Convite CFB e CRB-6

Seminário Regional Bibliotecas Escolares e Públicas 01

Seminário Regional Bibliotecas Escolares e Públicas 02

Seminário Regional Bibliotecas Escolares e Públicas 03

 

 

Posted in Eventos | Deixe um comentário

BIBLIOTECA ESCOLAR: Conheça a biblioteca do Colégio Sagrado Coração de Maria

A Biblioteca Mère Maria de Aquino, do Colégio Sagrado Coração de Maria, em Belo Horizonte, conta com um acervo de aproximadamente 17 mil exemplares e inclui, além das obras literárias, um rico conjunto de enciclopédias e periódicos para pesquisas.

O atendimento é oferecido desde o Maternal II, com crianças a partir de dois anos, até o terceiro ano do Ensino Médio. Estudantes do programa Educação de Jovens e Adultos (EJA) também podem usufruir da biblioteca.

No decorrer do ano, o espaço realiza algumas atividades para incentivar a leitura e o uso da biblioteca, como a Feira Literária, a Semana do Livro na Biblioteca, o Projeto Leitor Destaque, a Semana do Folclore, entre outros.

NOTA 1.1 (Small)

NOTA 1.2 (Small)

A Feira Literária é realizada durante três dias com atividades culturais para o incentivo à leitura, como oficinas e contação de histórias. Há também venda de livros para toda a comunidade educativa. Já a Semana do Livro consiste em uma programação para os alunos do Maternal II até o quinto ano do Ensino Fundamental. Geralmente, esse evento é realizado durante as datas comemorativas do livro, em abril.

O Projeto Leitor Destaque é uma iniciativa que visa a premiar, com livros literários, os estudantes que mais leram durante o ano. A Semana do Folclore na Biblioteca é destinada à realização de atividades que valorizam e mostram para os alunos a importância do folclore brasileiro, comemorado no dia 22 de agosto.

NOTA 1.3 (Small)

De acordo com Lívia de Barros Souza (CRB-6/2874), bibliotecária do Colégio, “a intenção é ampliar ainda mais o quadro de atividades oferecidas pela Biblioteca a partir do próximo ano”. Ela ainda enfatiza que todas as ações pensadas e executadas pela Mère Maria de Aquino são possíveis graças ao trabalho em conjunto com professores e coordenadores.

 NOTA 1.4 (Small)

Bibliotecas Escolares

O Conselho Regional de Biblioteconomia 6º Região (CRB-6), por meio de sua Comissão da Biblioteca Escolar, coordenada pela bibliotecária Sindier Antônia (CRB-6/1542), está divulgando no Boletim Eletrônico relatos de escolas mineiras e capixabas que se destacam pelas suas bibliotecas. Essa é mais uma forma de promover a valorização dos bibliotecários e bibliotecas escolares, bem como as instituições educacionais que nelas investem.

Confira aqui a nossa nota anterior sobre esse tema e indique também uma biblioteca escolar de destaque para que o CRB-6 avalie e divulgue em todas as nossas mídias! Nosso contato é crb6@crb6.org.br.

Posted in Artigos, matérias e entrevistas | Tagged | Deixe um comentário

Bibliotecário da Paraíba quer lançar livro

Se você, bibliotecário ou auxiliar de biblioteca, tem um relato curioso e interessante que envolva a profissão, saiba que ele poderá fazer parte de um livro que será publicado no ano que vem. A ideia é de Marcos Paulo Farias Rodrigues (CRB-15/1601), bibliotecário da cidade de Bayeux, em Paraíba. “Não queria inventar nada. Quero que sejam fatos reais vividos pelos profissionais e acredito que dará um excelente resultado”, conta.

O livro será formado por 40 relatos, que serão aceitos até o dia 10 de Janeiro de 2015, e citará o nome e a cidade do bibliotecário, respeitando os direitos autorais. Para enviar o seu texto e esclarecer qualquer dúvida, entre em contato com Marcos Paulo pelo e-mail mpfrodrigues@hotmail.com ou ligue (83) 8804-0898. Participe!

Posted in Artigos, matérias e entrevistas | Deixe um comentário

Da prensa às redes: muita coisa mudou, menos o conteúdo relevante

Estamos estafados de ouvir que a internet mudou o mundo. Já dizia um dos maiores pensadores atuais da comunicação digital, Clay Shirky, que a revolução não acontece quando a sociedade adota novas tecnologias, ocorre quando a sociedade adota novos comportamentos

Tecnologia

Estamos conectados nos computadores, tablets, phablets, celulares, smartphones e tudo quanto é dispositivo móvel por aí. Acessamos amigos, produtos, marcas, serviços, aplicativos. Pesquisamos preços, compramos, indicamos, recomendamos, reclamamos, criticamos. Onde antes não havia espaço para o prosumidor ou eram fóruns muito específicos, pequenos e sem expressividade dentro das mídias tradicionais, hoje são centenas de milhares de páginas, redes, sites, blogs, aplicativos que permitem que qualquer usuário comum, conectado à rede possa se manifestar, elogiar, protestar ou simplesmente se comunicar com seus similares. E tais conteúdos afetam diretamente a forma como fazemos, pensamos e nos dedicamos à comunicação. Estamos na era do usuário que se tornou um veículo de comunicação, o que eu, particularmente, convencionei chamar de usuário-mídia.

E é diante desse “cara” multitelas, multitarefas, ultraconectado, ativo, crítico e disperso que temos que convencer, influenciar, encantar e fazer com que ele compre o nosso e não o produto do concorrente. Como? Apesar de toda a técnica de anúncios, publicidades e afins no mundo digital, nada se sustenta sem algo absolutamente fundamental: CONTEÚDO. De qualidade, prestador de serviço, coerente com o cotidiano do usuário, certeiro, interessante e no momento ideal.

De Gutenberg à Zuckerberg, isto é, da prensa tipográfica à era dos sites de redes sociais, conteúdo sempre foi e continua sendo rei. É o que define se um veículo, marca, organização, celebridade vão ter a devida repercussão, alcance, visibilidade.

Os meios mudaram: se tornaram conversacionais; dialógicos; permitem a co-criação e a colaboração entre pessoas, as expressões individuais; a exacerbada exposição não só de marcas, mas de indivíduos. Estamos na era dos megafones digitais. E temos que lidar com esse volume exacerbado de informações, pessoas, audiências, críticas, boatos, rumores, situações. As marcas não têm mais a primazia do discurso, assim como não a tem mais a imprensa. As protagonistas das redes são as pessoas comuns, usuários ávidos por informações, diálogos, relacionamentos. Acresça-se a isso a mobilidade. Não estamos falando de acessos apenas nos desktops dos computadores do trabalho. Estamos falando de conectividade móvel, real-time, 24 horas por dia, 365 dias por ano.

A mudança que tudo isso causa para as organizações? Completa e absoluta. Necessidade de monitoramento constante, transparência em suas comunicações, honestidades em suas relações.

Mas, falemos de como a web ressignificou os já conhecidos conceitos de rede, mobilidade e relações sociais e depois, voltemos às marcas nesse contexto todo.

Como a web reconfigurou os conceitos de rede, mobilidade e relações sociais.

Quando uma rede de computadores conecta uma rede de pessoas e organizações, é uma rede social”, já diziam Garton, Haythornthwaite e Wellman, em 1997, em seu texto “Studying Social Online Networks”. O conceito de rede, como sabemos, já existia em ciências como matemática, sociologia, antropologia, biologia, entre tantas outras. Entretanto, ganhou fama e notoriedade com o advento da www, no final dos anos 90. Com o boom dos sites de redes sociais, há quem acredite que o conceito de rede daí surgiu!

Mobilidade é, por sua vez, um termo que denota movimento, passagem. Foram os celulares e sua evolução que popularizaram e democratizaram o conceito.

Relações sociais existem desde que o homem se reúne em grupos. Somos animais sociais. O que a rede fez foi potencializar essa nossa característica, oferecer locais em que pudéssemos dar vazão às nossas expressões e relacionamentos. O que fazem os sites de redes sociais é exatamente isso.

Portanto, apesar de tratarmos o tempo todo de conceitos já conhecidos do velho mundo, estamos olhando-os com lentes do mundo digital, conectado e entremeado em si mesmo.

Mas, voltemos às marcas!

Diante do cenário de ultraconexão entre as pessoas, o mais óbvio é que posicionemos nossas marcas onde a audiência está. Já dizia uma dupla de cantores: o artista vai onde o povo está.

Para o varejo e para a indústria B2C, a internet e as redes sociais alteraram completamente suas formas de comunicação e relacionamento, obrigando-os a criarem estratégias de presença e engajamento no mundo digital e, sobretudo, criando locais de ausculta, escuta e diálogo com seus públicos.

O digital também expôs as “feridas” das organizações: ao menor sinal de problema, em segundos, já há alguma notificação nas redes a respeito do caso, pessoas comentando, postando, opinando e a visibilidade que o caso pode tomar requer das marcas atitudes ágeis, rápidas, transparentes e convincentes. Não importa se o rato jamais entraria em uma garrafa de gargalo tão estreito; não importa se as minhocas custem muito mais que o gado; não importa se você atendeu 999 pessoas corretamente e uma de forma questionável…nada disso vai importar se sua organização cair na rede e a informação se espalhar feito um vírus. Por outro lado, há casos que usam o mesmo ingrediente que move a rede. O que caracteriza o remédio ou o veneno é o tamanho de sua dose, certo

Portanto, triturar devices em seu super liquidificador pode aquecer as vendas; derrabar litros de água e gelo em milhares de cabeças, pode chamar a atenção para uma causa importante; emprestar seu Twitter por um dia a crianças com câncer também. É uma faca de dois gumes. Usando bem, que mal tem?

O que se extrai como lição para as nossas marcas dessa realidade de redes é: conteúdo relevante + planejamento + investimento + relacionamento + diálogo + agilidade. A receita de sucesso é garantida. Fácil, né? #sqn

Por fim, falemos brevemente do neoconsumidor, do usuário-mídia, do prosumidor ou desse sujeito que, simplesmente, está conectado e indissociado dos seus dispositivos móveis.

Consumo ubíquo

Estamos nos portando como verdadeiros veículos de mídia, temos meios de expressão por meio das plataformas de mídias sociais, temos como divulgar as nossas produções à nossa rede de contatos, incomodamos marcas, nos fazemos ouvir. Fazemos isso por meio dos nossos dispositivos – móveis ou não – conectados à internet.

Fato é que o consumo de informação se tornou ubíquo. É possível tanto produzir quanto consumir informação independente dos meios tradicionais a qualquer tempo, em qualquer lugar. Isso também qualificou o usuário como crítico, ágil, capaz de sugerir, reivindicar, criticar ou elogiar de maneira muito rápida.

Esse tipo de comportamento dos internautas, consumidores, usuários fez com que as organizações também tivessem que oferecer essa mesma disponibilidade. Surgem tendências como o social CRM, o uso do conteúdo gerado pelo próprio consumidor nos canais da marca, o crowdsourcing, o real time marketing.

Atender e se relacionar bem com o cliente independentemente se o contato se iniciou no on ou no off-line e ter toda essa movimentação consciente na empresa caracterizam o social CRM. Armazenar informações de preferência do consumidor oriundas das redes sociais ou do SAC tradicional fazem com que seu próximo contato com ele seja mais rápido, assertivo e com maior possibilidade de final feliz.

Fala-se em conteúdo gerado pelo consumidor desde que a web 2.0 começou a despontar e ganhar força. Usá-lo nas propriedades digitais da marca, reconhecer o usuário como o produtor, oferecer vantagens e visibilidade a ele ajudam não só a marca como também prestigiam e valorizar o consumidor, podendo transformá-lo em um embaixador da organização.

A sabedoria das multidões também é um conceito que ganhou força com a segunda geração da web. O crowdsourcing (do inglês, crowd significa multidão, source é fonte) se caracteriza por contar com as informações, desejos e opiniões dos públicos para se criar ou alterar algum produto ou serviço. Uma montadora de carros já criou seu carro colaborativo; uma construtora, seu edifício; uma marca de cafés adota sugestões e uma fabricante de computadores lança máquinas de acordo com os pedidos de sua comunidade de usuários. Todas se renderam ao poder da co-criação, da inteligência coletiva, da colaboração. Ganha a empresa com insights gratuitos. Ganha o consumidor em ver suas demandas atendidas.

O marketing em tempo real significa tanto se valer de algo que está acontecendo e buscar alguma conexão com o que a organização faz de forma a viralizar aquela situação, quanto ouvir o que os consumidores estão dizendo e aproveitar-se dessa oportunidade de maneira ágil. Como exemplos, podemos citar como as marcas se valeram do desafio do balde de gelo ou como uma grande marca de refrigerantes anunciou a suspensão da publicidade local pelo período de um mês e reempregou o investimento no auxílio de pessoas que sofreram com um tufão, nas Filipinas. O volume de dinheiro não foi exorbitante, mas a ação rendeu uma visibilidade positiva para a marca. Os resultados foram colhidos em termos de reputação.

Por fim…

Que as redes sociais vieram para ficar e talvez se tornar a principal mídia daqui por diante, não temos muitas dúvidas. Em tempos de eleições, por exemplo, os sites de redes social são parte crucial da estratégia dos candidatos. O Facebook já é mainstream e os celulares, smartphones e planos de dados se tornaram acessíveis. Assim sendo, a seguinte conta se fecha: as pessoas estão vendo informações na internet e nas redes a respeito de tudo, inclusive dos candidatos. Suas decisões podem ser impactadas pela presença e engajamento que estes geram no ambiente digital.

Tal ação se justificou pelos seus números: o Facebook tem 89 milhões de internautas brasileiros conectados. O Brasil tem 143 milhões de eleitores. Não se pode fazer uma relação pura e simples dizendo que os 89 milhões são todos eleitores votantes, mas é possível afirmar que o volume é grande e expressivo. Isso sem contar com a questão das pessoas poderem acompanhar o tal debate via telefones celulares e de onde bem entenderem, seja no trabalho, em casa ou em trânsito, diferentemente do que acontece na televisão, com data e hora para ser transmitido.

Já pautamos nossas vidas e relações (íntimas ou de consumo) pelo uso da tecnologia. Com os sites de redes sociais e os dispositivos móveis só fizemos a incrementar tais comportamentos. Trata-se de algo irreversível. Nada mais justo que o mundo das marcas também participe dessa seara, certo? Não só participe como tente se abrir, se relacionar, vender e facilitar a nossa vida nesse mundo móvel, social e conectado.

Prontos?

Fonte: Proxxima | Por Carolina Terra, doutora e mestre em Interfaces Sociais da Comunicação, especialista em Gestão Estratégica da Comunicação e Relações Públicas pela ECA/USP

Posted in Artigos, matérias e entrevistas | Tagged , | Deixe um comentário

Nova Diretoria da Escola de Ciência da Informação da UFMG toma posse e pretende consolidar avanços

Na tarde do último dia 03, Carlos Alberto Ávila Araújo e Adalson de Oliveira Nascimento tomaram posse como diretor e vice-diretor, respectivamente, da Escola de Ciência da Informação (ECI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Em cerimônia, o novo diretor da Unidade ressaltou que, por serem procedentes de uma geração posterior à maioria das conquistas alcançadas pela ECI, a responsabilidade dos novos gestores é ainda maior. “Nós partimos de um patamar evoluído. Por isso, nosso desafio é consolidar os avanços obtidos nas gestões anteriores”, disse.

NOTA 6

Trajetórias

Carlos Alberto Ávila Araújo possui graduação em Jornalismo, mestrado em Comunicação Social, doutorado em Ciência da Informação pela UFMG e pós-doutorado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Ele atua nas áreas de epistemologia da ciência da informação e suas relações com arquivologia, biblioteconomia e museologia, estudos de usuários da informação e biblioteca escolar. 

Já o novo vice-diretor da ECI, Adalson de Oliveira Nascimento, possui graduação e mestrado em História pela UFMG. Tem experiência na área de arquivologia e história, atuando principalmente com arquivos permanentes, organização de arquivos, arquivos escolares e universitários, memória, história política e história da educação.

Fonte: Portal UFMG

 

Posted in Artigos, matérias e entrevistas | Tagged , | Deixe um comentário

Dissertação na UFMG abordará a gestão da informação na segurança pública

Gestão da informação na segurança pública

Posted in Defesas de mestrado e doutorado | Tagged , , | Deixe um comentário

Festa Literária de Divinópolis arrecada mais de 1000 livros para a biblioteca municipal

Os filhos de Patrícia dormem todas as noites ouvindo uma boa história de  um bom livro. Sofia tem um livro favorite, ela ainda não sabe ler, mas sabe descrever todo o que ouve de Patrícia. O Ivam diz que prefere escutar a mãe ler livros que jogar video game ou assistir televisão. 

Inspiração e viagens incríveis do mundo da imaginação são tirados da biblioteca da cidade de Divinópolis. Vários dos livros já foram emprestados para milhares de crianças. Anualmente a biblioteca faz um concurso para premiar os alunos que mais pegam livros emprestados. Para aumentar as opções, o acervo da biblioteca este ano teve um aumento significativo com a doação da programação d FLID. Foram arrecadados cerca de 1000 livros de diversas modalidades e 600 infantis. No município um projeto também incentiva as crianças e exercem a leitura.

 Nas escolas também um projeto incentiva a leitura das crianças, o projeto Minha Cidade Lê foi criada em 2009. As escolas que fazem parte da ação realizam amostras de desenhos retirados livros infantis. Diversos temas são discutidos nas exposições.

>> Youtube 

Posted in Artigos, matérias e entrevistas | Deixe um comentário

V Encontro da ULEPICC Brasil reúne grandes nomes de economia política da informação, comunicação e cultur

No período de 26 a 28 de novembro de 2014 acontece no Rio de Janeiro o 5º Encontro Nacional da ULEPICC-Brasil – União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura. Com o tema “Comunicação, Cultura, Informação e democracia: tensões e contradições”, reúne grandes nomes da América Latina.

O evento é uma realização da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ) e da Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação (COEP) do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e tem o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Casa da Ciência da UFRJ, Programa de Pós-graduação em Mídia e Cotidiano (PPGMC-UFF), Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ (PPGCOM-UFRJ) e Programa de Pós-Graduação em Ciências da Informação (PPGCI – IBICT/UFRJ).

No dia 27, às 19h, o pesquisador Roque Faraone fará a conferência inaugural analisando o tema “Comunicação e democracia: uma agenda para o século XXI”. Faraone é considerado o maior pesquisador de Economia Política da Comunicação no Uruguai. Professor e ex-diretor da Universidad de la República, do Uruguai, publicou uma série de livros que têm grande relevância nas áreas de Comunicação e Informação como “TV y Estado” (Cal y Canto, 1998), “La objetividad en la información” (Cal y Canto, 2002), “Television and the New Uruguayan State” ( In Monroe, P. Ed.), dentre outros.

Para conhecer mais sobre o pesquisador Roque Faraone, acesse: http://www.socioespectacular.com.uy/faraone.pdf e http://roquefaraone.blogspot.com.br/
Rafael Capurro é outro pesquisador da área de Economia Política que também estará no evento. Ele fará a Conferência de Encerramento “Cidadania na Era Digital” no dia 28 de novembro de 2014 às 17h30. Pesquisador que tem grande destaque no cenário internacional com suas pesquisas sobre Informação, é uruguaio, mas trabalha na Alemanha. Foi diretor do Steinbeis-Transfer-Institut Information Ethics Director (2008-2013), é membro do Institut für Digitale Ethik (Hochscule der Medien, Stuttgart) e editor da revista científica International Review of Information Ethics (IRIE). Escreveu diversos artigos e livros, como Ethik im Netz (Franz Steiner Verlag, 2003). Sua vida, obras e pesquisas podem ser consultadas em http://www.capurro.de/home_port.html#Forma%E7%E3o

Além dos conferencistas, no site do evento podem ser localizados outros pesquisadores vindos da América Latina que farão parte do 5º Encontro Nacional da ULEPICC-Brasil. Acesse http://ulepiccbrasil5.org.br/?page_id=18. Faça sua inscrição e participe!

Confira os locais:

Pré-evento, Conferências, Painéis, Mesas de abertura e de encerramento serão realizados no Auditório da Casa da Ciência, localizado na Rua Lauro Müller, 3 – Botafogo – Rio de Janeiro (RJ) – ao lado do Shopping Rio Sul.

Grupos de Trabalho (GTs), nas salas de aula da Escola de Comunicação (ECO/UFRJ), localizado na Avenida Pasteur, 250 – Fundos – Praia Vermelha – Rio de Janeiro (RJ) – ao lado do Instituto Philippe Pinel, Canecão e Shopping Rio Sul e em frente ao Iate Clube do Brasil.

Mais informações e inscrições: http://ulepiccbrasil5.org.br/ e coordulepicc2014@gmail.com

Posted in Sem categoria | Deixe um comentário

Projetos de lei incentivam o uso de livros eletrônicos

O avanço tecnológico tem se mostrado um fenômeno difícil de conter. Tudo parece migrar para as plataformas digitais, e com os livros não poderia ser diferente. Atentos a isso, alguns projetos de lei tramitam no Senado Federal a fim de incentivar o uso de livros eletrônicos nas escolas.

O projeto PLS 114/2010 pretende equiparar os livros eletrônicos aos impressos. O objetivo é alterar a Política Nacional do Livro, prevista na Lei 10.753/2003, para garantir aos conteúdos e equipamentos de leitura digital os mesmos benefícios tributários dos livros impressos, que são livres de impostos.

Para estimular o desenvolvimento de aplicativos para tablets e aumentar o uso dessa tecnologia no aprendizado escolar, o PLS 394/2012 propõe zerar as alíquotas de contribuição para o PIS/Pasep e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins)  sobre a receita da venda a varejo de softwares educacionais e livros eletrônicos. Já o PLS 109/2013 determina o fornecimento de tablets aos estudantes das escolas públicas de educação básica até 2023.

Inclusão

Implantar programas de software com a finalidade de facilitar o acesso de pessoas com deficiência visual aos computadores nas bibliotecas públicas de todas as cidades com mais de 50 mil habitantes. Esse é o objetivo do Projeto de Lei do Senado (PLS) 138/2014, que está em análise Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O projeto prevê que as bibliotecas reservem espaços exclusivos, com mesas, cadeiras e teclados específicos para uso de pessoas com deficiência visual. A matéria ainda passará pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) em decisão terminativa, o que significa que, se não houver recurso para a votação em plenário, o projeto poderá seguir para a Câmara dos Deputados.

Posted in Artigos, matérias e entrevistas | Tagged , , | Deixe um comentário

Como organizar uma (baita) biblioteca

Delfim Netto doou à USP seu acervo de 250 mil livros – e seu sistema de colecionar e catalogar o conhecimento

Delfim: Compras pela Amazon, hábito de ler sentado e sistema "Batalha Naval" para encontrar livros na estante (Foto: Valor/FolhaPress/Divulgação)

Delfim: Compras pela Amazon, hábito de ler sentado e sistema “Batalha Naval” para encontrar livros na estante (Foto: Valor/FolhaPress/Divulgação)

Fato memorável de julho: Antônio Delfim Netto doou sua biblioteca para a Universidade de São Paulo (USP). Eram 250 mil livros sobre economia, história, antropologia e ciências sociais em geral, que antes viviam fechados num sítio em Cotia (SP). O que fez do acervo da Faculdade de Economia e Administração da USP, agora com 470 mil volumes, o maior da América Latina sobre essa temática. “Tem gente que coleciona uísque ou cuecas. No fundo, leitura é o meu grande hobby”, diz o ex-ministro e perene voz influente em governos de diferentes cores partidárias. Aos 86 anos, Delfim lê em média quatro horas por dia, sempre à tarde – “de manhã eu trabalho”, diz, em tom de brincadeira, porque ler, naturalmente, faz parte do trabalho. Otimista com os progressos do país na área da educação, ele falou sobre as miudezas de sua relação com os livros: como escolhe e compra, como os lê e organiza. É um método que vale a pena estudar.

Descobrir

Delfim compra mais ou menos 40 livros por mês. Ele os encontra de duas formas: em catálogos que recebe de sebos pelo mundo – Japão, Suécia, Alemanha etc – e de grandes editoras, por carta ou e-mail; ou em citações e notas de rodapé de outros livros. O tema de interesse são as ciências sociais. “Tenho procurado mais obras sobre história e menos sobre assuntos como a matemática, minha formação, porque nessa idade falta um pouco da agilidade mental necessária”, diz.

Comprar

Às vezes, ele solicita à secretária – a Betí – que peça um determinado volume a um sebo ou editora, mas na maioria dos casos ele compra pela internet. Principalmente pela Amazon, site que critica: “ocorre um processo monopolista por parte da empresa, o que tem feito os preços subirem”, diz. No passado, ele chegou a comprar bibliotecas completas, que, por exemplo, algum sebo havia comprado de um economista cuja família não se interessou pelo acervo.

A leitura

“Leio invariavelmente sentado, com o livro sobre a mesa, apoiado num suporte que o deixa inclinado e que se desloca para os lados”, diz. Se ele lê tudo o que compra? “Não, ninguém lê tudo isso. Faço uma leitura ‘diagonal’, e quando encontro um trecho que me chama a atenção, ou um tratamento interessante a algum tema, paro e me aprofundo”, afirma. Além da língua nativa, o economista lê preferencialmente em italiano, francês, inglês e espanhol.

Pesquisas

Para encontrar algo no acervo, Delfim criou um método próprio. Colocou todos os livros em três salas, que chamou de A, B e C. Cada sala tem algumas estantes, também nomeadas com letras. As prateleiras se tornaram linhas e colunas, como num jogo de batalha naval. Quando quer achar uma obra, ele consulta um arquivo de computador, onde anotou todos os nomes de livros e autores. “Ele me diz: está na sala A, estante B, linha 2, coluna 1”, conta.

O best-seller

Eis o que ele pensa sobre o mais recente sucesso editorial no campo da Economia, O Capital no Século 21, do francês Thomas Piketty: “É um livro muito interessante, que li no fim do primeiro semestre do ano passado, em francês. É fantástico, porque confirma a ideia de que distribuir [renda e riqueza] é um problema político. A produção [de bens e serviços] é algo técnico, que a economia dá conta, mas distribuir é político”.

Fonte: Época Negócios | Pedro Carvalho

Posted in Artigos, matérias e entrevistas | Tagged , , | Deixe um comentário