Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias se reúne para planejar as atividades em 2017 e 2018

Na última quarta-feira (29), os integrantes da Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU) se reuniram presencialmente na diretoria da Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “O ponto principal da reunião foi planejar as ações da Comissão com base nas propostas que apresentamos em nossa candidatura”, afirma Wellington Marçal de Carvalho, diretor do Sistema de Bibliotecas da UFMG e presidente da CBBU.

Entre os assuntos discutidos estão a criação do site da CBBU, o tutorial de como se filiar à Comissão e a definição do valor da anuidade. Também foram pensadas as atividades a serem promovidas pela CBBU em dois importantes eventos da área: o Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, em 2017, e o vigésimo Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU), em 2018. Foram pautadas, ainda, as maneiras de se trabalhar com a agenda 2030 da UNESCO, que apresenta novas metasvisando a erradicação da pobreza e melhorias na saúde, educação e meio-ambiente.

A CBBU, órgão vinculado à Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB), tem como principal missão representar as Bibliotecas Universitárias junto a órgãos governamentais e à comunidade científica brasileira, por meio da formulação de políticas públicas, da organização de eventos, entre outras atribuições.

Além do presidente Wellington, a Comissão é atualmente composta por mais duas integrantes da UFMG: a vice-diretora do Sistema de Bibliotecas, Anália Gandini Pontelo (secretária da CBBU) e a bibliotecária Sindier Antônia Alves (diretora de finanças). Célia Regina Simonetti Barbalho, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), é a vice-presidente da Comissão e Elton Bentes Neves, da Universidade Federal de Roraima (UFRR), o diretor de planejamento e marketing.

“Minas Gerais nunca presidiu a CBBU. Ao fazermos uma articulação entre Minas, Amazonas e Roraima, deslocamos um pouco o eixo das reflexões, alcançando outros espaços que não os tradicionalmente presentes nas discussões da Comissão”, destaca Wellington.

Fonte: UFMG

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