Concurso do IF Baiano tem vaga para bibliotecário

Salário é superior a R$ 3 mil

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano) divulgou edital  com uma vaga para bibliotecário. O cargo oferece salário de R$ 3.868,21, auxílio-alimentação, auxílio transporte e possibilidade de progressão na carreira dependendo do nível de escolaridade.

As inscrições serão abertas em 2 de março e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site http://ifbaiano.edu.br/portal/concursos/, até 2 de abril. A taxa é de R$ 100,00 e a data prevista para a realização da prova é 30 de junho.

UFVJM está com inscrições abertas

No quinto Boletim Eletrônico do ano, o Conselho Regional Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) divulgou o concurso da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), cujas inscrições vão até 10 de março. Para saber mais, acesse o edital.

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Participe do Chá com Letras: Lygia Fagundes Telles, em BH

Chá com Letras: Lygia Fagundes Telles
Análise: Maria do Rosário Alves Pereira
Mediação: Maria Inês de Morais Marreco

Serviço
Dia: 14 de março de 2017 (Terça-feira) | Horário: 19h
Local: Idea Espaço Cultural
Rua Bernardo Guimarães, 1200 – Funcionários
Belo Horizonte – Minas Gerais
Entrada franca, com retirada de senha 30 min. antes do evento.

Para mais informações, clique aqui.

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Caminhada literária e inauguração da Mercearioteca acontece em Belo Horizonte

A Mercearioteca está de volta! Venha participar da contação de histórias e caminhada literária pelos três pontos da biblioteca comunitária do Padre Eustáquio: um sacolão, um bar e uma lanchonete. Traga um livro para caminhar com você e deixe-o como doação. Agradecimento especial à família do jornalista Gabi Santos, que doou seu acervo. Mais informações neste link.

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BH recebe 1ª Jornada de Direito, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa

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UFMG realiza Domingo no Campus

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Prêmio Reconhecimento Recode de Boas Práticas

Projetos de bibliotecas de Minas Gerais e Espírito Santo estão entre os dez premiados pela iniciativa

As bibliotecas públicas dos municípios de Muriaé, em Minas Gerais, de Domingos Martins e Cariacica, no Espírito Santo, estão entre as dez vencedoras do prêmio Reconhecimento Recode de Boas Práticas em Bibliotecas, que pretende reconhecer e divulgar as práticas mais inovadoras do país envolvendo o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação. Concorreram ao prêmio os projetos participantes do programa Recode, na categoria Bibliotecas, iniciativa focada na transformação do papel dessas instituições a partir do acesso à informação, cultura e conhecimento.

O projeto “Noções Básicas de Computação: Informática como Recurso Terapêutico”, da Biblioteca Pública Municipal de Domingos Martins (ES), ficou em terceiro lugar e utiliza a inclusão digital como recurso terapêutico. “Os cursos de informática básica são ministrados por jovens aprendizes da cidade para mulheres pacientes de saúde mental, principalmente em depressão. Além da capacitação digital, os cursos contribuem para a melhora da autoestima e incentivam o empreendedorismo social por meio de tecnologia”, afirma Ana Maria da Silva (CRB-6/ES 680), bibliotecária responsável pelo espaço e pelo projeto vencedor. Ela conta que houve grande interação entre as alunas participantes e os jovens professores. “Através de inovação, o projeto trouxe visibilidade para a biblioteca, facilitou parcerias e transformou vidas”, completa.

Jovens aprendizes ministram cursos a mulheres com depressão em Domingos Mendes/ES (Foto: Ana Maria da Silva)

Classificado em sétimo lugar, o projeto “Oficinas Tecnológicas” da Biblioteca Pública Municipal Madeira de Freitas, localizada em Cariacica, no Espírito Santo, integra tecnologia a atividades que promovam o conhecimento e a leitura. Segundo a bibliotecária responsável, Marcelle da Silva Coelho (CRB-6/ES 621), são oferecidas a comunidade palestras introdutórias com temas modernos, que capacitam, inspiram e aperfeiçoam a prestação de serviços dos interessados. “Para a disponibilização de várias oficinas, como as de lógica de programação, composição de trilhas sonoras, entre outras, o envolvimento é coletivo, exige atuação não só dos funcionários da biblioteca, como dos servidores da prefeitura, dos especialistas voluntários e dos interessados”, conta a bibliotecária. Marcelle reforçou que o projeto ampliou a participação da comunidade na biblioteca, por meio da oferta de serviços, dos espaços de aprendizagem e da troca de ideias.

Oficinas envolvem tecnologia e interação social em Cariacica/ES (Foto: Marcelle da Silva Coelho)

A Biblioteca Pública Municipal Vivaldi Wenceslau Moreira, localizada em Muriaé, em Minas Gerais, ficou em décimo lugar no prémio com o projeto “Tá na Roda”, que estimula a visitação de jovens à biblioteca.  “Desde 2014, iniciou-se um trabalho intenso com adolescentes e jovens do município. Até então, a maioria das ações eram voltadas para o público infantil, como forma de incentivar e manter o hábito de leitura. Para além do atendimento de rotina, o primeiro contato com a comunidade jovem foi por meio de uma Organização LGBT, que passou a realizar encontros na biblioteca onde eram discutidas políticas voltadas para o esse público”, conta a bibliotecária responsável Rosemary Barros de Souza (CRB-6/2090).  O projeto incentiva encontros no espaço para debate de diversos temas e passou a ser utilizado, inclusive, pelo Conselho da Juventude e pelos grêmios estudantis do munícipio. “A iniciativa trouxe vivacidade ao espaço, proporcionando maior interação entre a juventude e o ambiente da biblioteca”, completa.

Rodas de conversa levam juventude para a biblioteca, em Muriaé/MG (Foto: Rosemary Barros de Souza)

Entre os prêmios do programa, estão computadores desktop e viagens ao Chile para um intercâmbio bibliotecário e de experiências inovadoras na área. “A participação de bibliotecários em projetos que visam transformar a forma como nos comunicamos, aprendemos e interagimos é uma confirmação que o papel desses profissionais vai além do ambiente da biblioteca. A tecnologia pode transformar a vida da comunidade e o bibliotecário pode ser o agente facilitador desse processo”, comenta Mariza Martins Coelho (CRB-6/1637), presidente do CRB-6.

Projetos em Bibliotecas Públicas inspiram

Em 2016 a Biblioteca Pública Municipal de Domingos Martins, no Espírito Santo, foi personagem na matéria de capa da revista CRB-6 Informa em uma reportagem sobre projetos em bibliotecas públicas. Confira!

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Rua da Literatura é realidade, na Savassi. Só falta fechar.

Em entrevista ao @Mondolivro, Alencar Perdigão, dono da Livraria Quixote, afirma que a Rua Fernandes Tourinho, entre, entre Cristovão Colombo e Getúlio Vargas, pode se transformar na “Rua da Literatura” em Belo Horizonte. Ouçam, com @AfonsoBorges na @CBNBHZ, teclando aqui.

Alencar Perdigão, dono da Livraria Quixote (Foto: Reprodução)

Alencar Perdigão, dono da Livraria Quixote (Foto: Reprodução)

Fonte: Blog Mondo Livro

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Socialização motiva a leitura

Biblioteca da Escola Balão Vermelho mantém projeto que estimula o bom hábito

Fundada em 1980, a Biblioteca Monteiro Lobato é parte da Escola Balão Vermelho, localizada em Belo Horizonte. A instituição de ensino foi criada em 1972 e adota a linha pedagógica construtivista, que investe na interação social para formar cidadãos.

Biblioteca possui aproximadamente 15 mil obras literárias (Foto: Marcelo Oliveira Santos)

O acervo é composto por aproximadamente 15 mil obras literárias, revistas, jornais, material de pesquisa, CDs e DVDs.  Para organizá-lo, a biblioteca utiliza o Biblio Express. Com uma média de 120 visitas por dia, o espaço promove projetos de leitura que envolvem alunos e professores. Além disso, segundo a bibliotecária Kátia Martins Gomes Rodrigues (CRB-6/2678), há também um momento diário de leitura em voz alta, quando os livros são comentados sob a perspectiva dos leitores.

Instituição realiza projetos de leitura que envolvem professores e alunos (Foto: Marcelo Oliveira Santos)

Anualmente, os estudantes também realizam uma feira literária, a “Giroletras”. Por meio do projeto criado em 1994, os alunos recebem os visitantes nos estandes, conversam sobre os interesses dos compradores e indicam livros conforme a faixa etária. “A partir dos cinco anos, as crianças já começam a participar da feira e a interagir com os adultos que visitam o espaço. Além da venda dos livros, a Giroletras oferece apresentações diversas, como contação de histórias, teatro, jogral, exposição de trabalhos de artes plásticas, sempre baseadas em livros lidos ao longo do ano por cada turma”, acrescenta Kátia.

A feira literária “Giroletras” promove a interação entre crianças e adultos (Foto: Marcelo Oliveira Santos)

Todo ano após a feira, uma caixa-biblioteca é doada para uma instituição carente. “A feira se tornou uma referência tão marcante para nossos alunos que é comum, no dia a dia, comentários sobre um livro ser tão bom que ‘deveria ir para a Giroletras’”, conta a bibliotecária, que considera importante que as obras circulem como forma de motivar a leitura de livre escolha.

Serviço
Biblioteca Monteiro Lobato | Escola Balão Vermelho
Bibliotecária: Kátia Martins Gomes Rodrigues (CRB-6/2678)
Endereço: Professor Djalma Guimarães, 140, Mangabeiras – Belo Horizonte/MG
Telefone: (31) 3194-2400
Site: http://www.balaovermelho.com.br

Bibliotecas modelo
O Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) tem divulgado o trabalho realizado por diversas bibliotecas nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Essas instituições se destacam por seus projetos de inclusão social e incentivo à leitura. Confira aqui as bibliotecas que já foram destaque nas redes do Conselho.

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VII Conferência Internacional BIREDIAL-ISTEC

A VII Conferência Internacional BIREDIAL-ISTEC 2017 acontece na Universidad de La Plata, Buenos Aires, capital da Argentina, de 02 a 04 de outubro de 2017.

O evento está dedicado a discutir, analisar e promover as iniciativas institucionais, nacionais e regionais relacionadas com o acesso aberto ao conhecimento e a visibilidade acadêmica latino-americana. Para mais informações acesse http://congresos.unlp.edu.ar/biredial-istec/.

A submissão de trabalhos está aberta até 30 de março de 2017. Para mais informações acesse http://congresos.unlp.edu.ar/index.php/biredial-istec/2017/schedConf/cfp.

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‘Lugares de conforto’, redes sociais colaboram para uma visão deturpada da realidade, afirma professora da UFMG

Em média, o usuário do Facebook tem 338 amigos. Se cada um faz duas ou três publicações por dia, o resultado são quase mil conteúdos para serem acompanhados diariamente pelo usuário médio da rede – isso sem contar as postagens de personalidades públicas ou de veículos de comunicação que ele opta por seguir. A inviabilidade desse acompanhamento intensivo é uma das explicações para a existência de algoritmos por trás das redes sociais, cuja função básica é escolher automaticamente – no lugar do usuário – aquilo que se supõe ser do seu interesse ver, em detrimento de outros conteúdos.

Joana Ziller: redes sociais revelam preconceitos e reforçam estereótipos (Foto: Daniel Protzner / UFMG)

Ziller: redes sociais revelam preconceitos e reforçam estereótipos (Foto: Daniel Protzner/UFMG)

Essa “curadoria algorítmica de conteúdo” foi um dos assuntos abordados na palestra Ela postou, eu não vi: lógicas de visibilidade e invisibilidade em rede, ministrada pela professora Joana Ziller, do Departamento de Comunicação, na manhã desta terça-feira, 21, no Conservatório UFMG, no âmbito do 11º Festival de Verão. Com diversificada programação, o evento segue até quinta, 23.

“Temos nesses ambientes um olhar que se constitui também pela falta, pela ausência, pelo que deixamos do lado de fora. Sempre que nosso olhar é convocado para algo, deixamos de olhar para outras coisas”, introduziu a pesquisadora.

Conforme Ziller, a forma como essa relação de destaque e silenciamento ocorre no mundo virtual é diferente da forma como se dá na vida física, gerando consequências negativas para a nossa compreensão do mundo. “O algoritmo é uma espécie de conta, que é feita de uma grande quantidade de ‘se’ e ‘então’: se isso, então aquilo. Em razão disso, caso demonstre interesse por um assunto ou formato, com o tempo você receberá cada vez mais conteúdos sobre aqueles assuntos e naqueles formatos”, explicou a professora. O efeito negativo dessa seleção, salientou Ziller, reside no fato de que as as opiniões diferentes e as produções realizadas em formatos distintos tendem a ser cada vez menos oferecidas.

Bolhas

“Minha página no Facebook, por exemplo, é um lugar de conforto para mim. Fico feliz em abri-la e ver que nela não há homofóbicos, não há racistas, ver que as pessoas entendem as lutas indígenas. Contudo, esse não parece ser um retrato amplo da sociedade”, explica. Nesse sentido, as timelines funcionam como bolhas, que reportam uma realidade muito agradável para o usuário, mas completamente distorcida em relação ao que de fato se passa no mundo, em sua pluralidade.

Joana citou outro exemplo de como essa realidade restritiva pode ser percebida. “Se olharmos as curtidas que recebemos em nossas postagens, perceberemos que são sempre as mesmas pessoas que curtem. Isso ocorre porque é sempre para as mesmas pessoas que as nossas postagens aparecem; apenas para elas”.

Falar ou ser ouvido?

Joana Ziller aponta ainda outro problema: as deduções simplistas que se imiscuem nos algoritmos, revelando preconceitos e reiterando estereótipos. “Se você é mulher, por exemplo, a rede vai automaticamente considerar que você gosta de certo tipo de conteúdo. Há um certo ‘Dr. Lava Tudo’, por exemplo, que sempre aparece na minha timeline, com ofertas de serviços para casa: lavam tapetes, sofás, essas coisas. Esse é um cálculo que parte do estereótipo de gênero: a ideia de que é a mulher a responsável por cuidar da casa”, afirma ela. Alguns mulheres da plateia comentaram que também recebem a mesma propaganda frequentemente, mesmo nunca tendo demonstrado interesse no serviço.

Para Joana, que é pesquisadora do Centro de Convergência de Novas Mídias (CCNM) da UFMG, as redes sociais trouxeram um grande benefício: deu voz aos que antes não tinham acesso a meios massivos de expressão. Contudo, o valor desse ganho talvez seja menor que o estimado. “As mídias sociais permitiram que muitos pudessem falar, mas falar não significa, necessariamente, ser escutado.”

A professora ainda lembrou que, em certo momento, chegou-se a ver com otimismo o advento das redes sociais em função de sua suposta capacidade de fortalecer grupos minoritários e marginalizados. No entanto, verifica-se que, no atual estágio, as mesmas mídias proporcionam, paradoxalmente, a desconsideração do outro – inclusive em círculos mais progressistas, que teoricamente se relacionam mais intimamente com a ideia de diversidade.

Para a professora do Departamento de Comunicação, o fato de visões diferentes despontarem cada vez menos nas timelines colabora para um perigoso endurecimento das posições. “Se não tenho a oportunidade de tomar conhecimento da existência do outro nos meus lugares e espaços de sociabilidade e de suas diferenças em relação a mim, as questões próprias desse outro, suas opiniões, vão me importar cada vez menos”, concluiu.

Fonte: UFMG

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Mais uma bibliotecária é contratada após autuação do CRB-6

Iniciativa contribui para expandir mercado de trabalho e profissionalizar serviço

A bibliotecária Cristina Maria Viana Camilo de Oliveira (CRB-6/1819) é uma das profissionais contratadas após autuação do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) nas instituições públicas e privadas mineiras e capixabas.

A bibliotecária acredita que a ação do Conselho traz visibilidade para a área (Foto: Arquivo Pessoal)

Atualmente, Cristina gerencia a biblioteca de uma escola técnica do munícipio de Itabira, em Minas Gerais, e afirma que a ação do Conselho é fundamental para valorizar a profissão e garantir espaço para a atuação dos profissionais da área. “O serviço prestado pela biblioteca era precário. Após a intervenção do CRB-6 e a minha contratação, todo o acervo já foi informatizado e os procedimentos internos foram adequados. A atuação do Conselho contribui para a formalização do trabalho dos bibliotecários e muda, inclusive, a visão que os usuários têm do serviço”, afirma a bibliotecária.

Em defesa da profissão

O CRB-6 tem publicado uma série de matérias com profissionais contratados para assumir a gestão de bibliotecas que não possuiam bibliotecários até então. Acompanhe os relatos das bibliotecárias Célia Barbosa (CRB-6/3123)Ana Simone Diamantino (CRB-6/2184) e Ana Paula Meira (CRB-6/2768)  todas beneficiadas pela fiscalização do CRB-6.

O objetivo do Conselho é garantir que todas as bibliotecas em Minas Gerais e Espírito Santo tenham um profissional devidamente habilitado para geri-la. Este é um forte compromisso da 17º Gestão do CRB -6.

Participe das fiscalizações

Se tiver conhecimento de alguma instituição cuja biblioteca não possui bibliotecário, denuncie através do e-mail crb6@crb6.org.br. As denúncias e todo o processo de fiscalização são mantidos sob sigilo. Mais informações sobre o assunto estão disponíveis no site www.crb6.org.br.

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Luís Antonio Torelli é reeleito presidente da Câmara Brasileira do Livro

Nesta terça-feira (21), os associados da Câmara Brasileira do Livro elegeram o novo corpo diretivo, presidido por Luís Antonio Torelli, da Trilha Educacional Editora. O presidente e seus diretores estarão à frente da entidade no biênio 2017/2019. A chapa, com a plataforma Gestão, Mercado, Governo: Mais Livros, Mais Leitores, coloca o livro e o incentivo à leitura como ponto central da gestão.

“Na primeira gestão muito foi feito para atingir nossos objetivos, e muito ainda será feito para que o livro faça parte do dia a dia do brasileiro”, destaca Torelli.

Também se destaca como meta central da diretoria eleita, ajudar a indústria e o varejo do livro com estratégias capazes de consolidar um caminho para atravessar este difícil período de crise econômica.

Além disso, propostas como a defesa dos programas governamentais que oferecem livros às escolas públicas e maior eficiência no diálogo entre todos os setores da cadeia produtiva do livro, estão no foco de trabalho da nova diretoria.

Confira aqui a plataforma completa de trabalho 2017-2019 e a composição danova diretoria da CBL.

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