Trabalho voltado para a população de Itaúna

Há seis meses no cargo, Luciana Ferreira tem grandes planos para a biblioteca de Itaúna

“Organizar a casa para receber bem o público”. Esse é o atual lema da bibliotecária Luciana Mendes Ferreira (CRB-6/3101), que há seis meses foi contratada para gerir a Biblioteca Pública Municipal Engenheiro Osmário Soares Nogueira, em Itaúna, cidade localizada no oeste de Minas Gerais.

Luciana Ferreira na biblioteca de Itaúna (Foto: Arquivo pessoal)

A vaga foi aberta após a fiscalização do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) após constatar a ausência de um profissional habilitado para administrar o espaço. Aprovada na seleção, Luciana agora se dedica a deixar tudo em ordem.

O primeiro passo foi analisar o acervo remanescente, de 9.600 obras. “Com a seleção, parte permanecerá e parte será doada”, conta. Esse trabalho será importante para a informatização. O projeto, inclusive, já está em andamento e a previsão é de seja implantado o programa de gerenciamento Koha. “Por não estar informatizada, é difícil obter dados precisos sobre a biblioteca. Foi um trabalho enorme conhecer todo o acervo”, acrescenta a bibliotecária.

Outro foco desses primeiros meses foi conhecer o público da biblioteca. Os registros de usuários foram organizados. Agora, está sendo realizado um estudo do público. Uma primeira tentativa foi feita por meio de um formulário online, mas ele não gerou resultados. A alternativa foi recorrer ao formato impresso, que está sendo preenchido por quem frequenta o espaço.

Após esse trabalho de organização, Luciana espera realizar atividades voltadas para a população. “A ideia é que a biblioteca contribua com o letramento das pessoas. Quando o usuário vem aqui, ele precisa entender porque existimos. É preciso mostrar isso de alguma forma”, diz. Para isso, um projeto piloto será iniciado com uma turma da rede pública de ensino.

Na segunda quinzena de novembro, a primeira turma vai visitar o espaço. A ideia é trabalhar com quatro estações de conhecimento, que oferecerão atividades diferentes em cada uma delas. Além disso, serão promovidas visitas guiadas e ações programadas, voltadas para os estudantes.

Outro projeto para 2018 é criar um espaço dedicado às obras em braile que a biblioteca possui. Todas as novas propostas de sinalização e layout já visam facilitar o acesso e a busca, especialmente de deficientes.

Leia mais histórias
O CRB-6 vem publicando uma série de matérias com a história de profissionais contratados após as fiscalizações do Conselho. Leia os relatos já publicados:

– Águida Heloiza Almeida de Paula (CRB-6/2191)

– Ana Paula Meira (CRB-6/2768)

– Ângela Aparecida Ribeiro (CRB-6/3395)

 Camila Canto Garcia Netto (CRB-6/3365)

– Célia Barbosa (CRB-6/3123)

– Cristina Maria Viana Camilo de Oliveira (CRB-6/1819)

– Fernanda Samla Souza Costa (CRB-6/3289)

– Gabriela de Oliveira Gobbi (CRB-6/ES 825)

– Humberto Damião de Souza (CRB-6/ES 850)

– Kauara Katrine Faria Silva (CRB-6/3193)

– Luiz André Orbez Schubsky (CRB-6/3343)

– Márcia Aparecida Cecílio (CRB-6/1660)

– Marcos Roberto da Silva (CRB-6/2655)

– Maria Regina de Oliveira Alcantara (CRB-6/2784)

 Michelle de Paula Machado Venuto (CRB-6/2518)

– Nádia Lages de Medeiro Alves (CRB-6/2089)

– Nádia Santos Barbosa (CRB-6/3178/P)

– Rafaela de Paula Amaral de Souza (CRB-6/2300)

– Simone Alves Diamantino (CRB-6/2184)

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