Ministério da Cultura e Amazon debatem parcerias

Alex Szapiro e o ministro Roberto Freire debateram possíveis parcerias entre a o Ministério da Cultura e a Amazon (Foto: Edson Leal/Ascom MinC)

Alex Szapiro e o ministro Roberto Freire debateram possíveis parcerias entre a o Ministério da Cultura e a Amazon (Foto: Edson Leal/Ascom MinC)

Fomentar a leitura no Brasil, ampliar o acesso a obras literárias e incentivar a produção de escritores brasileiros independentes. O alcance dessas metas do Ministério da Cultura (MinC) pode ganhar mais um aliado: a Amazon. Em reunião nesta quinta-feira (16) entre o ministro Roberto Freire e representantes da empresa norte-americana, teve início um diálogo para a construção de futuras parcerias.

Concentrado em aumentar o acesso dos brasileiros a livros, o ministro estuda a possibilidade de firmar um convênio com a Amazon para disponibilizar gratuitamente obras que estão em domínio público, ou seja, não precisam pagar direitos autorais. Os direitos de autor no Brasil duram 70 anos a partir de 1° de janeiro do ano subsequente à morte do autor.

“Queremos unir a tradição com vanguarda. Esses livros vêm da nossa tradição (literária). Muitos deles são clássicos. Que ótimo que a gente possa oferecer isso em uma ferramenta bem moderna. Esse é um bom exemplo de parceria que estamos pensando em fazer aqui no ministério”, destacou Freire.

De acordo com o diretor-geral da Amazon no Brasil, Alex Szapiro, a experiência da empresa no País, nos últimos cinco anos, tem mostrado que não existe competição entre o livro físico e o digital e que a venda em um formato ou outro varia conforme o gênero literário e o tipo de experiência que o leitor quer ter. “Tem gênero, como o infantil, que o pai lê para o filho, então vende mais no físico. Já um romance sai mais em formato digital”, exemplificou.

Szapiro afirmou ainda que duas questões apontadas como razões pelos brasileiros para o baixo índice de leitura seriam a dificuldade de encontrar algumas obras e o preço. “Um dos nossos objetivos é que o livro seja acessível e universal. Com esse foco, estamos tentando criar no MinC uma série de ações com efeitos permanentes”, destacou o ministro.

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Fonte: Ministério da Cultura | Texto Camila Campanerut

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