Bibliotecários mais atuantes

Campo de atuação cresce e profissão se mostra como uma  Importante função em empresas e órgãos públicos

A profissão de bibliotecário está cada vez mais presente em diversas esferas da sociedade. A influência desse profissional se faz necessária para a correta administração das informações em empresas ou órgãos públicos. Sabendo disso, o Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) conversou com uma bibliotecária que trabalha no Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Cristina Pedrosa Garabini (CRB-6/1286) contou o que é relevante para cumprir suas funções na instituição, e as diferenças entre uma atuação em bibliotecas escolares ou públicas.

 Biblioteca do Ministério Público de Minas Gerais (Foto: Divulgação)


Biblioteca do Ministério Público de Minas Gerais (Foto: Divulgação)

Cristina está no cargo há 15 anos. Em conjunto com, em média, 30 pessoas, que compõem o setor de Diretoria de Informação e Conhecimento, a bibliotecária administra toda a catalogação feita no órgão. Porém, a diferença é que o conteúdo informacional é muito específico, sendo necessário um conhecimento profundo sobre a origem dessas informações para a correta distribuição entre os bancos de dados.

Como o setor é amplo, os bibliotecários têm a oportunidade de atuar em várias frentes. Há a atividade típica, que é o processamento de dados, e existe também a área de coordenação, que exige a aplicação da visão do bibliotecário na gestão, com a aplicação de técnicas administrativas.

Por esse viés extenso, a atuação em funções no serviço público demanda, além de um conhecimento da área de biblioteconomia, qualidades pessoais do profissional. “É preciso uma formação sólida, caráter e uma preocupação séria com a correta utilização dos recursos públicos”, afirma.

Para a catalogação dos dados, os bibliotecários trabalham com alguns softwares. Entre eles, está o Pergamum, que faz a gestão do acervo . Além disso, há também o DSpace e o ABCD Isis. “O nosso departamento de informática trabalha constantemente para adaptar esses programas e torná-los mais funcionais para as nossas propostas”, conclui.

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