Defesa de tese na UFMG abordará a implementação do prontuário eletrônico OpenEHR em CMS’s

Defesa de Tese Christiano Pereira Pessanha

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Encontro reencantando a biblioteca escolar: Rede social de leitores e biblioteca 2.0

Reencantando a Biblioteca Escolar Rede Social de Leitores e Biblioteca 2.0

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IV Curso de Preservação de Acervos Científicos e Culturais

IV Curso de Preservação de Acervos Científicos e culturais

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Centro de SP ganha estante para incentivar leitores a ‘esquecer’ livros

No meio de hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes, agora é possível esquecer um livro. Ou vários. Esquecê-los deliberadamente e sem esperança de reencontrá-los.

A rua Augusta, no centro de São Paulo, ganhou na noite desta quinta-feira (18) a primeira estante do projeto “Esqueça um Livro”, que se popularizou nas redes sociais nos últimos anos.

O espaço fica na hamburgueria Rock’n’roll, frequentada principalmente por jovens esfomeados antes ou depois das baladas na famosa rua boêmia da região central.

O mote é o seguinte: leitores deixam livros (de ficção ou não) em espaços públicos para incentivar o hábito de leitura. Quem quiser um é só chegar e pegar o exemplar, de graça –nem precisa comer hambúrguer.

A ideia surgiu nos Estados Unidos, com o nome de “bookcrossing”. No Brasil, um dos principais praticantes é o coordenador de marketing Felipe Brandão, 31.

Estante do projeto "Esqueça um Livro" montada em restaurante na Augusta, famosa rua boêmia de SP (Foto: Joel Silva/Folhapress)

Estante do projeto “Esqueça um Livro” montada em restaurante na Augusta, famosa rua boêmia de SP (Foto: Joel Silva/Folhapress)

“Por causa do meu trabalho, sempre ganhei muitos livros. Em 2013, comecei a esquecê-los por aí”, diz. Brandão criou no Facebook o grupo “Esqueça um Livro”, que conta com 25 mil membros. Os integrantes se reúnem eventualmente para abandonar livros em praças, parques e estações de trem e metrô.

Neste mês, Gabriel Gaiarsa, um dos donos do restaurante, convidou Felipe para montar um espaço fixo de abandono de livros em sua loja.

“Pensei em criar um certo senso de comunidade, porque a pessoa vem, pega um livro, depois volta e deixa um também”, diz o empresário.

“A gente prega o desapego literário. Não adianta nada deixar livro parado na estante de casa”, diz Brandão.

Pode deixar qualquer obra, mas cartilhas de matemática do ensino médio não são muito bem-vindas à estante.

“A gente pede que as pessoas tragam livros bons para que os outros se interessem por lê-los”, diz Brandão.

Na quinta, frequentadores do restaurante tinham à disposição obras do poeta Paulo Leminski e do clássico escritor inglês Aldous Huxley, entre outras.

Cíntia Borges, 30, deixou cinco livros na hamburgueria. Em cada um escreveu um recado: “Não sou um livro perdido, sou livre”.

Também deixou seu e-mail. “Quem encontrar o livro, pode falar comigo e dizer como foi”, diz ela.

Fonte: Folha de S. Paulo | Leandro Machado

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1° Prêmio SESI de Literatura

1° Prêmio SESI de Literatura

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O que você está fazendo agora?

Diariamente, o Conselho Regional de Biblioteconomia 6º Região (CRB-6) recebe um sem-número de consultas, chamadas telefônicas, ofícios, comunicados, e-mails, questionamentos e outras formas de mensagens. Em geral, essas mensagens versam sobre dois tópicos: 1) dúvidas, sugestões, reclamações ou elogios e, 2) questionamentos sobre nossa atuação e fiscalização.

O retorno dado pelo CRB-6 ao primeiro tópico é rápido e pontual. Em geral, as principais informações estão disponíveis em nossos canais de comunicação e são constantemente atualizadas. Hoje, o Conselho conta com um site institucional, um blog, uma revista semestral, um boletim eletrônico semanal, além de contas no Facebook, Twitter e Youtube. Ou seja, as notícias estão ali, fresquinhas! Alguns bibliotecários ainda preferem receber informações pelo bom e velho telefone. E, nesse caso, também são prontamente atendidos.

O retorno dado sobre nossa atuação e fiscalização (sendo esse o motivo de ser dos conselhos) não poderia ser outro senão o mesmo de sempre: visitas fiscalizatórias em instituições em todo estado de Minas Gerais e Espírito Santo, autuação, julgamento e multa, quando uma organização não procede à contratação de um profissional bibliotecário. De Buritizeiro a Divinolândia de Minas, de Linhares a Vitória, de Formiga a Frutal, nossos fiscais percorrem todas as instituições públicas e privadas, de pequeno, médio e grande porte, comercial, cultural ou educacional… entre tantas outras definições cabíveis, em busca de um único objetivo: fiscalizar. Todas essas instituições, quando não contam com um bibliotecário, são levadas a julgamento.

E somos nós, conselheiros, quem procedemos aos julgamentos. Somos nós quem analisamos cada caso e deliberamos. Somos nós que, quando pertinente, exercemos aquele metafórico “trabalho de formiguinha”, de orientar cada uma das instituições visitadas ou julgadas sobre a importância de um bibliotecário no quadro de profissionais. Somos nós, conselheiros, que, de forma voluntária, trabalhamos em prol da profissão em Minas Gerais e no Espírito Santo.

Ainda assim, ainda que cumprindo tenazmente as suas funções primárias e mesmo desenvolvendo atividades suplementares que beneficiem nosso trabalho, há bibliotecários que se mostram insatisfeitos com as ações desenvolvidas pelo Conselho e, por consequência, pelos seus conselheiros, seus assessores e sua equipe de colaboradores. Numa democracia como a nossa, é perfeitamente válida a manifestação dos mais variados tipos. E isso é bom, pois melhor norteia sobre o que precisa e deve ser feito. A crítica, quando bem fundamentada, se torna uma colaboração indireta.

Usando, portanto, meu direito em questionar, eu pergunto: O que você, bibliotecário, está fazendo pela sua profissão? Muitaspessoas apontam os baixos salários oferecidos pelo mercado. Ora, se há quem aceite baixos salários, o mercado irá continuar a oferecer baixos salários. Se há quem se submeta a trabalhos considerados de menor prestígio, se há quem não ocupe seu devido espaço, e se há quem não venda o seu produto… o seu serviço… então, sim, as empresas irão continuar a ser como sempre foram, e o trabalho de quem se submete a algo assim pode não ter o mesmo valor que o dos seus pares de outras profissões. Isso é o que se chama “oferta e demanda”. Então, pergunto novamente: O que você está fazendo para mudar isso? Devemos lembrar que, em Minas, não temos um sindicato de bibliotecários. Poucos profissionais se mobilizam para reativá-lo.

Estamos às portas das eleições para a próxima gestão do CRB-6. Esta é uma oportunidade para que você, bibliotecário, possa começar a fazer algo pela sua profissão. É uma oportunidade de exercer um trabalho voluntário e digno em prol do seu trabalho. Este é o momento em que você pode colaborar na fiscalização do trabalho bibliotecário e ser a diferença que você espera do Conselho.

Procure o CRB-6 e faça parte da chapa de conselheiros da 17º Gestão. Isso é algo que você pode fazer por você e pelo seu trabalho!

Álamo Chaves de Oliveira Pinheiro | CRB-6/2970
Conselheiro Titular
Coordenador da Comissão de Divulgação

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CRB-6 firma parceria com distribuidora de livros

A distribuidora de livros DUGENIOBOOKS.COM firmou uma parceria com o Conselho Regional de Biblioteconomia 6º Região (CRB-6) para oferecer ainda mais benefícios para todos os bibliotecários mineiros e capixabas.

DUGENIOBOOKS.COM oferecerá desconto de até 30% nas compras feitas pelos bibliotecários com registro no CRB-6. Compras com valor acima de R$ 50,00 reais terão frete grátis. Outras condições podem ser negociadas diretamente com a empresa.

Você poderá adquirir livros em todas as áreas do conhecimento, nacionais e internacionais. Basta informar seu número de registro no Conselho.

Para mais informações, acesse o site www.dugeniobooks.com, curta a fan page no Facebook ou ligue nos telefones (11) 3892-3058 | 2231-0688 | 2231-3732.

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4º Seminário do Polo Ler & Ler

4º Seminário do Polo Ler e Ler

4º Seminário do Polo Ler e Ler

 

 

 

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Defesa de dissertação na UFMG analisa as bibliotecas universitárias na EAD

Defesa de Dissertação Moema Brandão da Silva

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Transformando a vida com educação

Se procurarmos na internet por “de onde vem a educação”, teremos uma lista longínqua com a resposta, com estas ou outras palavras, que “vem de casa” ou “do berço”. Pois bem, e a escola? Qual é o papel? De informar através de uma grade curricular específica para cada série, ano e grau de escolaridade do indivíduo, mas quem batalhará por aprender ou não será essa pessoa.

O interesse por aprender é de cada um, mas se aprofundar nos assuntos abordados em sala de aula só dependerá do esforço individual. Essa pessoa terá muito mais conhecimento, embasamento para argumentação e condições para ser um questionador assíduo, angariando conteúdos e ascendendo a criatividade para um futuro promissor, seja aqui em seu país ou em qualquer lugar do mundo, lembrando que aprender novas línguas também abrirá novas fronteiras.

O que funciona como um ímã que atrai cada vez mais o leitor para a sua biblioteca é o bom atendimento, a cordialidade, a paciência, o acervo atualizado e o esforço do seu pessoal em conseguir o volume enquanto há a necessidade do leitor. Em outras palavras, servir bem, ser responsável, assumir o posto que lhe é confiado e tratar com educação, só poderá lhe trazer bons frutos e novos leitores em busca da sua biblioteca. Para ter toda essa disposição, gostar da profissão, pensar positivo, almejar melhorias e lutar pelos seus ideais é a trilha a ser percorrida em sua carreira de sucesso. Afinal, vencer as suas barreiras internas e fazer mudanças em sua vida, depende do desenvolvimento das suas habilidades para construir uma comunidade de alto desempenho. Mas o que é isso? É “todos trabalhando para o bem comum e com ótimos resultados”.

Repensando a sua vida como um todo? Muito bem! Comece agora! Liste tudo que deverá ser mudado, leia muito sobre liderança, sobre a sua profissão, sobre os avanços tecnológicos, entre outros assuntos de cultura geral, pense a respeito de tudo, verifique tudo que deverá ser melhorado e faça o planejamento a curto, médio e longo prazo. E não esqueça, “foco” e “determinação” serão as palavras da sua vida.

Fonte: Vértice Books | Silvana Rosental

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