Bibliotecas prisionais

Bibliotecas prisionais

Após ações do MEC em parceria com o Supremo, CFB envia um ofício alertando para a importância do bibliotecário para gerenciamento das bibliotecas

Em uma tentativa de cessar uma das maiores crises no sistema prisional brasileiro, o Ministério da Educação (MEC) e o Supremo Tribunal Federal (STF) doará 40 bibliotecas a instituições prisionais de todo o país. A iniciativa foi formalizada pelo ministro da Educação, Mendonça Filho e a presidente do STF, ministra Carmem Lúcia, no mês passado. O projeto é uma medida de ressocialização, educação e humanização dos presos, que pode permitir a redução das penas de acordo com o número de obras lidas.

Comunicado

Com o acordo firmado, o presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), Raimundo Martins de Lima (CRB-11/039), encaminhou ofício ao ministro da Educação reforçando a importância do bibliotecário nesses espaços. O presidente afirma que o profissional da Biblioteconomia asseguraria a população carcerária o acesso à informação e a possibilidade de desenvolver o gosto pela leitura.

>> Confira o documento na íntegra

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