Vaga para Bibliotecário(a) em Belo Horizonte

A empresas Montreal, está em com uma vaga aberta para especialista da informação. A vaga é para a unidade da Avenida na Raja Gabáglia.

Atividades:

• Disponibilizar e tratar a informação em qualquer centro de documentação, redes e sistemas
• Gerenciar pessoas, elaborar e reportar relatório e atender o cliente
• Atuação em CEDOC e birot de digitalização

Pré-requisitos:

• Registro ativo no CRB-6
• Formação completa em Biblioteconomia
• Desejável experiência na profissão

Benefícios:

• Plano de saúde e odontológico
• Vale-transporte
• Seguro de vida
• Vale alimentação ou refeição

Os interessados devem encaminhar currículos até o dia 25 de maio para maria.vieira@montreal.com.br.

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Acervo online oferece fotos da história do Brasil em alta definição

São duas mil fotos digitalizadas, da Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles. As imagens têm uma riqueza de detalhes impressionante.

Clique na imagem para ver o vídeo (Foto:  TV Globo)

Clique na imagem para ver o vídeo (Foto: TV Globo)

Momentos históricos do Brasil estão ao alcance de um clique. Agora a internet oferece um acervo de milhares de fotos com uma riqueza de detalhes impressionante.

>> Visite o site e veja o acervo de milhares de fotos históricas

Duzentas mil imagens. Mas guardar o passado na gaveta é só metade da tarefa de preservar a memória do Brasil.

“O acervo só faz sentido se ele tiver na mão de quem tem interesse no acervo. Não adianta só guardar. Nós temos que guardar e dar a ver ao mesmo tempo”, diz Renato Lessa, presidente da Fundação Biblioteca Nacional.

O Portal Brasiliana Fotográfica é um passo gigante para libertar personagens históricos desses arquivos de aço. A autoridade do imperador diante da câmera impõe respeito na Biblioteca Nacional há 140 anos. Mas, durante muito tempo, contemplar estas imagens foi privilégio de quem podia ir até lá.

Hoje em dia, não é mais preciso usar luvas. Basta usar a curiosidade e a imaginação para viajar no tempo e encontrar novidades mesmo em tesouros tão antigos. São duas mil fotos digitalizadas, da Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Salles. Pela primeira vez, essas imagens estão na internet em alta definição e isso faz muita diferença.

Uma foto cheia de gente que parecia formiguinha ganha forma. A rua se revela e é possível até ler as placas. Num tempo em que a elegância era importada da França, barbeiro era ‘barbier’. O recurso do zoom revela muitas surpresas.

“Quando você amplifica um pouco você descobre que, em 1905, em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, havia uma arena de touros. E havia. E de fato havia”, mostra Flávio Pinheiro, superintendente-executivo do Instituto Moreira Salles.

Em São Paulo, descobrimos o destino do bonde que passa pela Rua São Bento: o bairro da Liberdade. O que era uma imagem congelada no tempo ganha vida. E a fronteira entre o passado e o presente desaparece. A charrete de antigamente é o taxi de hoje. O bonde virou ônibus, mas os brasileiros a caminho do trabalho são os de sempre.

Olhando assim tão de perto parece até que nós estamos dentro da foto. É mágica? É! Mas não tem truque. Basta olhar e viajar no tempo. Indo e voltando a gente percebe que o passado não é tão distante assim e que fica muito mais fácil entender o presente.

Uma espécie de flagrante jornalístico, um passeio pelo Rio do ex-presidente Rodrigues Alves. Em 1908, ficou registrado o orgulho de quem o levava e a curiosidade de quem conseguiu chegar bem perto.

Em 17 de maio de 1888, foi celebrada a missa campal da abolição da escravatura. Brancos e negros misturados na multidão, a poucos metros da expressão serena da Princesa Isabel.

Também é possível ver o escritor Machado de Assis. E atrás do altar, mãe e filha, sem querer, viraram personagens da história.

O melhor de enxergar o passado com tantos detalhes é notar muito mais semelhanças do que diferenças. Os brasileiros do passado tinham em comum com os de hoje o olhar. Um misto de curiosidade e esperança apontando para o futuro.

Fonte: Globo

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Pronto para Plenário projeto para garantir cultura na escola

PL 57/15 tem o objetivo de assegurar o acesso de alunos e professores a espetáculos e apresentações artísticas.

O relator opinou pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 2, da Comissão de Cultura (Foto: Ricardo Barbosa)

O relator opinou pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 2, da Comissão de Cultura (Foto: Ricardo Barbosa)

A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) emitiu, nesta quarta-feira (20/5/15), parecer de 1º turno favorável ao Projeto de Lei (PL) 57/15, que dispõe sobre a apresentação de sessões de cinema, espetáculos de música, teatro, dança e palestras literárias nas escolas estaduais. O relator, deputado Vanderlei Miranda (PMDB), opinou pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 2, da Comissão de Cultura.

O texto original da proposição, de autoria dos deputados Fred Costa (PEN) e Noraldino Júnior (PSC), estabelece que o acesso dos estudantes às diferentes atividades culturais aconteceria por meio do projeto Escola e Arte, que seria instituído pela Secretaria de Estado de Educação. Na programação desse projeto, haveria apresentações de música, espetáculos de teatro e dança, palestras e sessões de cinema nas escolas.

O substitutivo nº 2 altera a redação original do projeto de modo a retirar a previsão de criação do projeto Escola e Arte. Com isso, o novo texto passa a alterar a Lei 11.726, de 1994, que dispõe sobre a política cultural do Estado. Ele determina que as Secretarias de Estado de Educação e de Cultura desenvolverão, nas escolas de ensino fundamental e médio, programas conjuntos destinados a alunos e professores, voltados para o acesso a espetáculos e eventos de música, dança, literatura, teatro e sessões de cinema.

Segundo o relator, deputado Vanderlei Miranda, em relação ao aspecto financeiro e orçamentário, o projeto não cria novas despesas ao erário, “uma vez que fixa diretrizes e parâmetros para uma política pública, cabendo ao Poder Executivo avaliar a disponibilidade orçamentária e financeira quando da implementação dessa política”.

O projeto segue agora para análise do Plenário em 1º turno.

>> Consulte o resultado da reunião

Fonte: ALMG

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A biblioteca de Osama Bin Laden

Documentos divulgados mostram o interesse do líder da Al Qaeda em Noam Chomsky

Osama Bin Laden

Osama Bin Laden tinha suas prioridades bem claras na hora de semear o terror. Essas passavam por acabar com a vida de todos os norte-americanos que fosse possível, deixar de lado os conflitos internos com regimes do Oriente Médio e a criação de um Estado Islâmico, segundo documentos tornados públicos nesta quarta-feira pelo Escritório do Diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, que foram confiscados pelos Navy Seals durante a operação no Paquistão para matar o líder da Al Qaeda.

Mas à margem do debate sobre as táticas —que não pareceu ser frutífero, a julgar pelo atual estado da situação internacional—, os documentos divulgados permitem conhecer os interesses literários do fundador do grupo terrorista, cuja imagem estaria mais próxima a de um idoso recluso em uma prisão —e que solicita leituras a seus visitantes— do que a de um líder cujas ordens não eram discutidas.

Bin Laden era um ávido leitor, por exemplo, de Noam Chomsky, autor de dois dos 39 livros digitais em inglês que aparecem na lista apresentada pelo Escritório do Diretor de Inteligência Nacional. Outras obras que o líder da Al Qaeda consultou durante seus dias em Abbottabad foram o texto Guerras de Obama, do conhecido jornalista Bob Woodward; Cristianismo e Islã na Espanha, 756-1031, de C. R. Haines; e Ascensão e Queda dos Grandes Poderes, de Paul Kennedy.

Surpreendentemente, há 19 títulos em francês, entre eles um manuscrito não publicado intitulado A França Causou a Grande Depressão? Na opinão de Jeffrey Anchukaitis, porta-voz do ODNI (sigla em inglês do Escritório do Diretor de Inteligência Nacional), tudo indica que Bin Laden teria interesse em atacar a economia francesa com a esperança de que um colapso econômico nesse país da Europa provocaria outro nos Estados Unidos e no resto do mundo ocidental.

O porta-voz destacou à agência France Presse que o fato de o líder da Al Qaeda ter esses livros não significa que estivesse planejando um ataque concreto contra a França. “Significa que pediu a seus subalternos que fornecessem informação sobre a França”. A lista de leituras divulgada pelo ODNI inclui textos da indústria de defesa francesa, de seus recursos aquíferos, sua relação com a OTAN e seu sistema nuclear.

A revelação desses documentos ocorre pouco após o reconhecido jornalista norte-americano Seymour Hersh ter publicado uma reportagem segundo a qual o relato oficial da captura e morte de Bin Laden defendida pela Casa Branca há quatro anos é falso. A CIA, por meio de um porta-voz, afirmou que a divulgação dos textos estava prevista há bastante tempo e não pretende ser uma resposta ao relato de Hersh.

“Cidadãos, acadêmicos, jornalistas e historiadores terão a oportunidade de ler e compreender os documentos de Bin Laden”, afirmou o presidente da Comissão de Inteligência da Câmara dos Deputados dos EUA, Devin Nunes.

Nunes disse que a publicação desses documentos é “um passo na direção correta”. Agora são 103 informes divulgados publicamente sobre o ocorrido em Abbottabad. “Espero que continue o processo de divulgação dos centenas de informes de Abbottabad que ainda estão pendentes e que cumpram as requisições do Congresso”, afirmou.

Fonte: El País

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Vamos classificar?

Melvil Dewey

Givanilda Maria – Bibliotecária CRB 8/9619

Organizar uma biblioteca não é uma tarefa tão simples. Por esse motivo existem técnicas para que os livros e outras publicações possam ser encontrados com maior facilidade.

A técnica de classificação mais utilizada pelos bibliotecários é a CDD – Classificação Decimal de Dewey, que utiliza a numeração decimal, partindo do desdobramento de um tema geral para o específico.

Vamos relembrar de onde vem essa tal de CDD.

Melvil Dewey é o apelido de Melville Louis Kossuth Dewey. Nasceu em 10 de dezembro de 1851 e faleceu com 80 anos em 1931. Era o caçula de cinco filhos. Foi um bibliotecário norte-americano. Sua história começa cedo, aos cinco anos, quando arrumou a despensa da mãe de forma sistemática. Depois disso não parou mais. Foi para o colégio Amherst College, de Amherst, Massachussetts, onde conseguiu, em 1872, o cargo de assistente de biblioteca, apresentando, no ano seguinte, um plano de reorganização da biblioteca daquele Colégio de maneira mais sistemática. Quatro anos após, e já como assistente, publicou anonimamente uma obra que iria revolucionar a Biblioteconomia. Com uma carreira brilhante, em 1887 fundou a primeira escola de Biblioteconomia dos Estados Unidos (Columbia Unversity). A primeira edição da CDD, era apenas um esboço do que viria a se tornar o Sistema, foi publicada anonimamente, e ainda sem o nome com que se tornaria famosa: Decimal Classification and Relative Index. A partir da segunda edição, de 1885, foi estabelecido um padrão notacional (e viria a se manter basicamente inalterado) para todas as edições subsequentes, da mesma forma que ficou definitivamente consagrado o arranjo sistemático, que conhecemos. A CDD que conhecemos é dividida em 4 volumes, sendo que o volume 1 se refere às tabelas auxiliares, volume 2 e 3 aos esquemas e tabelas principais, volume 4 o índice. Nos dias de hoje, a CDD é composta por 20 mil entradas, com versões em Inglês, Espanhol, Francês. É uma classificação decimal que comporta dez classes principais. Um bibliotecário brilhante e visionário, que com a sua inteligência nos ajuda a organizar as nossas bibliotecas!

Fonte: Vértice Books

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Alunos do Unipam realizam o projeto Vem Pra Biblioteca

O projeto visa incentivar a leitura e aguçar o imaginário das crianças com contação de histórias e atividades relacionadas

UNIPAM Patos de Minas

O nome do projeto de leitura não poderia ser melhor, “Vem pra biblioteca”! O chamado é feito pelos alunos do 5°periodo do curso de jornalismo do Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam), um trabalho que será avaliado e que pretende incentivar a leitura.

Um tempinho mais fresco tem tudo a ver com uma boa leitura. Foi o que várias crianças do Instituto Presbiteriano de Educação e da Entidade LBV fizeram na manha do dia 07 de abril. Eles participaram do projeto Vem pra Biblioteca, uma iniciativa de alunos do curso de jornalismo do Unipam.

O Vem pra biblioteca é um projeto que visa incentivar a leitura e aguçar o imaginário das crianças com contação de histórias e atividades relacionadas. A Biblioteca João XXIII conta comum acervo de mais de 32.000 livros em um amplo espaço físico. Muitas das crianças tiveram seu primeiro contato com o local graças ao evento idealizado pelos universitários.

O projeto agradou aos pequenos e curiosos participantes, que ficaram atentos a tudo que foi apresentado. A idéia é que esses dias de leitura possam ser realizados com frequência. As escolas que tiverem interesse em participar devem procurar os alunos do Unipam para agendar uma visita à biblioteca.

Fonte: Patos Já | Jessica Andrade

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Doe livros: colabore com a campanha do projeto PIBID Alfabetização em Ouro Preto e Mariana

Campanha PIBID Alfabetização

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Bruno GAP apresenta um novo conceito de biblioteca na Casa Cor São Paulo 2015

Bruno GAP

Mais do que um lugar de leitura, a Biblioteca de Estar, de 35 m², projeto do arquiteto Bruno GAP para a Casa Cor São Paulo 2015, remete ao relaxamento e bem-estar. Biblioteca integrada ao living ou living integrado à biblioteca? Os dois! Assim é este espaço contemporâneo e versátil, que mistura o clima de tranquilidade característico de uma biblioteca à informalidade do living. “Perfeito para curtir em família ou sozinho, é um ambiente que se molda ao estilo de vida de cada morador. É gostoso para ler um livro, ouvir música, desfrutar do aconchego proporcionado pela decoração ou simplesmente divagar”, explica Bruno.

Logo na chegada, será possível “mergulhar” no universo encantado dos livros, já que o arquiteto preencheu o corredor de entrada com estantes recheadas de títulos dos dois lados e do piso ao teto. Em vez de um forro tradicional, Bruno instalou um grande painel espelhado, que reflete e parece duplicar a quantidade de livros. Com desenho do arquiteto e execução da Móveis Trecatti, a estante de madeira catuaba está repleta de prateleiras e nichos, de diferentes proporções, iluminados por fitas de LED. Também é função do móvel ajudar na integração entre a biblioteca e o living.

Depois de selecionar o livro predileto, basta escolher o melhor lugar para a leitura: espalhado no sofá, sentado à vontade no tapete, usando a mesa de centro como apoio ou no cantinho onde está a poltrona Charles Eames. “O espaço preza pela convivência e contará também com música ambiente, ressaltando a sensação de tranquilidade”, comenta o arquiteto. Para arrematar a decoração moderna e sofisticada, alguns livros selecionados a dedo serão emoldurados, ficarão em destaque na parede e ganharão status de obras de arte.

Bruno desenhou a maioria dos móveis. As mesas de canto altas, o aparador e a mesa de centro – essa última composta de duas partes para que a mais baixa possa servir de apoio para os livros. Também merece destaque uma das áreas mais quentinhas do espaço, entre a poltrona e o sofá. Ali está a lareira, que funciona com álcool em gel e foi ressaltada da parede graças ao revestimento de vidro temperado serigrafado (Silvestre Vidros).

Confira algumas atrações da Biblioteca de Estar:

Livros como Obra de Arte

O arquiteto deixou em evidência alguns títulos e simplesmente mandou emoldurar cinco obras (enquadradas fechadas ou abertas), fazendo com que ganhassem destaque na parede recheada de fotos.

Entrada Triunfal

Cada visitante chegará ao ambiente por um corredor com estantes de livros dos dois lados. Já o teto espelhado ajudará a trazer amplitude para a área e também vai duplicar a imagem dos títulos, parecendo que há o dobro de unidades.

Lustre Customizado

Impossível não se render à criatividade do lustre desenhado por Bruno. Feitas com perfil de aço em U, as peças foram soldadas e por dentro trazem fitas de LED, proporcionando uma iluminação exuberante e ao mesmo tempo leve.

Bruno GAP

É arquiteto, designer de interiores e de mobiliário. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), ele passou por importantes escritórios de arquitetura e empresas especializadas em retrofit e reforma. Participa desde o desenvolvimento do projeto e do processo criativo até a realização dos orçamentos, acompanhamento da obra e decoração. Bruno GAP não é adepto a estilos específicos, mas busca o bom gosto dentro do programa de necessidades da família, apresentando ideias inspiradoras, inovadoras e apostando no uso de materiais nada convencionais. O conceito do trabalho é incorporar diferentes pensamentos para que cada projeto reflita a personalidade de cada cliente. E, o mais importante, seja único e especial.

Bruno GAP Arquitetura
Tel. (11) 3476-6560, São Paulo
www.brunogap.com

29ª Casa Cor São Paulo
De 26 de maio a 12 de julho de 2015
Jockey Club de São Paulo (Av. Lineu de Paula Machado, 1173, Cidade Jardim).

Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 12 às 21h30; domingo e feriado, das 12 às 20h.
Ingresso: R$ 45 (de terça a sexta-feira), R$ 57 (sábado, domingo e feriado),

R$ 120 (passaporte válido para todos os dias da mostra).

Fonte: Segs

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Público tem poucos dias para conferir exposições de Assis Horta e Rico Maciel em BH

O público em Belo Horizonte tem somente até sexta (22) para conferir a exposição “The End” do artista plástico Rico Maciel. A mostra fica em cartaz na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (Praça da Liberdade, 21, Funcionários) e pode ser vista diariamente, das 8 às 20h.

A biblioteca é um espaço democrático. Propiciando o livre acesso à leitura informativa e de lazer, seu objetivo principal é reunir, preservar e disponibilizar para o público o patrimônio literário de Minas Gerais. A Biblioteca faz parte do Circuito Cultural Praça da Liberdade.

Palácio das Artes

Outra mostra que sai de cartaz nos próximos dias é “Assis Horta: Retratos”. A exposição conta com 200 fotos feitas nas décadas de 1930 e 1950, que remontam um período decisivo da história da fotografia brasileira.

Horta diante de uma de suas 200 fotos em cartaz no Palácio das Artes (Foto: Frederico Haikal / Hoje em Dia)

Horta diante de uma de suas 200 fotos em cartaz no Palácio das Artes (Foto: Frederico Haikal / Hoje em Dia)

Cidadãos que até então nunca haviam tirado uma foto – privilégio dos ricos, na época – tiveram de ser fotografados para obter a Carteira de Trabalho. Todos esses retratos montam um mosaico social da classe trabalhadora da cidade de Diamantina, conferindo à exposição uma historicidade singular.

“Retratos” fica em cartaz até 7 de junho, na Galeria Alberto da Veiga Guignard (avenida Afonso Pena, 1.537, Centro).

Fonte: Hoje em Dia

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UFMG promove II Ciclo de Palestras da Diretoria de Arquivos Institucionais

II Ciclo de Palestras Diretoria de Arquivos Institucionais UFMG

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