Bibliocleptomania: “A Menina que Roubava Livros” mantém essência do bestseller no cinema

A Menina que Roubava Livros

“Quando a Morte Conta uma História, você deve parar para ler” –e pode parar para assistir. Parafrasear o slogan do best-seller “A Menina que Roubava Livros”, que vendeu mais de 2 milhões de exemplares no Brasil e mais de 8 milhões pelo mundo, é a melhor maneira de descrever o resultado da adaptação cinematográfica homônima desse fenômeno literário.

Ainda que a narrativa audiovisual não apresente a mesma desenvoltura da Morte como narradora do livro do australiano Markus Zusak, o filme, que estreia nesta sexta-feira (31) nos cinemas brasileiros, é instigante.

Para a satisfação dos leitores, “A Menina que Roubava Livros” (2013), de Brian Percival, também traz, ainda que de forma mais discreta, a “ceifadora de almas” narrando a história de Liesel Meminger (Sophie Nélisse), a menina que despertou sua curiosidade quando foi buscar o irmão dela, morto em um vagão de trem na Alemanha nazista.

Os dois eram levados pela mãe, perseguida por ser comunista, para serem cuidados por um casal de meia-idade: Rosa (Emily Watson) e Hans Hubermann (Geoffrey Rush). No entanto, só chegam à rua Paraíso –tradução feita para a rua Himmel do original–, Liesel e o “Manual do Coveiro”, guia roubado pela garota durante o funeral do irmão, na primeira manifestação de sua bibliocleptomania.

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Fonte: UOL

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