Moradores de BH recolhem livros para moradores da casa da árvore no bairro Buritis

Cerca de 1.000 livros que eram mantidos no imóvel de dois andares e quatro cômodos – que também funcionava como “biblioteca pública” foram queimados

Cerca de 1.000 livros que eram mantidos no imóvel de dois andares e quatro cômodos – que também funcionava como “biblioteca pública” foram queimados (Foto: Divulgação/O Tempo)

Cerca de 1.000 livros que eram mantidos no imóvel de dois andares e quatro cômodos – que também funcionava como “biblioteca pública” foram queimados (Foto: Divulgação/O Tempo)

Os moradores do bairro Buritis, na região Oeste de Belo Horizonte, estão recolhendo livros para doar para os habitantes da casa da árvore, na avenida Barão Homem de Melo, destruída por um incêndio no último domingo (24). A casa existia há dois anos e abrigava três moradores de rua. Cerca de 1.000 livros que eram mantidos no imóvel, de dois andares e quatro cômodos que também funcionava como “biblioteca pública”, foram queimados.

“A gente sempre passava por ali e admirava a biblioteca e a casa deles.Todo mundo tinha um carinho muito grande. Ficamos bem chocados com o que aconteceu e estamos fazendo o recolhimento dos livros para ajudá-los a se reerguerem”, relatou o aposentado Ênio Procópio que está recolhendo as obras.

Nesta segunda-feira (25) os apoiadores da casa da árvore fizeram um abraço solidário em apoio aos moradores. Os apoiadores ressaltam que se for da vontade dos moradores, eles serão ajudados na reconstrução da casa.

A Polícia Civil abriu inquérito, nesta segunda-feira (25), para investigar o incêndio. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, uma equipe da 2º Delegacia Sul compareceu ao local do incêndio, na manhã desta segunda, para avaliar a situação. As imagens das câmeras de segurança da região também foram recolhidas para investigação. Ainda segundo a assessoria, os moradores e vizinhos da casa serão ouvidos sobre o caso. No entanto, a delegada Cinara Rocha, prefere não dar mais detalhes para não atrapalhar as investigações.

Fonte: O Tempo

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