo espaço, editora, biblioteca e auditório para eventos que evidenciam o conhecimento.

Desde o início do ano, ela passou a contar com uma programação transversal e variada, trabalhada por três jovens: Luan Nobat, Luisa Gontijo e Ana Caroline Barreto. Por semana, são três ou quatro eventos feitos no local, que passam por música, debate, cinema, artes visuais e teatro.

O carro-chefe é o projeto “IDEA em Pauta”, um minifestival mensal em que um tema que está na pauta do dia inspira diferentes atividades, como mesa de debates, exposição, show etc.

“Para a mesa de debates, convidamos pessoas do movimento político, da academia, artistas, para pluralizar o máximo possível e ampliar os debates”, diz o músico Luan Nobat, reforçando que toda a programação conta com momentos de discussão e reflexão.

Sustentabilidade

Para que a casa seja sustentável, o espaço é alugado para palestrantes e interessados em realizar cursos. Toda a programação é desenvolvida para um mínimo de gastos, contando com parcerias.

Os gestores estão em busca de investidores e recursos via leis de incentivo, mas fazem questão de trabalhar a formação de público antes da parceria com um patrocinador. “A grade é importante para que um possível patrocinador veja que a casa está fervilhando, que a programação está acontecendo. Temos muitos eventos e isso gera público e mídia”, afirma Luísa Gontijo.

Espaços vão além da proposta inicial e se abrem a artistas

Quando o Teatro Espanca! foi criado na rua Aarão Reis, há seis anos, o grupo de teatro tinha patrocínio da Petrobras. O patrocinador saiu de cena dois anos depois, mas o espaço permaneceu, se tornando uma das principais referências culturais do hipercentro. Os próprios atores fazem a produção do local e dão conta de mantê-lo – boa parte do dinheiro que entra para o grupo é investido ali.

Além de ser espaço de experimentação e apresentação do próprio Espanca! e de grupos parceiros, passou a ser lugar de ocupação para as mais diferentes formas de arte, escolhidas via edital informal.

“Depois de um tempo, entendemos que esse espaço tinha uma propensão maior como centro cultural do que um teatro. Começamos a abrigar propostas artísticas da cidade que nem nós conhecíamos”, afirma Aline Vila Real, integrante do grupo Espanca!.

Para o público – Teatro Espanca! exibe filmes na fachada e ganha atenção de transeuntes do centro da cidade (Foto: Gabriel Andres Caram / Divulgação )

Para o público – Teatro Espanca! exibe filmes na fachada e ganha atenção de transeuntes do centro da cidade (Foto: Gabriel Andres Caram / Divulgação )

O importante é que o espaço não se tornou somente referência para os artistas da cidade, como também para os transeuntes da região da Praça da Estação. “Temos o ‘Cinema de Fachada’, em que exibimos filmes na porta do teatro. É interessante que atinge o pessoal que está no ponto de ônibus. Já vimos gente puxando a cadeira para assistir em frente ao telão”, conta Aline, completando que, neste ano, o projeto passou a exibir produções locais.

Há ainda parcerias com outros centros culturais. O Lá da Favelinha, localizado no Aglomerado da Serra, todo mês leva um evento ao Teatro Espanca!. Por sinal, é lá que acontecerá a estreia do primeiro espetáculo que está sendo produzido pelo Lá da Favelinha.

Fins de semana

O bairro Mangabeiras também passou a ter um centro cultural há dois anos, quando foi criado o ECA – Espaço de Cultura e Arte. Durante a semana, a casa é aberta a cursos de música, línguas e fotografia, além de abrigar um ateliê de artes e um escritório de design.

Mas aos finais de semana, as portas são abertas para eventos artísticos, especialmente apresentações musicais. A intenção dos proprietários é oferecer um quê a mais: quem chega para um show, também pode degustar uma gastronomia diferenciada e um vinho.

“Já fizemos eventos muito variados, praticamente todo sábado tem alguma coisa. Fizemos exposições, lançamento de DVD, exibição de cinema mudo com trilha ao vivo e muitos shows. Muitos artistas nos procuram, mas não conseguimos atender a todos”, conta o pianista Ricardo Matozinho, sócio-proprietário do espaço. “Os eventos não dão retorno financeiro, mas fazemos para dar oportunidade aos artistas”.

Benfeitoria contribui para movimentação da rua Sapucaí

A rua Sapucaí tem sido um dos pontos mais cultuados pela juventude belo-horizontina e a Benfeitoria é um dos motivos para isso. Aberto há um ano e meio, o espaço cultural funciona de quarta a sábado e está aberto a eventos das mais diferentes naturezas: shows, lançamentos de livros, feiras de produtos artesanais, etc.

Na verdade, cada dia da semana se tornou temático por lá. Na quarta, há exibição de filmes, com direito a pipoca. Além de clássicos do cinema, as escolhas focam a produção local. As escolhas são feitas por meio de enquetes em redes sociais.

Às quintas, acontecem eventos de porte pequeno, como shows intimistas e lançamentos de produtos, enquanto às sextas, o foco é o happy hour.

O sábado é o dia mais especial dentro da programação da Benfeitoria, porque pode envolver atividades ao longo do dia, com direito a almoço, roda de samba ou uma feira – para cada semana, há uma ideia.

Espaço público – Aos sábados, o público aproveita a programação da Benfeitoria e curte o parklet da rua Sapucaí (Foto: Magemonteiro / Divulgação)

Espaço público – Aos sábados, o público aproveita a programação da Benfeitoria e curte o parklet da rua Sapucaí (Foto: Magemonteiro / Divulgação)

É o momento em que os clientes aproveitam para ocupar a rua Sapucaí com maior tranquilidade e curtir a vista para a Praça da Estação. “Sábado é um dia em que podemos ter uma atividade mais festiva”, diz Jordana Menezes, sócia-proprietária da Benfeitoria.

Uma novidade da casa esta semana é a estreia de um espaço no mezanino do galpão. Houve uma reforma do espaço e um jardim está sendo criado em um ambiente externo novo, com direito a teto retrátil.

Compartilhamento

Jordana diz que a Benfeitoria ainda não dá lucro, mas já é sustentável, mesmo com um preço justo pela comida e bebida vendida. Tanto que cada um dos três sócios mantêm seus empregos.

O espaço passou a ser mais sustentável quando o trio decidiu transformá-lo em um espaço de coworking no momento em que a Benfeitoria não era utilizada – ou seja, durante o dia, de segunda a sexta.

Várias empresas ligadas à economia criativa aderiram ao projeto Benfeitores em Rede e passaram a usar o espaço do centro cultural. “Isso foi muito importante para dar um gás na produção do espaço. Acaba que todo mundo participa de alguma forma”, diz.

Consciência

Tanto Jordana quanto vários entrevistados para essa reportagem são unânimes em apontar um fator importante para que os espaços culturais sejam viáveis e sustentáveis: todos devem aprender que é imprescindível pagar pela cultura.

“Temos que promover uma reflexão sobre o valor da cultura. Tem gente que tem dificuldade de entender que pagar para um show, por uma roda de conversa, é importante para conseguirmos movimentar a economia de forma sustentável para todo mundo”.

Fonte: Hoje em Dia | Cinthya Oliveira

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Confira a programação do Cozinhando com Palavras

Cozinhando com Palavras

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CRB-6 reúne-se com Colégio Tiradentes

Para promover a valorização profissional, CRB-6 reúne-se com membros do Colégio Tiradentes para tratar da obrigatoriedade de bibliotecários na rede de ensino

Representantes do CRB-6 e do Colégio Tiradentes

Representantes do CRB-6 e do Colégio Tiradentes

No dia 14 de junho, a presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) Mariza Martins Coelho (CRB-6/1637) e o bibliotecário fiscal Lúcio Tannure (CRB-6/2266) estiveram no Colégio Tiradentes de Belo Horizonte, com o cel. Alfredo José Alves Veloso e o cel. Márcio de Ares da Silva, para uma reunião que tratou da obrigatoriedade de bibliotecários na rede de ensino da instituição.

O cel. Veloso relatou que será enviado um ofício solicitando ao Governo do Estado de Minas Gerais a contratação dos dois analistas de gestão com formação em Biblioteconomia, aprovados no último concurso público realizado. Para ele as ações do Conselho fortalecem a necessidade de efetivar a atuação desses profissionais na área.

Foi relatado também que a Polícia Militar (PM) possui, atualmente, 24 unidades escolares, e que os bibliotecários lotados na coordenação da PM serão responsáveis pela coordenação e estruturação de todas as bibliotecas. A contratação de profissionais capacitados nas escolas somente é possível com a alteração da legislação. Negociações já estão sendo realizadas com a Secretária de Educação do Estado de Minas Gerais (SEE-MG).

O cel. Veloso convidou o CRB-6 para participar da elaboração da Instrução Anual da PM, referente à contratação, via designação de profissionais, para atuarem nas escolas.

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Nova diretoria da Câmara Mineira do Livro é eleita por aclamação

Alexandre Machado, Jose de Alencar Mayrink, Rosana de Mont’Alverne, Zulmar Wernke, Heloísa Reis e Rafael Borges (Foto: Reprodução/RHJ)

Alexandre Machado, Jose de Alencar Mayrink, Rosana de Mont’Alverne, Zulmar Wernke, Heloísa Reis e Rafael Borges (Foto: Reprodução/RHJ)

Foi realizada na tarde desta segunda-feira, 27 de junho, na sede da Câmara Mineira do Livro (CML), a eleição da nova diretoria que será responsável pela condução da CML até 2018. A única chapa inscrita foi reeleita por aclamação e é composta por:

Presidente: Rosana de Mont’Alverne (Aletria Editora)
Vice-Presidente: Alencar Perdigão (Livraria Quixote)
Primeiro Tesoureiro: Maria Mazarello Rodrigues (Mazza Edições)
Segundo Tesoureiro: Ângela Ribeiro (Grupo Autêntica)
Secretário: Alexandre Machado (Editora Miguilim e Boa Viagem Distribuidora)

Conselho Fiscal:
Heloísa Reis (Clássica Distribuidora)
José de Alencar Mayrink (Editora Lê)
Zulmar Wernke (Editora Vozes)

2014-2016

Durante a vigência do mandato anterior, que marcou os 45 anos de aniversário da entidade, a CML realizou duas edições da Bienal do Livro de Minas Gerais, apoiou diversos eventos no interior de Minas Gerais como Flipoços, Salão do Livro do Vale do Aço, FLIARAXÁ, Bienal do Livro de Juiz de Fora, ELICER, Bienal do livro de Contagem, Festa Literária de Divinópolis, Festa literária de Sabará e outros eventos; entregou acervo para as bibliotecas de Cambuquira e São João de Alegre parte do projeto Bibliominas; publicou o “O Livro em Minas Gerais: uma pesquisa por regiões sobre o comportamento do leitor: o que se lê, o que se produz”; lançou o novo site e revitalizou a marca da entidade.

Expectativas para 2016-2018

Uma das principais expectativas da nova diretoria é que a CML continue apoiando eventos literários. Segundo Alexandro Machado, secretário reeleito, “Captar recursos para manutenção da CML e realizar eventos literários que provam a leitura”, são os dois principais pontos para os próximos anos. Harmonizando com esse sentimento, Heloísa Reis, reeleita para o conselho fiscal o que a CML deve fazer nos próximos meses é “continuar promovendo as feiras literárias e a democratização do acesso ao livro. E reativar a escola do livro para captação dos profissionais para o mercado editorial.”.

Fonte: CML

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Booktubers conquistam público e mercado literário

É possível criar canais no YouTube sobre tudo: gastronomia, games, cinema… mas existe um tipo de produção de vídeo que tem ganhado uma crescente atenção especial por parte dos internautas e do mercado publicitário: o de crítica literária. Os booktubers (como são chamados os youtubers que falam sobre literatura) não têm milhões de seguidores como os gamers, mas seu público é extremamente diferenciado e as editoras já compreenderam isso.

No papel – Os booktubers e escritores Pam Gonçalves, Bel Rodrigues, Hugo Francioni e Pedro Pedreira, durante o lançamento do livro “Amor nos Tempos de #Likes”, no Rio de Janeiro (Foto: Roberto Filho/Divulgação / N/A)

No papel – Os booktubers e escritores Pam Gonçalves, Bel Rodrigues, Hugo Francioni e Pedro Pedreira, durante o lançamento do livro “Amor nos Tempos de #Likes”, no Rio de Janeiro (Foto: Roberto Filho/Divulgação / N/A)

Tanto que as empresas passaram a procurar por esses jovens e lhes propor contratos e parcerias. Normalmente funciona assim: a editora paga o youtuber para ler um livro (a ser escolhido dentro de uma lista) e comentá-lo em um vídeo. O contrato é pela leitura, não garante elogios. “Alguns vídeos são patrocinados por autores nacionais, mas todos têm ciência de que a minha opinião não é vendida, mas, sim, o espaço no canal”, explica a capixaba Juliana Cirqueira, 26 anos, dona do canal Nuvem Literária, com mais de 44.900 inscritos.

Victor Almeida - Jovem de Londrina, no Paraná, é dono do canal Geek Freak, dedicado à cultura pop, especialmente literatura para jovens e animes (Foto: Divulgação)

Victor Almeida – Jovem de Londrina, no Paraná, é dono do canal Geek Freak, dedicado à cultura pop, especialmente literatura para jovens e animes (Foto: Divulgação)

De acordo com Ana Lima, editora do selo Galera, da Record, os booktubers transformaram o mercado infantojuvenil. “O livro jovem não tem espaço na mídia tradicional, sempre foi o patinho feio da literatura. Vende muito, mas ninguém fala no assunto. Para mim foi ótimo, porque a opinião dos youtubers vale mais para nosso público do que a mídia tradicional”, explica.

Juliana Cerqueira - Ela deixou de dar aulas de inglês para se dedicar completamente ao canal em que fala de livros variados (Foto: Divulgação)

Juliana Cerqueira – Ela deixou de dar aulas de inglês para se dedicar completamente ao canal em que fala de livros variados (Foto: Divulgação)

Haja tempo

O paranaense Victor Almeida, de 23 anos, há dois anos deu início ao seu canal Geek Freak, que hoje tem mais de 55.600 inscritos. Ele já chegou a receber 30 livros em um mês, mas teve de limitar a sua leitura e os contatos com as editoras. “Muitas vezes você recebe livros que não te interessam e aquilo fica acumulando na sua casa”, diz o youtuber, que prefere literatura jovem.

Designer gráfico e funcionário público, o rapaz une a vida de youtuber com dois empregos. E falar sobre livro não é fácil: tem que ter tempo para ler os livros, gravar os comentários e editar os vídeos. Mas ele garante que fez muitos amigos com essa iniciativa. “A comunidade de booktubers é muito unida. Quando você faz um canal, conhece muita gente. De tempos em tempos, fazemos encontros entre youtubers e fãs. Teve uma vez em que reunimos 500 pessoas”, conta Victor.

Amor nos Tempos de #Likes

A editora Galera decidiu investir nos booktubers como escritores. Tanto que acaba de lançar “Amor nos Tempos de #Likes”, feito por quatro catarinenses de três canais: Pam Gonçalves (180 mil seguidores), Bel Rodrigues (108 mil inscritos) e o casal Hugo Francioni e Pedro Pedreira, do canal Pedrugo (69 mil seguidores).

“No começo do ano eu escrevi o conto e agora acabo de terminar o meu livro solo que será lançado no segundo semestre. Quem olha de fora não percebe como é todo esse processo. São pontos minuciosos para se trabalhar e tomar um cuidado extremo”, diz Pam Gonçalves, que prefere não ter parcerias com editoras para não ter que ler por obrigação.

“Já tive metas, mas eu não funciono muito bem com obrigação de leitura. Eu leio por prazer, sempre amei ler. A partir do momento que gera um estresse para cumprir metas de leitura, o bloqueio vem e eu não consigo mais me concentrar em nada”, diz a youtuber, que tem de separar um ou dois dias para as gravações e outro para a edição dentro de sua rotina.

Sem obrigação

A pressão é tão grande que Pedro e Hugo decidiram parar de resenhar livros para o canal, mudando-o de Estante Geek para Pedrugo. Hoje preferem falar de temas leves, gostos pessoais e relacionamento. “Como não postamos mais resenhas no canal, tenho lido apenas o que realmente me interessa. Acho que essa decisão foi boa, pois tirou aquele peso de ler algo por obrigação”, diz Hugo.

“Acho que a leitura nunca deve ser uma obrigação. É muito perceptível quando um influenciador fala sobre um livro por falar e quando ele fala por realmente ter gostado da obra”, completa Pedro. Já Bel Rodrigues tem a meta pessoal de leitura de quatro a cinco livros por mês. Se alguém a procura para uma parceria, ela conversa bastante antes de fechar contrato, para saber de antemão se a leitura será prazerosa.

E ela garante que dá tempo de ler tudo isso e se dedicar aos vídeos. “Costumo dizer que não tenho uma rotina certa. O que eu faço todos os dias é ler, mesmo que um pouco, e escrever. Meu dia não está completo se eu não faço essas duas coisas. Sempre gravo de madrugada e tenho um cronograma para pelo menos mais um mês de vídeos”, afirma Bel, completando que está realizando um sonho de infância ao ver sua produção ser publicada em livro de papel.

Fonte: Hoje em Dia | Cinthya Oliveira

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Biblioteca Pública de Vitória é reaberta com mais de 17 mil títulos

Entre os destaques da biblioteca está um espaço inteiramente voltado para a literatura produzida no Espírito Santo, com uma diversidade de autores e gêneros

Biblioteca Municipal ganhou uma sede própria Foto: Prefeitura de Vitória - Diego Alves

Biblioteca Municipal ganhou uma sede própria (Foto: Prefeitura de Vitória/Diego Alves)

Poesia e música. Foi esse o tom da noite de reabertura da Biblioteca Municipal de Vitória, que aconteceu nesta sexta-feira (24), na nova sede do espaço, no Casarão Cerqueira Lima, na Cidade Alta. O prefeito de Vitória, Luciano Rezende, destacou a importância da literatura e da educação para a formação dos cidadãos.

“Esse carinho pelos livros, pela literatura e pela educação permanece. A educação transforma e o conhecimento liberta. Não há arma mais poderosa para dar asas ao ser humano e dar a ele a oportunidade de decidir o seu destino com liberdade e total autonomia do que a educação”, disse.

O secretário municipal de Cultura, Francisco Grijó, lembrou que a biblioteca é um espaço que deve ser ocupado pelos moradores da cidade. “Para todos vocês que quiserem ter uma relação de inteligência, de conhecimento e de amor pelos livros, a biblioteca está aí para proporcionar isso. Eu estou muito emocionado, não só por conta da reabertura, mas por estar fazendo algo que eu acho fundamental para a cidade, que é a biblioteca ter sua sede própria. Se eu fosse um livro, eu adoraria estar aqui”.

Também participaram da solenidade Ester Abreu, que é presidente da Academia Feminina Espírito-Santense de Letras, além de escritores, artistas, estudantes e público em geral.

Música e poesia

O coral experimental Vale Música emocionou o público ao executar clássicos da música brasileira, como “Chove Chuva”, de Jorge Benjor, e “Samba do Arnesto”, de Adoniran Barbosa. Na sequência, as escritoras Aline Dias, Lilian Menenguci e Maria do Carmo Schneider fizeram um recital de poesias e deram uma breve demonstração de como a literatura produzida no Estado por mulheres se faz interessante e criativa.

Biblioteca

A Biblioteca Municipal Adelpho Poli Monjardim estava funcionando na antiga sede da Secretaria Municipal de Cultura (Semc), na rua 23 de Maio, no Centro. Agora, o histórico Casarão Cerqueira Lima, na Cidade Alta, vai abrigar o acervo de 17 mil títulos.

No espaço, é possível consultar livros, jornais e revistas, além da locação das obras disponíveis no acervo. Entre os destaques, está um espaço inteiramente voltado para a literatura produzida no Espírito Santo, com uma diversidade de autores e gêneros, uma ampla coleção de obras infantis e infantojuvenis, além de grandes nomes da literatura nacional e internacional.

O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 12 às 19 horas. Para outras informações basta ligar para o número (27)3381-6925.

>> Leia mais sobre a Biblioteca Municipal Adelpho Poli Monjardim aqui

Fonte: Folha Vitória

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