BIBLIOTECA ESCOLAR: Conheça alguns dos projetos da biblioteca do Colégio São Francisco Xavier, em Ipatinga  

A biblioteca escolar dessa semana é a José Amilar da Silveira, do Colégio São Francisco Xavier (CSFX), em Ipatinga (MG). O espaço é coordenado por Paulo Vítor Oliveira (CRB-6/2551), bacharel em biblioteconomia pelo Centro Universitário de Formiga (UNIFOR-MG). O espaço do CSFX tem por finalidade prestar serviços de informação e documentação à comunidade interna e externa do Colégio, além de promover alguns projetos de incentivo à leitura. Confira:

Sarau Literário

O Sarau Literário proporciona momentos de prazer e alegria aos alunos e à toda comunidade do CSFX, por meio da leitura de contos, causos, crônicas e lendas folclóricas. Música, dança e teatro são algumas manifestações artísticas que a atividade procura estimular na comunidade escolar, atraindo-os para a biblioteca. Outra intenção do Sarau é aprimorar a capacidade linguística e a produção de textos, valorizando e fortalecendo a relação interpessoal e o respeito.

NOTA 1.1 (Small)

Feira de Troca de Livros

A Biblioteca José Amilar da Silveira se empenha em realizar uma programação diferenciada para atrair seu público. Nesse sentido, foi criada a 1ª Feira de Troca de Livros, cuja ideia é criar uma oportunidade para que os usuários possam reciclar/ampliar o seu repertório de leitura, sem nenhum custo, trocando algum título que já tenha lido, por outro de seu interesse.

 Bookcrossing CSFX

O BookCrossing é uma atividade de leitura que está sendo realizada pelo Colégio São Francisco Xavier em Ipatinga, Minas Gerais. É um movimento global no qual a ideia é deixar livros em locais públicos para que eles possam ser encontrados pelo público leitor.

O BookCrossing visa a democratização e o acesso à leitura, em um mundo tão cheio de informação e tão pouca difusão livre. Oferecer um livro guardado no armário é uma socialização de conhecimento e, além disso, contribui para o desenvolvimento do país. Quanto mais cultura, mais desenvolvimento civil, acadêmico e político do Brasil.

NOTA 1.2 (Small)

 

O Conselho Regional de Biblioteconomia 6º Região (CRB-6), através de sua Comissão da Biblioteca Escolar, coordenada pela bibliotecária Sindier Antônia (CRB-6/1542), desde o dia 02 de outubro, está divulgando no Boletim Eletrônico, relatos de escolas mineiras e capixabas que se destacam pelas suas bibliotecas. Essa é mais uma forma de promover a valorização dos bibliotecários e bibliotecas escolares, bem como as instituições educacionais que nelas investem.

Confira aqui  a nossa nota anterior sobre esse tema e indique também uma biblioteca escolar de destaque para que o CRB-6 avalie e divulgue em todas as nossas mídias! Nosso contato é crb6@crb6.org.br.

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CRB-6 promove palestra em Formiga, MG

A palestra intitulada Ações do CRB-6 e as perspectivas para profissão de bibliotecário será proferida pelo presidente do CRB-6, Antônio Afonso Pereira Junior (CRB-6/2637), no próximo dia 21 de outubro (terça-feira), às 19h, para os alunos do curso de Biblioteconomia do Centro Universitário de Formiga (Unifor-MG) e para profissionais interessados. O objetivo é aproximar os futuros bibliotecários e demais profissionais às competências e atribuições da autarquia, abordando os desafios do setor, o mercado de trabalho, a valorização dos bibliotecários e a atuação do CRB-6 junto às bibliotecas. O evento ocorrerá no auditório da universidade e não será necessário inscrever-se para o evento.

Será realizado, na Central de Atendimento ao Professor (CAP), o atendimento administrativo para bibliotecários e que desejam obter o seu registro profissional junto ao CRB-6. Para a realização de qualquer procedimento, é necessário verificar com antecedência a documentação necessária e os regramentos disponíveis em nosso site. O horário de atendimento será de 15h30 às 18h30.

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Defesa de dissertação – Christiano Benvindo

Defesa dissertação Christiano Benvindo

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Aposentado compra apartamento vizinho para montar uma biblioteca

Antoine, de 78 anos, comprou apartamento em Santos para guardar obras. Aposentado acabou se especializando e gosta de debater história.

Sr. Antoine Abdid (Foto: Reprodução TV Globo)

Sr. Antoine Abdid (Foto: Reprodução TV Globo)

Um aposentado de Santos, no litoral de São Paulo, vive, literalmente, cercado de livros. Antoine Abdid, de 78 anos, precisou comprar o apartamento vizinho para conseguir guardar um acervo de cinco mil livros adquirido ao longo de toda a vida.

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Abdid explica que não foi fácil comprar o apartamento ao lado. “Meu vizinho queria alugá-lo, mas não adiantava. Eu precisava de um lugar fixo para guardar meus livros, eu estava irredutível. Conversei com um dos filhos dele, que convenceu o pai”, disse.

Seo Antoine, que nasceu em Damasco, capital da Síria, explica que sua paixão por livros começou em São Paulo. “Eu parei de estudar no colegial. Porém, na minha época existia muito debate sobre política, história, economia e religião. Isso aguçou a minha curiosidade. Foi assim que comecei a recorrer aos livros”, explica.

Ainda na adolescência, Antoine se mudou para o bairro José Menino, onde vive atualmente. No início, ele contava com apenas 30 obras. Hoje, sua biblioteca particular possui milhares de livros de história, religião, filosofia e antropologia.

Segundo o aposentado, a biblioteca não é pública. “É difícil você emprestar livros para pessoas que você não conhece. Para os meus amigos e conhecidos, até empresto alguns, pois acho importante a leitura e o acesso a ela. O acervo que tenho é pessoal”, conta Abdid.

O aposentado conta que marca cada livro com uma etiqueta. “Leva um certo tempo e dá trabalho. Tiro uma cópia da capa e colo na parte lateral. Além disso, vou a sebos e pego capas reforçadas que foram descartadas para colocar nos exemplares”, diz.

Além dos livros, o idoso também coleciona algumas centenas de DVDs. “Isso me mantém ativo. Mesmo com uma certa idade, precisamos nos manter ativos e fazer algo que gostamos. E os livros são a minha paixão”, afirma.

Comunismo

Antoine se diz um homem apaixonado por história, que considera fundamental na vida do ser humano. “Nós precisamos conhecer a nossa história. Precisamos saber o que aconteceu no passado, quais foram os erros e quais foram os acertos. Não entendo como as escolas de hoje têm tão poucas aulas de história”, afirma.

Católico apostólico romano e ex-comunista, o aposentado explica o motivo pelo qual acredita que o sistema não deu certo. “A Rússia, que foi onde o comunismo teve ínicio, não era um país preparado para esse sistema. Talvez, se o primeiro país a implantar o comunismo tivesse sido a França ou a Inglaterra, ele poderia ter dado certo. Karl Marx era igual a Jesus Cristo. Acreditava que o homem era bondoso, misericordioso. Mas, na vida real, as coisas não funcionam bem assim. O homem é mau, vive conspirando, só pensa no próprio bem estar. O homem é o lobo do homem”, desabafa.

Antoine também tem uma teoria sobre o início das religiões. “Tudo teve início no Egito. Foi lá que as religiões, próximas ao que conhecemos hoje, tiveram início. Depois foi para a Grécia e o Oriente”, diz.

Mein Kampf

Livro de Hitler faz parte da coleção do aposentado (Foto: Guilherme Lucio/G1)

Livro de Hitler faz parte da coleção do aposentado (Foto: Guilherme Lucio/G1)

Dentre os milhares de livros de seu acervo, Antoine tem alguns exemplares mais “exóticos”, outros raros, como uma das primeiras edições do livro de Adolf Hitler, Mein Kampf (Minha Luta, em português). Antes de tocar no assunto, ele preferiu deixar algo bem claro. “Muitas pessoas associam o livro ao nazismo. Eu sou uma pessoa apaixonada por história e por livros de história. Não quero que confundam as coisas”, enfatiza. O aposentado explica que leu apenas parte do livro. “Não cheguei ao final, mas achei interessante”, diz Abdid.

Para Antoine, Karl Marx pensava como Jesus Cristo (Foto: Guilherme Lucio/G1)

Para Antoine, Karl Marx pensava como Jesus Cristo (Foto: Guilherme Lucio/G1)

Sobre o regime alemão implantado durante a 2ª Guerra Mundial, Antoine explica que o regime foi “útil” para a Alemanha. “É lógico que houve problemas, mas a Alemanha conseguiu se reerguer. O objetivo principal era conquistar a Europa, como Napoleão também tentara, e não conseguiu”, conclui

Fonte: G1 | Guilherme Lucio

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Uma pipa, uma flor e um nome para uma biblioteca

Rubem Alves.

No dia 26 de setembro de 2014, os estudantes (1° e 2° turnos) da Escola Municipal Giovanini Chiodi, Vila Ypê Amarelo, em Contagem, viveram um dia atípico.

Aproveitando o clima de escolhas políticas, devido ao ano eleitoral, os estudantes escolheram por meio de voto (menores de 11 anos puderam fazer a sua escolha) um nome oficial para a biblioteca. O interessante foi que uma equipe formada pelos estudantes, sob a supervisão dos funcionários da biblioteca, fizeram as campanhas antecipadas nas salas de aula e fiscalizaram a movimentação de estudantes e professores no dia do pleito.

Foram três os nomes concorrentes: Paulo Freire (segundo a Wikipédia, o educador brasileiro mais homenageado da história, já falecido), Rubem Alves (mineiro, educador, psicanalista, teólogo e escritor dos mais requisitados pelas escolas, faleceu em julho de 2014) e a poetisa Adélia Prado (outra mineira, bastante viva, que lecionou por muitos anos e consolidou uma carreira literária como poetisa reconhecida nacional e internacionalmente). O critério para a sugestão desses nomes foi a plena dedicação dos educadores ao seu ofício, não importando onde eles fizeram isso. Encontramos bons exemplos entre vivos e mortos. Cabe a cada um de nós o desprendimento no ato de homenagear.

Os estudantes entenderam a proposta, não criaram restrições e, mesmo não havendo obrigatoriedade do voto, a maioria Fez questão de participar do processo eleitoral que transcorreu dentro da normalidade. A direção escolar e alguns professores também deram a sua contribuição, ressaltando o espírito democrático onde ninguém foi punido por não se envolver no processo.

A campanha eleitoral foi muito forte, com defesas apaixonadas de cada nome feita pela equipe de estudantes e até por alguns professores.

Ao final do dia, apurados os votos, Rubén Alves foi eleito com 223 votos, Adélia Prado recebeu 98 votos e Paulo Freire 80 votos. Com isso, a direção da escola se comprometeu a confeccionar uma placa em metal ou acrílico com uma arte em homenagem ao vencedor, a ser parafusada numa parede externa da biblioteca. E viva a democracia representativa, limpa e honesta!

Fonte: Diário de Contagem

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Em Vitória, geladeiras se transformam em “biblioteca” no Parque Moscoso e Museu do Pescador

Pessoas encontram vários livros nas prateleiras ao abrir a porta da geladeira (Foto: Divulgação/Prefeitura de Vitória)

Pessoas encontram vários livros nas prateleiras ao abrir a porta da geladeira (Foto: Divulgação/Prefeitura de Vitória)

A iniciativa faz parte do projeto “Alimentando o Conhecimento”, através do qual o leitor pode abrir a geladeira e se servir, podendo ler ou levar um livro

Já pensou abrir a porta de uma geladeira e encontrar livros? Parece brincadeira, mas não é. Quem vai ao Parque Moscoso, no Centro, e ao Museu do Pescador, na Ilha das Caieiras, pode localizar esse eletrodoméstico transformado em uma estante com várias obras.

A iniciativa faz parte do projeto “Alimentando o Conhecimento”, através do qual o leitor pode abrir a geladeira e se servir, podendo ler ou levar um livro, desde que coloque outro no lugar. Essa é a proposta do projeto “Alimentando o Conhecimento”, que o Instituto de Desenvolvimento Integrado para Ações Sociais (Ideias) está desenvolvendo em parceria com a Biblioteca Municipal Adelpho Poli Monjardim.

Antes em desuso, as geladeiras foram reaproveitadas e trazem adesivagem temática, ilustrações e a mensagem “Leve um livro, solte a mente, deixe outro, e alimente”, chamando a atenção do público.

“A receptividade está muito legal. O projeto está sendo um sucesso, as pessoas estão utilizando bem os livros e só ouvimos elogios, dizendo que essa é uma atitude legal”, disse a presidente do Ideias, Tereza Cristina Romero.

Surpresa

Ela relatou ainda que, na última sexta-feira (26), teve “uma surpresa muito boa” ao visitar o Parque Moscoso e emocionar-se ao ver um cidadão com uma mala de livros que havia trazido de casa para abastecer a geladeira.

Trata-se de uma iniciativa muito legal e que gera curiosidade. Ao mesmo tempo que fomenta a proposta da reciclagem das geladeiras em desuso, cria-se na cidade mais um espaço de acesso gratuito ao livro, o que acaba incentivando a prática da leitura e contribuindo para alimentar conhecimentos”, disse a coordenadora da Biblioteca Municipal, Angela Maria Battestin.

Fonte: Folha Vitória

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BIBLIOTECA ESCOLAR: Boas práticas na Escola SESI Hamleto Magnavacca

A biblioteca, nos tempos atuais, já não é mais a mesma. Trocou o seu obrigatório “silêncio” por um espaço onde as pessoas discutem ideias, trocam opiniões, conversam, se instruem, leem livros, jornais e revistas e acessam a internet. Ou seja, tornou-se em um instrumento de socialização da cultura, do lazer e da informação. Sendo assim, a biblioteca da Escola SESI Hamleto Magnavacca não se limita ao seu espaço físico. Ela amplia sua função, indo ao encontro do usuário. Confira abaixo algumas das várias atividades culturais que o espaço promove:

Bibliotur – Conhecendo a biblioteca da sua escola: Essa atividade é realizada no começo do ano letivo. Tem por objetivo divulgar a biblioteca, orientar seus usuários, disseminar o acervo e os serviços prestados e incentivar o gosto pela leitura. Isso é feito através de diferentes dinâmicas tornando o momento mais divertido e interessante para o aluno.

Dia Nacional do Livro Infantil (18 de abril): Nesta data, temos atividades como contação de histórias, teatro e várias brincadeiras e concursos relacionados a algum tema importante. Toda a escola participa, desde os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental I aos alunos do 3º ano do Ensino Médio.

Dia do Folclore: O objetivo deste trabalho é levar as crianças a conhecerem um pouco do folclore brasileiro, visando desenvolver a imaginação e a agilidade mental e corporal dos alunos, bem como o interesse pela leitura. Há também a preocupação em mostrar às crianças a importância dessas manifestações populares, as quais fazem parte de uma tradição que preserva a memória dos nossos antepassados.

NOTA 1

Semana Nacional do Livro e da Biblioteca: Nesta semana realizamos todo tipo de atividade, tornando-a uma miscelânea cultural. Baseado em algum tema ao autor, todos da escola participam: alunos, professores, e funcionários. Teatros criados e encenados pelos alunos, exposições de trabalhos de várias disciplinas, sarau de poesias, contações de histórias, bate-papo com autores e lançamento de livros escritos pelos alunos são algumas das atividades realizadas nessa semana.

Festival de Talentos: Este festival, instituído desde 2009, tem por objetivo estimular e prestigiar os alunos, valorizando-os naquilo que sabem fazer de melhor, seja no canto, na dança ou na interpretação.

Dona Leiturina: Esta é uma personagem criada pela bibliotecária Rejane Nascimento (CRB-6/1818). Em suas experiências e andanças por outras bibliotecas, percebeu o quanto as crianças gostavam de ouvir histórias, sendo ela mesma contadora de algumas. Daí veio a ideia de criar uma personagem que levasse até a criança um momento lúdico, de encantamento e interesse pelo livro. Foi então que apareceu a Dona Leiturina, uma bibliotecária que adora o que faz. Para onde vai, carrega sua mala e nela, leva o mundo das aventuras literárias. Dona Leiturina ficou tão famosa que até uma poesia ganhou:

A MALA DE LEITURA

MINHA MALA DE LEITURA
É UMA GRANDE AVENTURA.
TEM HISTÓRIAS DIVERTIDAS,
DO PASSADO E DO PRESENTE,
DE BICHO E DE GENTE!

ESTA MALA É UMA VIAGEM,
QUE NÃO PRECISA DE BAGAGEM,
A PASSAGEM?
SUA ALEGRIA E BOM HUMOR,
UM TANTINHO DE CORAGEM,
MUITA CURIOSIDADE,
PARA DESCER ONDE FOR

Ornélia Goeching (2002)

 Todas essas atividades acontecem porque são realizadas em conjunto com os professores, coordenação pedagógica e gerência, uma parceria que alinha cultura e educação. Sendo assim, a Escola SESI Hamleto Magnavacca é um espaço de transformação do cidadão em seu aspecto sociocultural, e a biblioteca, através dessas atividades, desempenha um papel fundamental nessa interação.

NOTA 1.1

Escola SESI Hamleto Magnavacca

O Conselho Regional de Biblioteconomia 6º Região (CRB-6), através de sua Comissão da Biblioteca Escolar, coordenada pela bibliotecária Sindier Antônia (CRB-6/1542), desde o dia 02 de outubro, está divulgando no Boletim Eletrônico, relatos de escolas mineiras e capixabas que se destacam pelas suas bibliotecas. Essa é mais uma forma de promover a valorização dos bibliotecários e bibliotecas escolares, bem como as instituições educacionais que nelas investem.

Confira aqui a nossa nota anterior sobre esse tema e indique também uma biblioteca escolar de destaque para que o CRB-6 avalie e divulgue em todas as nossas mídias! Nosso contato é crb6@crb6.org.br.

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Preservação digital

Com os avanços da tecnologia, os suportes informacionais estão sendo trocados com mais velocidade, o que nos faz pensar o que faremos para preservar nossas informações em mídias digitais em longo prazo sem correr o risco de perdê-las. Um exemplo clássico é o disquete. – Alguém se lembra? Hoje não conseguimos resgatar as informações que armazenamos nesse suporte, pois não existe entrada para o mesmo em um microcomputador. Atualmente, se estuda muito o caso de preservação da informação digital, para que, de maneira mais eficaz, não se perca a informação.

Para preservar um documento digital devemos seguir alguns princípios, entre eles estão as seguintes premissas: manter uma política de preservação, não depender de hardware específico, não depender de software específico, não confiar em sistema gerenciador como única forma de acesso ao documento digital, migrar seus documentos de suporte e formato periodicamente, replicar o documento em locais fisicamente separados, não confiar cegamente no suporte de armazenamento, não deixar de fazer backup e cópias de segurança, não preservar lixo digital e garantir a autenticidade dos documentos digitais.

Contudo, preservar um documento digital é garantir que ele permaneça acessível pelo tempo necessário para ser utilizado como instrumento de prova ou informação, a ênfase da preservação digital é a informação, e não o suporte. Portanto, a preservação digital se baseia na capacidade de recuperar a informação com qualidade de autenticidade suficiente para que possa ser acessada de qualquer plataforma tecnológica diferente da utilizada na ocasião de sua criação.

Fonte: Vértice Books | Mariah Aparecida Alves do Nascimento

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Workshop: Reencantando a biblioteca escolar, pública e comunitária

Reencantando a Biblioteca Escolar, Pública e Comunitária

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Comunicado CRB-6

O Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6), localizada na Avenida Afonso Pena, 867, Centro de Belo Horizonte, comunica que será necessário interromper as suas atividades administrativas durante todo o dia 17 de outubro (sexta-feira) para que sejam feitas a dedetização do local e a manutenção no sistema de ar condicionado.

Para mais informações, ligue (31)3222-4087 ou envie um e-mail para crb6@crb6.org.br.

Contamos com a compreensão de todos!

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