Biblioteca pública de Divinópolis premia leitores mais assíduos

Troféu ‘Leitor Diamante’ será entregue a 101 pessoas no sábado (27). Intenção é estimular hábito da leitura na cidade.

Biblioteca Municipal Ataliba Lago Divinópolis (Foto: Divulgação/Prefeitura de Divinópolis)

Biblioteca Municipal Ataliba Lago Divinópolis
(Foto: Divulgação/Prefeitura de Divinópolis)

A Biblioteca pública de Divinópolis premia neste sábado (27), os 101 leitores que mais se destacaram em 2014 e 2015. Eles receberão o troféu “Leitor Diamante”, às 16h, no Teatro Usina Gravatá. A Cia Borandá se apresentara no evento.

De acordo com a Prefeitura, há 18 anos a Biblioteca Ataliba Lago, através da Seção Infanto-Juvenil premia os leitores que durante o ano foram assíduos, como forma de reconhecimento aos que mais frequentam e aos que não atrasam a devolução dos livros.

Neste ano, os organizadores do evento decidiram premiar 101 pessoas, dentre crianças, adultos e adolescentes, que durante os anos de 2014 e 2015 efetuaram um número elevado de empréstimos domiciliares de livros em todos os setores da biblioteca.

De acordo com o agente cultural da biblioteca, Sérgio Resende, o evento estimula o hábito de leitura e formação de novos leitores. “A ação cultural já provou ser fundamental para transformar o espaço da biblioteca num local de convivência da comunidade, destruindo a ideia errônea de depósito de livros empoeirados e contribuindo para a construção da vida cultural de nossa cidade”, disse.

Fonte: G1

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Pampulha tem apresentações e shows gratuitos, neste fim de semana

Evento será em comemoração ao título de Patrimônio da Humanidade

Pampulha

Todo mundo gosta de comemoração, de juntar os amigos e a família para fazer aquela celebração de uma conquista ou um aniversário. A exemplo disso, a Pampulha também vai comemorar suas vitórias com muita festa, no Palco Sesc 70 anos, neste fim de semana. Em uma programação diversificada e gratuita, nosso Patrimônio Cultural da Humanidade vai festejar o título com muita cultura e arte, de sexta a domingo, na Praça da Pampulha.

A sexta-feira já vai começar com uma atração de peso, a Orquestra de Câmara Sesc fará sua apresentação com participação especial do músico Marcus Viana. O show de música clássica começará às 20h30. Mas a noite não acaba por aí. Às 21h30, a Cia. Sesc de Dança vai ocupar o palco para uma performance das coreografias Oblivion e Plano, de Cassi Abranches, e Grito Suspenso, de Ricardo Scheir.

Já no sábado, a festa ficará por conta do Encontro de Violeiros, com shows da Orquestra Sesc de Violas e vários nomes da música mineira. No último dia, as comemorações ainda estarão a todo vapor, com o Sesc Minas ao Luar. Com muitas apresentações impactantes, o encerramento vai ficar com o show Encontro Marcado, com Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e a banda 14 Bis. Além dos shows, o evento também vai oferecer contação de histórias, rua do lazer, troca de livros e experiências literárias. Tudo voltado para adultos e crianças.

Os eventos da Pampulha serão realizados a partir de parceria entre Belotur, Fundação Municipal de Cultura e Sesc. Outras informações no site da Prefeitura de BH. Confira a programação completa dos três dias de apresentações.

Sexta-feira, 26 de agosto

20h30: Orquestra de Câmara Sesc – Participação especial: Marcus Viana
21h30: Cia. Sesc de Dança (Oblivion, Grito Suspenso e Plano)

Sábado, 27 de agosto

10h às 16h: Sesc Livro ao Pé da Árvore
11h às 15h: Sesc Contação de Histórias
13h: Sesc Agosto das Festas Populares
17h: Encontro de Violeiros
20h: Sesc Causos e Violas das Gerais – Chico Lobo e Pereira da Viola

Domingo, 28 de agosto

14h: Rua de Lazer Sesc
17h: Sesc Minas ao Luar: Marcus Viana e Transfônica Orkestra – Participação especial: Coral Jovem Sesc | Show Encontro Marcado, com Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e 14 Bis

Serviço

PalcoSesc 70 Anos
Data: Sexta a domingo, 26 a 28 de agosto
Local: Praça Geralda Damata Pimentel (R. Versília, s/n – Pampulha)

Fonte: Sou BH

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“A nova geração é mal educada”, diz Mario Sergio Cortella sobre jovens que chegam ao mundo do trabalho

Para o filósofo, a nova geração é altamente bem-formada, mas esbarra na incapacidade de reconhecer hierarquias e trabalhar com prazos e metas

Mario Sergio Cortella (Foto: Divulgação)

Mario Sergio Cortella (Foto: Divulgação)

Não muito tempo atrás, sair de casa todos os dias para enfrentar longas horas de trabalho era uma tarefa motivada essencialmente, quando não exclusivamente, pelo dinheiro que cairia na conta no fim do mês. A vida parecia ser menos complexa — e ter um emprego era sinônimo de garantir recursos para sustentar uma família e construir um patrimônio que pudesse ser deixado de herança.

Pode ser que, à mente de muitos, ainda seja esse o pensamento que vem quando chega a segunda-feira e mais uma semana se inicia. Para o filósofo e escritor Mario Sergio Cortella, no entanto, essa visão sobre o trabalho faz cada vez menos sentido. No livro Por que fazemos o que fazemos?, lançado em julho, o especialista em educação afirma que os profissionais que hoje ocupam postos em diversas áreas estão mais do que nunca questionando os seus propósitos: eles querem reconhecer o esforço diário como útil e, mais, ser valorizados por ele.

O que está em jogo é a realização, sobretudo para os jovens que chegam agora ao mercado de trabalho — aos quais Cortella deixa uma alfinetada:

— A nova geração é mal educada. Está acostumada a ser quem subordina os adultos em casa.

No início deste mês, Cortella esteve em Porto Alegre para lançar o livro e falar sobre gestão do conhecimento em tempos de excesso de informação, em palestra realizada no Colégio Farroupilha, onde recebeu Zero Hora.

O senhor fala que a gestão do conhecimento é um desafio urgente. Por quê?

Muita gente diz que estamos vivendo a era do conhecimento, quando na verdade estamos vivendo a era da informação veloz. O conhecimento sempre existiu. Se não fosse assim, não estaríamos vivos. O ser humano é um ser que conhece, não nasce pronto. Quando falamos sobre a questão da gestão do conhecimento, hoje, estamos diante de um desafio urgente para que a gente não caia em uma armadilha. Primeiro, não se pode confundir informação com conhecimento. Informação é cumulativo, conhecimento é seletivo. O conhecimento vem quando damos à informação uma objetividade relacionada ao interesse, que é de cada um. Só que temos uma encrenca. Nossos alunos são do século 21, nossos professores são do século 20, e uma parte da metodologia é do século 19. Temos, portanto, uma colisão intersecular que precisa ser ultrapassada, na medida em que nos preparamos melhor, utilizando o mundo que está à nossa volta, mas sem nos subordinar a ele. Então, o conhecimento sempre esteve na história humana. A diferença agora é que a gente tem uma fartura de informação para fazer com que ele possa vir à tona como ele deve vir.

Como aproveitar essa onda de informação, surfar neste “tsunami” de maneira benéfica?

A gente tem uma fartura de informações, mas de nada adianta se você não tiver clareza do que quer fazer com ela. É como alguém que entra em um restaurante de self-service e fica perdido diante de todas aquelas opções de pratos quentes e frios. Comer bem, no entanto, não é comer muito, mas de forma selecionada. Ou seja, o acesso imenso à informação é necessário, mas, na ausência de critérios, ele fica limitado. Por exemplo, por que ainda temos a presença _ e ainda bem _ do jornal impresso entre nós? Bastaria que tivéssemos outras mídias, não? Só que o jornal impresso, por ser impresso, permite que você reflita, medite, volte e leia novamente. Pode-se degustar a informação sem que ela seja engolida sem mastigação. A tarefa de alguém que lida com a educação, hoje, seja na escola ou na imprensa, é de ter uma atividade muito mais de curadoria. Isto é, muito mais de organizar a informação e colocá-la à disposição do que de instrução.

O seu novo livro trata das aflições comuns em relação ao trabalho, à carreira e às expectativas que temos para a vida. Quais são essas aflições?

A primeira delas, que acaba englobando quase todas as outras, tem a ver com o fato de as pessoas viverem com pressa em relação às nossas próprias coisas. Elas perderam um pouco da referência em relação ao sentido daquilo que fazem. É preciso ter uma vida que não seja automática, robótica, que não seja banal. É preciso que a gente, vez ou outra, não entre em angústia ao se perguntar “por que estou fazendo isso?” ou “onde estou com a cabeça?” ou sentenciar “se eu pudesse, eu largava tudo”. Essas expressões são sintomas de uma doença, que não é a depressão, enquanto patologia, mas uma certa desorientação em relação ao sentido daquilo que se faz. Esta aflição é fortíssima. As pessoas dizem muito hoje: “Um dia vou ser feliz”. Como se isso se situasse no futuro e não fosse uma condição que pudesse ser vivenciada no tempo presente, em meio às turbulências que nós temos. Esta é uma aflição grande. A outra (aflição) é a ausência de reconhecimento que existe em muitos locais de trabalho. Como cada vez mais trabalhamos em grandes grupos, coletivamente, a autoria, a capacidade da “mão do artista”, fica muito diluída. A minha marca como jornalista, como gestor, como funcionário desaparece, se dilui. As pessoas vêm sentido um pouco, e com toda a razão, desprestigiadas.

Se hoje buscamos mais o reconhecimento e questionamos mais nossas posições e o que fazemos, não é porque temos mais opções? Porque podemos escolher o que fazer e corrigir escolhas erradas?

O nosso país ganhou muita condição econômica nos últimos 50 anos. Nós nos tornamos um país muito mais rico. Éramos a 35ª nação do planeta em termos de economia no início dos anos 1960, e agora somos a sétima. Isso significa que a economia dá uma condição melhor do que a que existia antes. Isso tem influência direta na formação das crianças. Mas tem um outro lado. Os pais, em nome da capacidade de proteção, acabam desprotegendo e enfraquecendo seus filhos. É curioso quando os pais falam “poxa, eu não quero que meu filho passe pelo que eu passei”. Eu fico imaginando: o que esse pai e essa mãe passaram? Tiveram de fazer comida? Limpar a casa? Cortar lenha, como foi o meu caso? Qual é o nível de sofrimento dessas tarefas? Ao meu ver, pelo contrário, elas faziam parte da partilha de tarefas de casa. Hoje não mais. Durante muito tempo, a geração adulta cuidava de si mesma e dos filhos. Quando os filhos cresciam, os pais diziam: “Bom, agora você vai e cuida da sua vida”. A atual geração de adultos cuida de si mesma. Se tiver filhos, cuida dos filhos. Às vezes, cuida também dos pais, com plano de saúde, atendimento. E, eventualmente, no caso de alguns, até dos netos. A atual geração que tem entre 35 e 40 anos cuida de três gerações. Ela está estafada, cansada, vive em estado de sonolência e deseja, de maneira repetida, libertar-se disso. Só há uma maneira de fazer isso: a procura contínua pela partilha das tarefas. Neste sentido, a educação escolar é uma parte que ajuda nesta questão. Mas ela depende também do coletivo, não apenas da escola. As novas gerações não podem crescer como adultos em férias, que vão ao cinema, passeiam, comem fora… Só não trabalham. Essa condição é malévola. Pode ser até gostoso poder oferecer isso aos filhos, em determinado momento, mas produz um enfraquecimento da capacidade do esforço mais adiante. Portanto, não é fazer os filhos sofrer, mas viver de uma maneira mais partilhada o desgaste e o esforço.

Recentemente, em uma entrevista, o senhor disse que os jovens estão chegando ao mercado de trabalho altamente competentes, porém mal educados. Qual é o perfil desta nova geração que ingressa agora no mundo do trabalho?

A nova geração não tem problema de formação. Ela é ligada à conectividade. Tem um nível de escolaridade que, mesmo que fragilizado, ainda consegue ser ultrapassado. Mas ela chega mal educada no mundo do trabalho, sem percepção de hierarquia. Ela está acostumada a ser quem subordina os adultos em casa, tanto que há pais e mães que vivem em função dos filhos. Ao mesmo tempo, esta geração não tem necessariamente compromisso com meta e prazo. Abandona coisas com muita facilidade. É muito comum ouvir falar hoje de jovem que começa uma faculdade e passa para outra. Ele descobre que não é o que quer, aí vai estudar mecânica, depois vai para a metalurgia, e passa para a alta gastronomia. Isso não é excesso de opção, isso é confusão mental. É ausência de clareza de onde se quer chegar. E esta mesma geração é absolutamente rica e exuberante naquilo que consegue, que é a criatividade. Se você observar as startups, são inéditas. Mas de quem são? Daqueles que vão fazer um esforço. As coisas não são automáticas, elas não acontecem sozinhas. Há um esforço imenso a ser feito para que as coisas tenham concretização. E a gente observa que o jovem muitas vezes chega até uma nova empresa e supõe que a chefia dele é como um pai e uma mãe, que têm que resolver as coisas para ele. Há pais e mães que saem pelo caminho colocando almofadas para que, a cada tropeço, o filho caia em um lugar macio. Há uma diferença entre proteção e desqualificação. Por isso há uma expressão que precisa ser lembrada: o amor verdadeiro é aquele que não aceita tudo. A frase “o amor aceita tudo” é absolutamente acovardada. Não podemos deixar de modo algum que esta nova geração acredite em uma coisa, que é muito perigosa para a vida coletiva: confundir desejos com direitos.

Os jovens podem estar chegando “mal educados” no mercado de trabalho. Mas até que ponto o mercado de trabalho não tem uma dinâmica obsoleta, ultrapassada para as relações atuais?

Sim, claro. Imagine que a tecnologia nos últimos 20 anos se alterou com uma velocidade imensa, e o mundo do trabalho acompanhou no campo da mecânica, mas não acompanhou no campo dos processos formativos. Afinal de contas, os primeiros mobile, que a gente usa no nosso dia a dia, não têm 10 anos. Uma coisa ultrapassada é o pen drive, que tem 15 anos. A internet está fazendo 20 anos. É algo de agora. Portanto, não deu tempo para o mundo do trabalho mudar muito, exceto aquelas empresas que atuam no campo do mundo digital. Se você observar, as grandes empresas desta área ligada à internet tentaram a formação diferenciada e elas agregam o jovem que terá de ser disciplinado de outro modo. Embora ele possa trabalhar descalço, ir de bicicleta, levar o cachorro para dentro da empresa, como acontece em várias delas, ele ainda tem compromisso com o grupo, ele precisa se esforçar para que aquilo aconteça. Ele precisa ser disciplinado para entender que o trabalho não é algo que ele senta na cadeira e, de maneira misteriosa, a fada do dente vem e entrega tudo pronto, como um presente.

Como você imagina o cenário futuro, quando a maior parte dos cargos de trabalho, políticos e das posições sociais importantes será ocupada pela geração dos atuais jovens?

Haverá um choque de realidades muito forte. Afinal de contas, aquilo que é um grande segredo hoje, do mundo das organizações, é a convivência intergeracional. Por exemplo, um jovem tem percepção de senso de urgência, instantaneidade, mobilidade, conectividade. Mas ele não tem paciência, não tem percepção estratégica. Isso significa que ele tem algumas coisas que são vantajosas, e outras que não. A nova geração não é um encargo. Assim como a anterior, ela é um patrimônio, desde que a gente junte as forças. Por isso, haverá um momento em que esta nova geração, ao galgar alguns dos cargos, ela precisará ter sido formada para fazer algo que não seja um desastre. Afinal, pessoas com mais idade já fizeram muitos desastres, muitas empresas quebraram nos últimos 30, 40 anos. Só não podemos esquecer que a história humana é marcada também por gente muito jovem fazendo muita coisa. Dom Pedro, por exemplo, tinha 22 anos quando proclamou a independência. Jesus de Nazaré começou a encantar pessoas com 30 anos. Charles Darwin tinha 19 anos quando saiu a viajar com o Beagle e foi até a Patagônia. Existe uma presença do mundo jovem muito forte que se ausentou em grande medida no século 20, porque uma parte dos jovens do mundo ocidental morreu nas guerras. Na primeira, morreram 9 milhões de pessoas, na segunda, 55 milhões _ e boa parte delas eram jovens entregues ao mundo para morte. Não é fora de propósito que a geração pós-guerra tenha se dedicado à dança, ao rock, à música, ao fluir da vida. Fazia parte de um impulso movido pelo pós-guerra, em uma sociedade que se amargurou por ter mandado os filhos para morrer nos campos de batalha. E, a partir daí, passaram a deixá-los mais livres. Isso não vale hoje, não estamos mais vivendo em 1946.

Fonte: Zero Hora | Bruna Scirea

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Pergamum oferece cursos a distância de MARC 21

Pergamum

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Plano Municipal do Livro e Leitura de Uberaba

A Prefeitura de Uberaba, por meio da Fundação Cultural de Uberaba (FCU) e da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Semed), apresentou, no início do mês, o Plano Municipal do Livro e Leitura (PMLL). O evento, realizado na Biblioteca Municipal Bernardo Guimarães , contou com a participação de alunos e professores de instituições de ensino da rede municipal .

PMLL de Uberaba pretende assegurar o acesso ao livro e à prática da leitura no munícipio.

PMLL de Uberaba pretende assegurar o acesso ao livro e à prática da leitura no munícipio. (Foto: Divulgação)

A iniciativa é voltada para as escolas, mas se estenderá a toda comunidade. Segundo a superintendente da Biblioteca Municipal, Ivanilda Barbosa, o plano busca apontar diretrizes para a elaboração de projetos relacionados ao livro e à leitura no próximo decênio. “O PMLL quer assegurar o direito de acesso ao livro e à prática da leitura no município”, afirma.

As ações foram aprovadas durante a Conferência Municipal do Livro e da Leitura, realizada em maio deste ano, que teve a participação do poder público e de instituições do terceiro setor, além de sindicatos e representantes de outros segmentos. Desde então, a Secretaria de Educação e Cultura e a Fundação Cultural da cidade ficaram responsáveis pelo acompanhamento do PMLL.

Cultura para todos
A vice-presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6), Denise Ramos (CRB-6/1000), integra a comissão responsável pela elaboração do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas de Minas Gerais (PELLLB-MG). A iniciativa norteia políticas públicas que visam garantir o acesso de todos os mineiros à leitura e ao livro. Saiba mais aqui .

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Vitória recebe debate sobre “O negro na produção artística brasileira”

O negro na produção artística brasileira

No dia 27 de agosto a Biblioteca promove um debate sobre “O negro na produção artística brasileira”. Magalli Lima e Rogineire Reis discorrerão sobre seus trabalhos que retratam o negro na produção artística e cultural brasileira, em especial na música e teledramaturgia, o debate será mediado pela jornalista Ivana Esteves.

Na ocasião do debate também acontece o lançamento do livro (e-book) de Magalli Lima “Mulheres na música brasileira” e a apresentação do recital “Afrodiziam” do ator performer Markus Konká que traz ao palco a interpretação de poesias de escritores negros.

Entrada franca!

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UFMG recebe palestra “Relato de experiência de editor especializado na área da Biblioteconomia: Briquet de Lemos”

Na 4. edição da Jornada de Relatos e Debates da Prática Bibliotecária, organizada pelas professoras da UFMG,Marília Paiva e Cristina Ortega, ocorrerá a palestra do bibliotecário e editor especializado Briquet de Lemos.

Briquet de Lemos
Sobre a palestra e o palestrante

Antonio Briquet de Lemos, graduado em Biblioteconomia pela Biblioteca Nacional e mestre na mesma área no Reino Unido, atuou como profissional bibliotecário, como professor da Universidade de Brasília e, desde 1993, como diretor da editora que leva seu nome, a mais importante do Brasil na área da Biblioteconomia. O papel de editor especializado que Briquet vem desempenhando fica evidente no reconhecimento dos livros publicados, uma vez que são presentes nas bibliografias das disciplinas de cursos de graduação e de pós-graduação e nas citações de trabalhos diversos. Briquet vai discorrer sobre a trajetória que permitiu a execução da atividade de editor especializado, os desafios colocados no caminho e o cenário atual marcado pela emergência das publicações eletrônicas frente às cópias produzidas indevidamente e distribuídas pela Internet. A formação em Biblioteconomia e a constante atualização sobre as questões da área na atuação do editor especializado demonstram mais uma das possibilidades profissionais que a Jornada de Relatos e Debates da Prática Bibliotecária pretende continuar trazendo a público.

>> Conheça a página da Editora Briquet de Lemos

Inscrições e certificados

Os alunos de cursos de graduação da UFMG que quiserem participar devem fazer sua inscrição em: https://aplicativos.ufmg.br/conhecimento/atividades/ para receber o certificado da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) da UFMG.

Os demais interessados não precisam fazer inscrição, bastando apenas assinar a lista (participantes presenciais) ou enviar comentários sobre a palestra (participantes online) para receber o certificado da Organização do evento. Os comentários sobre a palestra para recebimento de certificado devem ser enviados para o e-mailjornadaderelatos.eci@gmail.com até o dia 30/09/2016.

Conheça o Projeto Jornada de Relatos e Debates da Prática Bibliotecária e acesse o conteúdo das palestras anteriores em aqui.

Conheça a página do projeto no Facebook.

Briquet de Lemos

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Burke revela em livro o que é história do conhecimento

Peter Burke

No lançamento O que é história do conhecimento, Peter Burke traça as origens e os fundamentos desse novo domínio da ciência histórica, diferenciando-o da história da ciência e da história dos intelectuais. A intenção do renomado historiador inglês, ao navegar por esse campo, é oferecer uma nova perspectiva da sociedade da informação. Buscando a diversidade das histórias do conhecimento, ele começa apresentando os conceitos-chave, passa pelos processos que transformam informação em conhecimento e conclui discutindo os problemas recorrentes e as perspectivas para o futuro neste campo. Para isso, trabalha também com disciplinas afins, como a filosofia, a sociologia e a geografia. Dentro do domínio da história, as contribuições de outras ciências ganham a clareza da contextualização, possibilitando que enxerguemos com mais facilidade os processos de ruptura e continuidade desse movimento universal que é a construção do conhecimento.

Fonte: Editora UNESP

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Acesse a Biblioteca Escolar em Revista

Biblioteca Escolar em Revista é uma revista semestral da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras / USP-Ribeirão Preto que se dedica à divulgação especializada nos estudos sobre história da leitura, biblioteca escolar, práticas de leitura no âmbito escolar, literatura infanto-juvenil e mediação cultural na biblioteca escolar, publicando principalmente pesquisas originais, como também documentos especiais, traduções e resenhas.

Biblioteca Escolar em Revista

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Debate sobre acessibilidade no Sistema de Bibliotecas da UFMG

Debate sobre acessibilidade UFMG

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Publique na Revista Brasileira de Pós-Graduação

Revistas Brasileira de Pós-Graduação

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Concursos públicos oferecem vagas para bibliotecários

Salários chegam a quase quatro mil reais.

CONCURSOS

Governo do Estado do Paraná (PR)
A Secretaria de Estado de Saúde do Paraná divulgou edital com vaga para bibliotecário na cidade de Curitiba. As inscrições podem ser feitas até o dia 1° de setembro, através do site www.ibfc.org.br. O valor da taxa é de R$ 120,00 e a prova está agendada para o dia 25 de setembro. O salário é de R$ 3.892,60, para 40 horas semanais.

UFAC (AC)
Estão abertas até o dia 15 de setembro as inscrições para uma vaga de bibliotecário na Universidade Federal do Acre (UFAC). A carga horária é de 40 horas semanais e o salário, R$ 3.868,21. A taxa de inscrição é de R$ 96,00 e a data prevista para a prova é 9 de outubro. Para mais informações acesse fundape.ufac.br.

Inscrições abertas
Confira aqui  outros concursos para bibliotecários já divulgados pelo CRB-6 cujas inscrições permanecem abertas.

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