Respeito à diversidade

Respeito à diversidade

Travestis e transexuais já podem escolher o nome a ser impresso na carteira profissional

Pouca gente sabe, mas há cerca de seis meses os bibliotecários travestis e transexuais já podem ser tratados pelo nome social em suas carteiras profissionais. O novo campo foi incluído nas plataformas de Serviços Online para valorizar a dignidade humana e atender ao Decreto nº 8.727/2016, que dispõe sobre o reconhecimento da identidade de gênero no âmbito da administração pública federal.

Lucimar Oliveira Silva, vice-presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), prevê que a mudança deve causar uma grande diferença na vida das pessoas. “Se alguém sente necessidade de ser identificado de forma diferente na sua documentação, porque não vamos fazer? Isso só valoriza a pessoa e o profissional.” Segundo ela, ainda não houve pedido de alteração no nome, mas a possibilidade já existe. ”Bastou que fizéssemos uma simples alteração no sistema. E, caso o interessado em adotar o nome social encontre algum problema para proceder à troca, ele deve procurar o seu conselho estadual”, orienta.

Para Marilia  Paiva (CRB-6/2262), presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6), não se pode se negar aos travestis e transexuais esse direito social conquistado. “De maneira nenhum o Conselho irá impedir ou dificultar o acesso a esse direito, pois precisamos avançar em direção ao respeito cada vez maior à diversidade, que tanto tem enriquecido nossa sociedade.”

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