Por que nos lembramos melhor do que lemos no Facebook em vez do que vemos nos livros?

Data de publicação: 18/01/2013

Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini

De acordo com o Daily Mail, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra, apontou que os posts publicados no Facebook são uma vez e meia mais lembrados do que frases extraídas de livros conhecidos, e duas vezes e meia mais lembrados do que o rosto de uma pessoa. E você pensando que todo mundo ia se esquecer daquele seu comentário infeliz do outro dia!

Segundo os pesquisadores, a diferença com relação ao que é mais lembrado — frases, rostos ou posts — é tão assombrosa que pode ser comparada à diferença de memória de pessoas que sofrem de amnésia e pessoas com memórias normais.

“Comédia da vida privada”

Conforme explicaram os cientistas, a chave do sucesso dos posts no Facebook é o fato de o nosso cérebro ter mais facilidade em lidar com formas mais coloquiais de linguagem, já que as publicações normalmente adotam um formato bem casual e espontâneo, parecendo-se muito com a maneira como as pessoas se comunicam no dia a dia. Muitas vezes, esses breves comentários nem mesmo apresentam sinais ortográficos ou estruturas gramaticais corretas.

Além disso, a natureza das publicações geralmente envolve temas triviais ou relacionados com a vida privada de alguém — olha a fofoca aí! —, e as nossas mentes são como esponjas para esse tipo de assunto. E olha que essas historinhas são atualizadas 30 milhões de vezes a cada hora. Haja assunto!

Trivialidades e aprendizado

Os pesquisadores explicaram que esse tipo de estudo pode servir para mostrar quais são os tipos de informação que o nosso cérebro está programado para lembrar mais facilmente. Assim, a partir desses dados, eles acreditam que seja possível desenvolver ferramentas educacionais mais eficazes e até novas formas de comunicação e publicidade.

Não que os livros de texto — sejam eles escolares ou literários — devam ser disponibilizados através do Facebook ou Twitter, mas os pesquisadores especulam que muitos professores poderiam se beneficiar desse tipo de linguagem para montar aulas e apresentações no PowerPoint, por exemplo. Quem sabe assim não seria mais fácil se lembrar da matéria que você precisa saber para a prova em vez daquele post de um amigo sobre a festa que rolou no último fim de semana?

Fonte: Os pesquisadores explicaram que esse tipo de estudo pode servir para mostrar quais são os tipos de informação que o nosso cérebro está programado para lembrar mais facilmente. Assim, a partir desses dados, eles acreditam que seja possível desenvolver ferramentas educacionais mais eficazes e até novas formas de comunicação e publicidade.

Não que os livros de texto — sejam eles escolares ou literários — devam ser disponibilizados através do Facebook ou Twitter, mas os pesquisadores especulam que muitos professores poderiam se beneficiar desse tipo de linguagem para montar aulas e apresentações no PowerPoint, por exemplo. Quem sabe assim não seria mais fácil se lembrar da matéria que você precisa saber para a prova em vez daquele post de um amigo sobre a festa que rolou no último fim de semana?

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