Futura presidente da Biblioteca Nacional sofre processo por improbidade

Helena Severo é acusada de irregularidades à frente da secretaria de Cultura

Helena Severo (Foto: Reprodução)

Helena Severo (Foto: Reprodução)

O Ministério Público do Rio confirmou que Helena Severo sofre processo por improbidade administrativa durante o período em que serviu como secretária da Cultura do Estado, em 2001, em ação que corre na 4ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça. Ela foi condenada em primeira instância e, como consequência, não pode assumir cargos públicos ou atuar como servidora pública pelo período de cinco anos. As informações são do jornal “Folha de S. Paulo”.

Em sua gestão como secretária da Cultura, Helena é acusada de ter indicado diretores para os teatros sob controle estatal, passando por cima de uma comissão formada especialmente para esse fim. Um recurso apresentado por ela e pelo MinC no dia 21, com parecer da procuradoria da pasta, argumenta que o Tribunal de Contas e a Secretaria de Controle Geral aprovaram suas contas, ainda que com ressalvas. A sentença foi suspensa até que o recurso seja apreciado.

O MinC disse que a nomeação de Helena foi enviada à Casa Civil e que, com a suspensão da condenação para julgamento do recurso, não pesa sobre ela nenhuma decisão. Em consequência, ela não está impedida de ser nomeada e assumir a presidência da Biblioteca Nacional, o que pode ocorrer a qualquer momento.

Anunciada pelo MinC em maio em substituição a Renato Lessa, Helena ainda não tomou posse do cargo, que está sendo ocupado interinamente pelo diretor executivo da instituição, Luiz Fernando Zugliani. Na instituição, a informação dada é que se trata de “trâmites burocráticos” e não de uma “questão política”.

Crise na Cinemateca

Nessa quinta-feira, o MinC informou que vai reavaliar a nomeação de Oswaldo Massaini Filho, escolhido na última terça-feira para suceder Olga Futemma como coordenador-geral da Cinemateca Brasileira. No passado, o empresário foi acusado de estelionato pela apresentadora Márcia Goldschmith.

Fonte: O Globo

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