Ler é a atividade que mais reduz o estresse no dia a dia

Pesquisa do Ibope mostra que quase 100% das pessoas se dizem cansadas

O motivo. Ler funciona como forma de relaxamento porque a literatura faz uma certa relação com as coisas com as quais temos que lidar no dia a dia, mas de uma forma muito mais leve, diz especialista

O motivo. Ler funciona como forma de relaxamento porque a literatura faz uma certa relação com as coisas com as quais temos que lidar no dia a dia, mas de uma forma muito mais leve, diz especialista (Foto: Reprodução)

O cansaço é a regra nos dias de hoje. Uma pesquisa do Ibope realizada no fim do ano passado descobriu que 98% dos brasileiros se sentem cansados. A boa notícia é que relaxar custa pouco – dinheiro e tempo.

Uma pesquisa da Universidade de Sussex, na Inglaterra, demonstrou que seis minutos diários de leitura são suficientes para promover alívio do estresse e das tensões. O trabalho comparou a leitura a outras atividades também tidas como relaxantes.

Ler promoveu um relaxamento de 68% nos participantes, contra 61% nos que ouviram música, 54% dos que tomaram uma xícara de chá e 42% dos que deram um passeio. Quem jogou videogame teve uma diminuição de somente 21% do estresse.

A explicação do benefício da leitura está na própria natureza da atividade. “A literatura trabalha com coisas reais, mas de uma forma menos compromissada. Ler funciona como forma de relaxamento porque a literatura faz uma certa relação com as coisas com as quais tenho que lidar no dia a dia, mas de uma forma muito mais leve”, explica o psicólogo Júlio Fernandes, coordenador do curso de psicologia do centro universitário UniBH.

Ler também pode ser uma forma diferente de resolver problemas do cotidiano. “A pessoa pode retomar as coisas com um outro conjunto de estratégias cognitivas”, afirma Fernandes.

Opções

Para quem quiser variar, outras atividades também promovem um bom grau de relaxamento e podem ser realizadas mesmo na correria do dia a dia. Uma delas é aquele “papo” descompromissado na hora do almoço, ou na saída do trabalho. “O contato com as pessoas – amigos, familiares, colegas de trabalho – sem compromisso diminui o estresse. ‘Jogar conversa fora’ é excelente nesse sentido”, comenta o psicólogo. Segundo ele, dez a 15 minutos dessa atividade são suficientes para mobilizar o potencial cognitivo para outras coisas.

Fernandes também sugere colocar “a mão na massa”. Plantar um vasinho de plantas, cuidar delas, realizar pequenos consertos em casa – trocar uma lâmpada, arrumar uma tomada ou reformar um móvel, por exemplo –, tomar conta de um animal de estimação são apontados por ele como atividades bastante relaxantes. “Um espaço de relaxamento para fazer atividades fora do trabalho é uma estratégia que até muitas empresas estão adotando”, conclui.

BH faz circuito de literatura

Para quem estiver em Belo Horizonte, um bom espaço para exercitar o hábito da leitura e relaxar será o Circuito Literário Praça da Liberdade, que acontece entre os dias 12 e 16 de novembro, na própria praça.

“O projeto vai fazer um caminho de colocar a literatura para dialogar com outras formas de fazer arte. Vamos ter leituras dramáticas, contação de histórias, oficinas e outras atividades gratuitas”, conta a gerente executiva do Circuito Cultural Praça da Liberdade, Cristiana Kumaira.

Fonte: O Tempo | Raquel Sodré

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SENAI de Pouso Alegre promove Semana do Livro

Em comemoração à semana do livro e da biblioteca, a unidade SENAI Centro de Formação Profissional “Orlando Chiarini”, de Pouso Alegre, realizou durante todo o mês de outubro a Feira de Troca de Livros entre alunos, evento do qual tem como objetivo o incentivo à prática da leitura de forma espontânea.

Paralelo a este evento, no dia 27 de outubro, na abertura oficial da Semana do Livro, ocorreu a participação do professor e escritor Cristiano de Oliveira, da UFOP, com a palestra “A Importância da Leitura na Vida das Pessoas”, trabalhado juntamente com alunos multiplicadores que levaram esta informação em todas as salas de aulas da unidade.

Houve reunião do bibliotecário com instrutores e supervisão pedagógica, sobre a importância do embasamento teórico para apresentação dos trabalhos para término de curso e pré-exibição de projetos de alunos formandos de 2014.

Na sequência da semana está sendo exibido até dia 31 de outubro o “Cinemateca”, evento muito bem aceito no ano anterior, onde são trabalhados filmes motivacionais com incentivo às boas práticas de leitura e mudanças de comportamento.

Durante toda a semana ficou em exposição, os painéis relatando “História do Livro” para que todos os alunos da unidade de Pouso Alegre, pudessem conhecer um pouco mais sobre o universo da informação.

Clauzemberg Robert Santos
Bibliotecário CRB-6/2885

SENAI Pouso Alegre

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60ª Feira do Livro de Porto Alegre

60ª Feira do Livro de Porto Alegre

Plano Municipal do Livro e da Leitura: por uma Porto Alegre mais leitora.

Ações realizadas e projetos para 2015, durante a 60ª Feira do Livro de Porto Alegre.

Data: 10 de novembro | Segunda-feira | 15h

>> Mais informações

Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
Rua dos Andradas, 1223 – Centro Histórico
Porto Alegre – RS

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Conteúdo da Springer no Portal de Periódicos da CAPES

A Springer tem o prazer de ser uma das editoras parceiras do Portal de Periódicos da CAPES há mais de 7 anos. Por meio desta parceria oferecemos às instituições-membro do Portal todos os nossos periódicos atuais (no idioma inglês e em texto completo) e também o conteúdo já publicado em mais de 180 anos de atividade.

Conteúdo e Acesso

Este recurso está disponível para você na nossa plataforma SpringerLink 24 horas por dia, todos os dias da semana e em qualquer dispositivo eletrônico com acesso à rede de sua instituição (verifique com a sua biblioteca). Isso significa que você tem acesso à conteúdo de qualidade onde quer que esteja. Conheça e acesse o nosso conteúdo disponível no Portal:

Journals – O acervo online de periódicos da Springer está disponível no SpringerLink e inclui mais de 2.500 periódicos em língua inglesa de 1997 até o ano atual em todas as disciplinas acadêmicas. No SpringerLink você encontrará o maior portfólio de periódicos com Acesso Aberto, incluindo os periódicos da BioMed Central – que pertence à Springer – e o portfólio do SpringerOpen.

Journal Archives – Coleção digital e online retrospectiva de nossos periódicos desde 1832, o que representa mais de 2 milhões de artigos publicados em mais de 1.000 periódicos desde seu primeiro volume e edição publicados.

zbMath – O zbMath é a maior base de dados de revisões pós-publicação em matemática pura e aplicada.Com ele, pesquisadores podem obter dados consolidados sobre seus colegas e links para pareceres e materiais já publicados. Criado em 1931, o zbMath reúne dados mais de 3 milhões de registros sobre 3.100 periódicos, 1.100 séries e 170 mil livros, de 1868 até hoje.

Treinamento Online

Além de disponibilizar o nosso conteúdo na plataforma SpringerLink, a Springer oferece treinamentos realizados por um especialista em produtos Springer para que os usuários se beneficiem ao máximo dos recursos existentes na plataforma. Clique aqui e registre-se para os nossos treinamentos.

Publique com a Springer!

A Springer é uma das poucas editoras internacionais com um corpo editorial presente no Brasil. Nossos editores atendem o mercado brasileiro e os países latino-americanos. Agora nossos autores e pesquisadores interessados em publicar revistas e livros com a Springer podem contatar editores locais e ter um atendimento personalizado.

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Ana Virgínia Pinheiro, bibliotecária: ‘Os livros sabem que vão sobreviver a nós’

Ana Virgínia, cuida dos livros raros da Biblioteca Nacional (Gustavo Stephan)

Ana Virgínia, cuida dos livros raros da Biblioteca Nacional (Gustavo Stephan)

Há dez anos na chefia da divisão de obras raras da Biblioteca Nacional e professora de história das publicações na Uni-Rio, ela falará no evento Folhear, dias 27 e 28

“Nasci em Botafogo. Sou divorciada e tenho dois filhos. Sou uma pessoa de origem pobre e surpreendo os pesquisadores que me procuram e imaginam outro biotipo. Fui a única da família a fazer faculdade. Minha primeira opção foi biblioteconomia. A segunda, arqueologia. Ofícios muito parecidos”

Conte algo que não sei.

Um livro do século XVI dura meio milênio. Um livro do século XX não chega a 100 anos. As bibliotecas do século passado estão morrendo. A gente nem abre os livros, para evitar o efeito cream cracker. Aguardamos uma tecnologia que os salve.

Como se sente cuidando de 100 mil livros raros?

Num sítio arqueológico. As pessoas não têm ideia do que há. Pesquisadores brasileiros vão à Europa buscar cópias de originais que temos aqui. Livros raros são obras de arte, e a expectativa que se tem de quem zela por esse patrimônio é que seja catalogado e descrito.

Você também caça livros?

Minha função é zelar, mas o zelo pressupõe descobrir, revelar, desvelar. A demanda do pesquisador desencadeia a caça. Tenho recebido pesquisadores helenistas que estão achando livros que podem mudar a história da literatura, da filosofia, e os pontos de vista que vinham amealhando na sua formação.

Pode dar um exemplo?

Havia um no acervo que estava lá, catalogado, e de repente emergiu: uma edição da “Divina proporción”, do padre e matemático italiano Luca Pacioli, do início do século XVI, que é ilustrado, simplesmente, por Leonardo da Vinci. São xilogravuras que fundamentaram as teorias de 3D. O pessoal de design, editoração e artes enlouqueceu. Há poucos exemplares no mundo.

O que mais você descobriu?

Nos armazéns achei uma coleção de folhetins pornográficos do final do século XIX. Compravam uma foto de prostituta francesa e desenvolviam uma história com sexo entre iguais, desiguais e até animais. O primeiro folheto homoerótico, o “Menino do Gouveia”, também está ali.

Como é a sua relação, digamos, pessoal com os livros?

Olha, eu tenho até medo de abrir algumas obras de centenas de anos. Dos efeitos colaterais. Dizem que o livro antigo fechado fica inócuo, mas sempre acho que pode ter veneno em pó. Ou efeitos na cadeia de memória, de emoções, da psique… Um dia puxei um livro e havia uma imagem de navio negreiro desdobrada. Os negros estavam distribuídos como em varais, e não em pé no porão. Eram arrumados por tamanho e compleição física. Como em prateleiras.

Fale mais desses temores.

Livros morrem. São como pessoas. Carecem de proteção. O trabalho que faço é tentar garantir que o livro de que cuido alcance a próxima geração. Para que sobreviva a ataques. Doenças. Que amadureça. Dê frutos. Sabem que vão morrer, mas que vão sobreviver a nós. Tenho uma teoria: não sou a guardiã deles. Sou usada por eles. Estão na expectativa já de quem me sucederá. Isso produz um encantamento. Tem que ter isso. Se não você vira uma carimbadora de papel.

Na Idade Média, se lia nos mosteiros. E hoje, onde estão enterrados os livros ocultos?

Coleções particulares. Elas preservam, mas o colecionismo é uma paixão que não impõe limites. O tráfico de obras raras hoje é o segundo ou terceiro. Perde para drogas e armas. As penas são menores.

Quanto valem?

Pego livros na BN que alcançam milhões de dólares. Um livro antigo entra no mercado não só pelo conteúdo, mas pela materialidade. Temos livros com gravuras de Rubens. Quanto está uma tela? Dependendo da raridade, do estado, da história, se foi proibido, o céu é o limite.

Fonte: O Globo | Arnaldo Bloch

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BIBLIOTECA ESCOLAR: Inovação e diversidade cultural são a marca da Biblioteca da Escola SESI Emília Massanti  

Projeto de reestruturação da biblioteca

Recentemente, a biblioteca da unidade SESI Emília Massanti, do Sistema FIEMG, ganhou uma nova cara com o projeto de reestruturação sustentável. A ideia foi criar um espaço estimulante inspirado nas tendências de conceito dos principais espaços culturais e livrarias de Belo Horizonte.

“Hoje temos um ambiente aconchegante. Os móveis antigos, antes sem uso, foram reformulados e reutilizados para novos projetos na biblioteca, como é o caso da mapoteca antiga, que hoje serve como expositor de mangás e animes na escola”, afirma Kellen Guimarães (CRB-6/ES-412), bibliotecária responsável pelo espaço. Ela ainda diz que a biblioteca pretende conceber aos frequentadores, de forma interdisciplinar e sustentável, um espaço interativo de cultura, convivência, conhecimento e literatura, onde o leitor possa usufruir e ter experiências diferenciadas no acesso às informações. que vão além das páginas dos livros.

NOTA1

NOTA 1.1

Kellen acredita que “seria pertinente que as bibliotecas focassem seu trabalho em projetos e campanhas interessantes, e que a estrutura de organização e sinalização do acervo seja adequada ao estímulo visual dos leitores, facilitando o interesse e acesso por conteúdos”.

A biblioteca investiu muito em acessórios, como expositores de mesa, estantes giratórias e móveis alternativos que visam expor livros e assuntos interessantes de uma forma diferente.

Criação do Conselho de Alunos da Biblioteca

O processo de desenho, reforma e reorganização do layout e acervo da biblioteca, foi desenvolvido junto ao recém-criado conselho de alunos do espaço, onde todos os integrantes participam ativamente das decisões e projetos da biblioteca, através de funções pré-estabelecidas. Esse foi um projeto inovador que a bibliotecária Kellen Guimarães (CRB-6) trouxe para o Sistema FIEMG, que possivelmente será implantado nas demais unidades da Rede SESI de Bibliotecas em 2015.

“Enquanto conselho, os alunos intermediam ações e demandas entre a biblioteca e salas de aula, facilitando a comunicação entre eles, consequentemente, proporcionando uma oxigenação de novas ideias no espaço. O resultado é o estímulo constante à leitura e a realização interna de produções culturais”, diz Kellen.

NOTA 1.3

A biblioteca também foi finalista do concurso Boa ideias da FIEMG, do 1º semestre 2014, com o Projeto de divulgação e acesso aos bens culturais (eruditos e populares) de Belo Horizonte e região. Foram revitalizados 10 “biombos culturais” expostos de forma permanente no Hall de entrada principal da escola para representar e divulgar todas as artes, através de peças gráficas (cartazes, panfletos, folders e outros) fornecidas pelos principais espaços e mediadores culturais. Esses espaços são mantidos e atualizados pela equipe de Comunicação e Marketing do Conselho de Alunos da Biblioteca. Além da exposição fixa, são também repassadas programações culturais para os alunos em salas de aula.

A missão é colaborar com os processos de transformação e inclusão socioeconômica e turismo, no avanço da construção e exercício da cidadania, e no autoconhecimento – a partir do momento em que o homem é levado aproximar de si mesmo no contato com as artes.

O grande interesse também é motivar a leitura através do contato e dialogo com as outras artes e fomentar a diversidade cultural.

Além dos mangás e animes, outro projeto que tem feito os indicadores de empréstimos e leituras aumentarem consideravelmente, é o investimento em acervo de sagas – literatura de ficção que referencia as épocas Greco romana e medieval, que atrai principalmente alunos do Fundamental Avançado ao Ensino Médio.  Na biblioteca, esses livros ficam expostos em local diferenciado e contam com o suporte do assessor de literatura, especialista em sagas e mangás do conselho de alunos.  Em parceria com a disciplina de literatura, o projeto tem gerado produções artísticas interessantes pelos alunos.

NOTA 1.2

O Conselho Regional de Biblioteconomia 6º Região (CRB-6), através de sua Comissão da Biblioteca Escolar, coordenada pela bibliotecária Sindier Antônia (CRB-6/1542), desde o dia 02 de outubro, está divulgando no Boletim Eletrônico, relatos de escolas mineiras e capixabas que se destacam pelas suas bibliotecas. Essa é mais uma forma de promover a valorização dos bibliotecários e bibliotecas escolares, bem como as instituições educacionais que nelas investem.

Confira aqui a nossa nota anterior sobre esse tema e indique também uma biblioteca escolar de destaque para que o CRB-6 avalie e divulgue em todas as nossas mídias! Nosso contato é crb6@crb6.org.br.

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Instituto Jones realiza exposições para homenagear os servidores

Em comemoração ao Dia dos Servidores, celebrado em 28 de outubro, o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) realizará duas exposições em sua biblioteca. A primeira delas começa nesta quarta-feira (29), às 16 horas, com a exposição “Verticais e Geométricos”, de um servidor do próprio instituto, Lastênio Scopel.

A exposição fica em cartaz até 17 de novembro. O artista realiza sua sétima exposição individual, na qual mostra, além da nova fase, alguns trabalhos da série geométricos e dois retratos. São caminhos propostos, frutos de sua investigação em pinturas abstratas.

Após o encerramento de “Verticais e Geométricos”, a arte continua presente no instituto, com a exposição “Arte Naïf Capixaba de Ângela Gomes”, que começa no dia 20 de novembro e segue até 12 de dezembro. A mostra reúne obras de diversos tamanhos, que retratam paisagens regionais e cenas que expressam a arte e a tradição popular. Ângela Gomes é a maior referência da arte Naïf no Espírito Santo. Seu trabalho é destaque em todo o mundo.

“Além da função técnica institucional inerente ao Instituto Jones, o órgão público deve promover o acesso dos servidores a eventos culturais, pois, como sabemos, a atividade cultural proporciona uma sociedade mais justa, feliz e promove o bem-estar. Vamos começar com a exposição de um servidor como forma de valorização e prestígio a quem se dedica diariamente ao bom andamento do serviço público”, explica a diretora administrativa e financeira do IJSN, Sandra Sarmento Aragão.

As exposições são abertas ao público, gratuitas e fazem parte do projeto Biblioteca Viva, uma ação que tem como objetivo principal a dinamização da biblioteca do IJSN e sua participação efetiva nas atividades da instituição, buscando oferecer um ambiente acolhedor, com informações atualizadas e equipamentos modernos, atraindo assim um maior número de leitores e pesquisadores.

Paralelo à rotina da biblioteca, o projeto oferece novas propostas de serviços, tais como um momento de descanso com televisão para o horário de almoço dos servidores, exposições, lançamentos de livros e as novidades que incorporam o acervo mensalmente.

A biblioteca já foi palco do lançamento do livro “Agudas e Crônicas” do escritor Jace Theodoro; da “Mostra de Cenas Minuto: o que você faria em 1 minuto?” com ex-alunos da escola de dança Fafi; exposição de esculturas em arames do artista plástico Flávio Pimentel; teatro de fantoches com a professora Dulcimar Pereira; exposição de pintura “Navio Negreiro” do artista plástico Cacá Miled; exposição de gravuras “Peroás” do artista plástico Dimitris Moreno; além de uma campanha de incentivo à leitura e de arrecadação de produtos de higiene pessoal que foram doados ao Asilo dos Velhos de Vitória.

Sobre os expositores

Lastênio Scopel é natural de João Neiva, formado em 1980 no curso de Desenho e Plástica da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Sua principal atividade é o designer gráfico, em que desenvolve produção gráfica através da criação de projetos em comunicação visual, logomarcas, editoração e ilustrações para folders, revistas e livros. Na literatura infantil já ilustrou e editorou diversas obras.

A artista Ângela Gomes nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, em 1953, e expõem suas obras de arte Naïf desde 1979. Algumas de suas exposições internacionais aconteceram em cidades de Portugal, Estados Unidos, Peru, Bolívia, Bélgica, Espanha e outros países.

Informações

Assessoria de Comunicação do IJSN
Larissa Linhalis
(27) 3636-8066 / 99998-9003
comunicacao@ijsn.es.gov.br

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Reencantando a biblioteca escolar, pública e comunitária : Rede social de leitores e biblioteca Web 2.0

Reencantando a Biblioteca Escolar, Pública e Comunitária

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II Encontro de Inteligência e Estratégia

II Encontro de Inteligência e Estratégia

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III Seminário Internacional: O papel da biblioteca e da leitura no desenvolvimento da sociedade

III Seminário Internacional o papel da leitura no desenvolvimento da sociedade

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