Profissão: Bibliotecário

Curso de Biblioteconomia do UNIFOR-MG leva práticas de conservação e preservação de documentos para escolas da rede pública

Alunos e professores do curso de Biblioteconomia do Centro Universitário de Formiga (UNIFOR-MG) promoveram, em agosto, a edição 2016 do projeto Laboratório de Conservação e Preservação de Documentos – LCPD Itinerante, que busca divulgar a profissão de bibliotecário nas escolas públicas do município.

UNIFOR-MG leva laboratório itinerante para escolas da cidade (Foto: Divulgação)

UNIFOR-MG leva laboratório itinerante para escolas da cidade (Foto: Divulgação)

A primeira instituição de ensino a participar do projeto este ano foi a Escola Estadual Rodolfo Almeida. Acompanhada de duas estagiárias, a coordenadora do curso de Biblioteconomia, professora Margarita Torres (CRB-6/1361) conversou com os estudantes do 3° ano do ensino médio. Além disso, um estande foi montado no pátio para mostrar aos alunos como é realizada a recuperação de documentos.

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Alunos da rede pública aprendem práticas de conservação e preservação de documentos (Foto: Divulgação)

A visita também divulgou o projeto de extensão “Leitores em Rede”, que incentiva a leitura nas escolas e na comunidade. Um livro foi entregue a um aluno que assumiu o compromisso de passá-lo adiante após a leitura.

Futuros bibliotecários em ação

Alunos do curso de Biblioteconomia do UNIFOR-MG participaram de uma visita técnica aos setores de Empréstimo, Processamento Técnico, Coordenadoria de Produtos e Serviços e Acervo de Obras Raras da biblioteca da Universidade Federal de Lavras (Ufla).

Eles também conheceram o Programa de Capacitação de Novos Usuários e o sistema de Auto Empréstimo de obras impressas, que é realizado nos terminais da biblioteca e levado para eventos educativos e culturais promovidos pela instituição. De acordo com Margarita Torres, a visita proporcionou aos discentes o contato com os diversos departamentos da Biblioteconomia.

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Tire as ideias do papel

“Awesome Foundation” incentiva projetos em Minas Gerais

A “Awesome Foundation” é uma rede mundial dedicada a tornar o planeta mais interessante. Criada no verão de 2009, em Boston, ela distribui R$ 1.500 em subsídio mensal a projetos desenvolvidos em todo o mundo.

awesome-foundationEm Minas Gerais, há uma equipe empenhada em apoiar iniciativas que visem dinamizar o estado. Para concorrer ao financiamento, acesse o site e inscreva seu projeto.

Ele permanece no banco de dados do “Awesome Foundation” Minas Gerais por três meses. Caso não seja contemplado neste prazo, pode ser recadastrado. Para mais informações, entre contato através do e-mail minasgerais@awesomefoundation.org.br.

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Todo cidadão tem direito à informação

CRB-6 se adapta à lei para estimular controle e cidadania

O Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) acaba de disponibilizar ao público que visita seu site uma nova página que traz as decisões tomadas pela gestão, com o objetivo de incentivar o controle social e o exercício da cidadania. A medida busca adequar o CRB-6 às diretrizes estabelecidas na Lei de Acesso à Informação e sublinhar o compromisso do Conselho com os bibliotecários e a sociedade em geral.

portal-da-transparencia-e-acesso-c-informacaoDe acordo com a presidente do CRB-6, Mariza Martins Coelho (CRB-6/1637), ampliar o acesso à informação é essencial para a consolidação da democracia no país.

Conheça o Portal da Transparência e Acesso à Informação do CRB-6 aqui.

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Cosac Naify busca apoio para manter seu acervo de 400 mil livros

O fundador da editora, Charles Cosac, revela que está conversando com instituições interessadas em receber o estoque armazenado em Barueri

Charles Cosac, proprietário da editora Cosac Naify: "Lutei 20 anos para preservar, não para destruir livros" (Foto: J.F. Diorio/Estadão)

Charles Cosac, proprietário da editora Cosac Naify: “Lutei 20 anos para preservar, não para destruir livros” (Foto: J.F. Diorio/Estadão)

“Não sou Nero, não estou demolindo de forma grotesca algo que demorei 20 anos para construir.” Essa foi a reação do editor Charles Cosac à repercussão negativa da entrevista do diretor financeiro da editora Cosac Naify, Dione Oliveira, ao Publishnews, veículo que cobre o mercado editorial, sobre o destino dos 400 mil livros que estão armazenados num depósito de Barueri, acumulados durante duas décadas de produção editorial e ameaçados de virar aparas no fim de dezembro.

Pagando o aluguel de R$ 55 mil mensais para guardar esse estoque numa empresa especializada, o editor revelou na quinta, 22, em entrevista exclusiva ao Estado, que ainda está em conversações com fundações e instituições para evitar que esses livros sejam picotados e virem aparas – prática, aliás, comum entre as editoras quando um título encalha nas livrarias. E a Cosac Naify, a despeito da excelência editorial e do cuidado gráfico, lançou, entre os 1.600 títulos publicados desde sua fundação, muitos livros que não venderam um décimo da edição.

Pagando o aluguel de R$ 55 mil mensais para guardar esse estoque numa empresa especializada, o editor revelou na quinta, 22, em entrevista exclusiva ao Estado, que ainda está em conversações com fundações e instituições para evitar que esses livros sejam picotados e virem aparas – prática, aliás, comum entre as editoras quando um título encalha nas livrarias. E a Cosac Naify, a despeito da excelência editorial e do cuidado gráfico, lançou, entre os 1.600 títulos publicados desde sua fundação, muitos livros que não venderam um décimo da edição.

“Doei livros para bibliotecas, escolas e autores nesses 20 anos e, mesmo no fechamento da editora há um ano, destinei a instituições como a Biblioteca Mário de Andrade dois exemplares de cada título que publiquei”, lembrou Cosac, que, ao decidir encerrar as atividades, doou também 900 títulos seus para a editora do Sesi. A editora acaba de lançar Olhar à Margem: Caminhos da Arte Brasileira, reunião de textos que abarca a produção de 15 anos do crítico Luiz Camilo Osório.

Charles Cosac revela que continuará a exercer sua profissão de editor, ajudando editoras como o Sesi e a Cobogó, duas novas parceiras, na produção de novos títulos, como o de Camilo Osório. Com a Cobogó ele finalizou o livro do fotógrafo Mauro Restiffe, que em breve chega ao mercado. Toda a produção do livro ficou a seu cargo.

Sobre o acordo com outras editoras – entre elas a Companhia das Letras –, Cosac diz que elas tampouco podem absorver títulos que fracassaram no mercado. “Alguns, que conseguiram bons resultados nas vendas, estão sendo reimpressos, mas ninguém quer os que não tiveram êxito.” Mesmo escritores consagrados, como o argentino Alan Pauls, não despertaram interesse das editoras que adquiriram parte do acervo da Cosac Naify. Ele foi comprado na esteira de outro chileno, Alejandro Zambra, de maior apelo comercial. “Há também títulos que outras editoras já têm e eu tenho obrigação moral de tirá-los do mercado.” Entre eles está a luxuosa edição de Guerra e Paz.

Os livros armazenados, segundo o editor, têm valor negativo diante da despesa mensal para a manutenção do estoque na locadora, o que o diretor financeiro Dione Oliveira tentou explicar em sua entrevista.

O encerramento da comercialização de todo o estoque da Cosac Naify será no dia 31 de dezembro de 2016, um ano após o anúncio do fechamento da editora por Charles Cosac, revelado pelo Estado, na época. Até lá, dificilmente esse estoque de 400 mil volumes será absorvido pelo mercado. “Eles estão à venda há 20 anos e não posso culpar a Amazon se não existem compradores”, diz Cosac. A Amazon já queimou parte do estoque da editora. Mesmo assim, sobraram títulos que são êxitos editoriais, mas pouco procurados pelos leitores.

O editor manteve o hábito de doar livros todos os meses de janeiro, o que não ajudou a diminuir de modo significativo o estoque. “Eu doei também para os autores, porque não fali, mantenho o mesmo padrão de vida, só decidindo fechar a editora porque era deficitária.” A Cosac Naify permaneceu aberta no último ano, mas inoperante por motivos legais. Os títulos que deverão ser lançados, segundo o editor, virão com o nome das editoras parceiras.
“Fizemos apostas erradas, como o livro Arquivo Brasília, uma edição cara com 1.400 fotos, que teve uma tiragem de 10 mil exemplares, dos quais 6 mil ainda estão em estoque.” Mesmo obras que teriam maior apelo popular, como a autobiografia do cantor pop inglês Sting, foi um tremendo fiasco. Dos 10 mil exemplares impressos, só 500 foram vendidos.

A varejista Amazon não comprou todo o estoque da Cosac Naify, como se imagina, mas só alguns títulos. As editoras que compraram os livros publicados pela Cosac Naify também foram parcimoniosas nas escolhas. “Acabei optando por doar os 900 títulos à editora do Sesi, porque quero que eles continuem a circular.”

Séries inteiras organizadas por grandes intelectuais, como a do professor Ismail Xavier (Cinema, Teatro, Modernidade) correm o risco de desaparecer se nenhuma editora se interessar por elas. “Imagine, você tem títulos raros do cineasta Glauber Rocha, um dos grandes nomes do Cinema Novo, mas não tem compradores, o que me obriga a buscar um destino digno para eles, embora exista um limite.”

Charles Cosac se defende das críticas que circulam pela internet, dizendo: “Estou sendo acusado injustamente de fazer algo contra o qual lutei e luto há 20 anos, a destruição de livros”. O editor, em busca de instituições que possam guardar o precioso legado da Cosac Naify, revela que essa luta deve continuar. “Não estou em busca de coedições, até porque honro meus compromissos com autores, caso do livro de Mauro Restiffe, que não tinha como deixar de ceder à editora Márcia Fortes, da Cobogó.”

Se a doação de livros provoca, segundo seu diretor financeiro, um “transtorno contábil” à editora, oficialmente fechada e arcando com a despesa de armazenamento de seu estoque, a edição de novos livros é outro problema. O do fotógrafo carioca Alair Gomes, que estava em preparo, foi suspenso. Mas, garante o editor, seu trabalho na área não terminou. “Tinha 32 anos quando fundei a editora, estou com 52, e não fui à falência.”

Fonte: Estadão

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Em defesa da profissão

Advogado do CRB-6 participa de treinamento em Brasília

No dia 26 de agosto, o assessor jurídico do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6), André Siqueira Sales (OAB-MG/142.671), participou do I Encontro de Assessores Jurídicos, promovido pelo Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB). O evento tratou do fortalecimento e padronização de procedimentos estratégicos e repassou orientações aos responsáveis pelo setor nos estados e regiões.

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Advogado do CRB-6 participa de treinamento em Brasília (Foto: Divulgação)

O encontro, que passará a ser anual, também esclareceu dúvidas dos participantes acerca dos regimes celetista e estatutário e detalhou o conceito de biblioteca e a regulamentação existente sobre o equipamento. A alteração da resolução que vincula as anuidades e penalidades ao capital social de pessoas jurídicas e a possibilidade de protesto de dívidas em cartório, além da execução judicial das anuidades inadimplidas e alternativas para a solução de conflitos foram outros temas tratados.

Para André, o encontro aproximou os assessores jurídicos de todos os estados. ‘‘Além de unificar o trabalho dos assessores, o evento alinhou as diretrizes a serem adotadas no setor’’, afirma.

I Encontro de Bibliotecários Fiscais

Os bibliotecários fiscais do CRB-6 Lúcio Tannure (CRB-6/2266) e Orfila Mudado (CRB-6/756) participaram de um treinamento promovido pelo CFB. O evento reuniu os bibliotecários fiscais dos conselhos regionais de Biblioteconomia de todo o país, com o intuito de atualizar o Manual de Gestão do Sistema. Saiba mais aqui.

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Ensino da UFMG é o melhor do país, aponta ranking da Folha

Ranking Universitário Folha foi divulgado nesta segunda-feira; na classificação geral, a UFMG é a quarta colocada, atrás da UFRJ, da USP e da Unicamp

UFMG tem o melhor ensino do país (Foto: Reprodução)

UFMG tem o melhor ensino do país (Foto: Reprodução)

Pelo terceiro ano consecutivo, o ensino da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi classificado como o melhor do país entre as 195 universidades, públicas e privadas, avaliadas na edição 2016 do Ranking Universitário Folha (RUF). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (19) pelo jornal “Folha de S.Paulo”. Na classificação geral, a UFMG é a quarta colocada, atrás da UFRJ, da USP e da Unicamp. No quesito pesquisa científica, a universidade ficou em 7º lugar.

A UFMG oferece 39 do total de 40 cursos de graduação avaliados pelo RUF. Mais de 80% deles estão classificados nas cinco primeiras colocações.

O ranking também avalia outras dimensões, como Mercado de Trabalho, quesito em que a UFMG aparece em segundo lugar, com 17,9 pontos em uma escala de 18. No item Inovação, a universidade ficou em 3° lugar, com 3,94 pontos em 4. Em Internacionalização, a posição alcançada foi o 9º lugar, com 3,56 em escala de 4 pontos.

Na dimensão Qualidade do ensino, o RUF considera os quesitos nota dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), proporção de mestres e doutores no corpo docente, proporção com dedicação exclusiva ou parcial e entrevista com docentes qualificados como avaliadores do Ministério da Educação. “Esses avaliadores visitam nossos cursos periodicamente e atestam que a proposta do ensino de graduação na UFMG é muito bem estruturada, seja em cursos antigos, consolidados, seja em formações novas”, comentou Jaime Ramírez.

Fonte: O Tempo, com informações da Agência de Notícias da UFMG

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CNPq lança chamada para financiar periódicos nacionais

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) publicou uma chamada que visa apoiar propostas que incentivem a editoração e publicação de periódicos científicos brasileiros em todas as áreas de conhecimento. Essa é uma forma de contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global de mais de dois milhões e meio de reais.

Alguns dos requisitos para participar da chamada são: ser um periódico com frequência mínima de dois fascículos por ano; circular sob o formato impresso e eletrônico; e ter sido publicado de forma regular em 2014 e 2015. Além disso, o periódico precisa estar indexado em duas bases de dados entre as nomeadas no edital, que são: SciELO, ISI (Thomson Co.), Scopus (Elsevier) ou PubMed (US National Library of Medicine);

A chamada foi lançada em 12/09/2016 e as submissões de propostas podem ser feitas até 13/10/2016. A Chamada, contendo todas as informações, pode ser conferida aqui.

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Projeto Aula na Biblioteca: Dança-linguagem e Expressão acontece na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa

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Abra o seu coração

CRB-6 busca sensibilizar profissionais a darem oportunidade a estudantes de Biblioteconomia

A Biblioteca da Escola Municipal José Maria Alkmim, em Belo Horizonte, conta, desde o início do semestre, com uma nova estagiária. A estudante Jéssica Luiza Magalhães de Campos, da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (ECI/UFMG), está na reta final do curso de Biblioteconomia e, assim como seus colegas de turma, deve cumprir uma determinada carga horária em biblioteca para completar a graduação.

Solidário aos futuros profissionais da área, o Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) solicita aos bibliotecários inscritos que “abram o coração” e as bibliotecas aos estudantes com a criação de vagas para estagiários.

“É um momento muito importante para os alunos, mas, também, uma oportunidade de reflexão para os bibliotecários que os supervisionam sobre a prática profissional que adotam”, afirma Ivo Funghi Baía (CRB-6/2135), responsável pela Biblioteca da Escola Municipal José Maria Alkmim. Ele informa que a estudante cumprirá 200 horas de atividades. “Como coordenador do estágio, busco integrá-la ao dia-a-dia da biblioteca e fazer com que ela vivencie situações que serão importantes para o seu futuro profissional. Ao mesmo tempo, também para mim tem sido uma experiência bastante rica, uma vez que tenho alguém que está prestes a se formar para dialogar sobre o nosso fazer diário”, acrescenta Baía.

O bibliotecário Ivo Funghi Baía e a estudante de biblioteconomia Jéssica Luiza Magalhães de Campos (Foto: Divulgação)

O bibliotecário Ivo Funghi Baía e a estudante de biblioteconomia Jéssica Luiza Magalhães de Campos (Foto: Divulgação)

De acordo com o Colegiado de Biblioteconomia da ECI, para efetuar a matrícula no Estágio, o aluno deve ter sido aprovado em todas as disciplinas ofertadas do 1º ao 7º período. Além disso, seu plano de trabalho precisa passar pelo crivo pela coordenação do curso. Para mais informações, acesse o site http://colgradbiblio.eci.ufmg.br.

Atualização 20/09/2016, 17h50.

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Bibliotecas terão programa de leitura para bebês e crianças de até 4 anos

Leitura

Quem passou pela experiência de ouvir histórias lidas pelos pais quando pequeno dificilmente esquece. Sem falar que essa atitude estimula o hábito de leitura por toda vida. Essa reflexão está presente no programa “Bebelê”, que envolve bebês a partir de seis meses e crianças de até 4 anos de idade.

A iniciativa se baseia na teoria de Letramento Infantil (Early Literay), definida pelo National Institute of Child Heath and Human Development (NICHD), que enfatiza a importância do ato de ler e a interação com a leitura para o desenvolvimento infantil.

O programa foi implantado com sucesso na Biblioteca de São Paulo, em 2012, e Biblioteca Parque Villa-Lobos, em 2014, ambas na capital, e agora será desenvolvido em dez bibliotecas do Estado. Desde então, foram desenvolvidas 480 ações, com mais de 3.000 atendimentos.

Participam do projeto equipamentos das cidades de Auriflama, Birigui, Guararema, Jundiaí, Lençóis Paulista, Praia Grande, Presidente Prudente, Igarapava, Itapetininga e Ourinhos, que foram contemplados entre 34 bibliotecas de todo o Estado, inscritas em edital lançado pela Organização Social SP Leituras, em parceria com o Instituto Tellus. O concurso também contou com o apoio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEb) e Secretaria da Cultura.

As instituições selecionadas iniciam agora a implantação do programa por meio da contratação de profissionais que participarão de oficinas em São Paulo para o processo de cocriação e desenvolvimento do projeto. Será um especialista por unidade.

Além disso, as bibliotecas receberão por doação um kit completo composto por acervo de livros-brinquedo, material pedagógico, tablets, TV, móveis e demais recursos para serem empregados nas ações.

Fonte: Governo de São Paulo

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Muitas pessoas ouvem vozes quando estão lendo, mostra pesquisa

Se você nunca passou por isso, provavelmente achará essa experiência bem estranha. Mas acontece que muitas pessoas por aí (nós da redação incluídos!) que ouvem vozes quando estão lendo. Por vezes só a voz do narrador, por vezes as vozes dos personagens, como se eles próprios estivessem lendo seus diálogos.

(Foto: Flickr/Rob Tolomei/ Pin It)

A cientista Ruvanee Vilhauer, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, ficou curiosa sobre esse comportamento e decidiu pesquisá-lo mais a fundo. O resultado foi publicado recentemente no periódico Psychosis.

Ruvanee partiu de 160 postagens – 136 respostas e 24 perguntas – no Yahoo! Answers relacionadas à experiência de ouvir vozes durante a leitura. Ela então contratou uma equipe de programadores para categorizar os conteúdos, de forma que eles pudessem ser quantificados e analisados.

Ao analisar os dados, a cientista descobriu que 82,5% das pessoas que participaram das interações no Yahoo! Answers já tinham ouvido uma ou mais vozes durante suas leituras – entre elas, estavam leitores que também ouviam os sotaques dos personagens. O mais curioso é que a maioria delas presumia que todos tivessem esse tipo de experiência.

Um total de 10,6% nunca ouviu vozes durante a leitura e mostraram espanto sobre a possibilidade de alguém passar por experiências desse tipo. A pesquisadora notou ainda que dez dos internautas só perceberam que ouviam vozes ao ver alguém comentando sobre o assunto.

Esse é um dos primeiros estudos sobre o assunto. Ruvanee acredita que isso se deva ao fato de os cientistas, como muitos dos internautas avaliados, presumirem que todos tenham experiências como as deles.

Fonte: Galileu | Via Science Alert

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CRB-6 fiscaliza bibliotecas no Noroeste de Minas

Três instituições foram autuadas devido à falta de profissional bibliotecário

Nos dias 31 de agosto e 1° de setembro, o bibliotecário fiscal do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) Lúcio Tannure (CRB-6/2266) visitou 10 instituições em Unaí, no Noroeste de Minas. Três bibliotecas foram autuadas por não contarem com um profissional habilitado para o cargo.

Escola do município de Unaí recebe fiscalização do CRB-6 (Foto: Divulgação)

Escola do município de Unaí recebe fiscalização do CRB-6 (Foto: Divulgação)

Segundo a presidente do CRB-6, Mariza Martins Coelho (CRB-6/1637), as fiscalizações buscam assegurar o espaço de atuação dos bibliotecários, mas não só isso. “Além da defesa da profissão, as visitas fiscalizatórias garantem que a sociedade terá bibliotecários capacitados e devidamente registrados para o exercício da atividade”, observa.

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Visita realizada na Biblioteca Pública Municipal de Unaí (Foto: Divulgação)

Próxima parada

Entre os dias 26 e 30 de setembro, o bibliotecário fiscal do CRB-6 Lúcio Tannure visitará instituições públicas e privadas do Espírito Santo.

Denuncie, se for o caso

Você também pode contribuir com a fiscalização do CRB-6. Em nosso site há um canal por meio do qual é possível enviar denúncias de locais onde não há bibliotecário contratado, tanto em Minas Gerais quanto no Espírito Santo.

CRB-6 Informa

A próxima edição da revista CRB-6 Informa trará uma matéria especial sobre o trabalho de fiscalização realizado pelo Conselho. Aguarde.

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