CRB-6 entrevista: Victor Alves

Aos 28 anos, o professor de automação, Victor Alves, já publicou dois livros

Para marcar a passagem da Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, em outubro, o Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) vai publicar uma série de entrevistas com escritores mineiros como forma de incentivar a leitura e valorizar a literatura regional.

O primeiro autor é o betinense Victor Alves, 28 anos. Formado em Engenharia Elétrica pelo CEFET-MG, ele é professor de Automação e um apaixonado por literatura, principalmente ficção científica, e já publicou duas obras: “O Décimo Primeiro Dia” e “O Esquadrão do Novo Mundo”. Confira a entrevista:

Aos 28 anos, o professor de Automação Victor Alves já publicou dois livros (Foto: Divulgação)

Aos 28 anos, o professor de Automação Victor Alves já publicou dois livros (Foto: Divulgação)

O que lhe motivou a escrever?

Por gostar muito de ler, senti uma necessidade de deixar minha contribuição em livros em que exploro meus gêneros favoritos, de modo que outras pessoas possam compartilhar minha paixão e minhas ideias. Gosto de histórias que vão além da realidade cotidiana, por isso, sinto-me mais atraído pelo mundo imaginário.

Qual a figura literária que mais o marcou? Algum autor serviu de inspiração?

É difícil escolher um autor entre todos os que li, pois cada um contribuiu para uma ideia, um sentimento, uma inspiração. Mas entre meus favoritos posso citar Stephen King e Leonel Caldela.

Qual a importância da biblioteca e do bibliotecário para a formação do cidadão? Você frequenta esses espaços? Recorda de algum bibliotecário que contribuiu para o seu gosto pela leitura?

O contato com a leitura é indispensável, pois a partir dela ampliamos nossos horizontes, melhoramos nosso vocabulário, nos tornamos mais criativos, entre outros benefícios. Por esse motivo, considero os bibliotecários importantíssimos, afinal, eles são a ponte entre o leitor e os livros, verdadeiros guias capazes de indicar obras as mais variadas e atender até o mais exigente leitor. Desde criança criei o hábito de visitar bibliotecas, principalmente uma biblioteca pública que havia nas proximidades da casa de meus pais. Como professor, este contato se tornou ainda maior e me tornei amigo do bibliotecário da primeira escola na qual dei aulas. Ele foi uma das primeiras pessoas a ler o rascunho de Décimo Primeiro Dia e me ajudou muito com a publicação.

As redes sociais e a internet podem contribuir para incentivar a leitura?

As redes sociais servem como meio de vários autores divulgarem seus trabalhos, como é o meu caso, e a possibilidade de avaliar e comentar o que lemos certamente faz com que determinadas obras sejam conhecidas por mais pessoas, o que provavelmente não aconteceria sem a ajuda deste espaço de comunicação. Se alguém gosta de um livro, é fácil indicá-lo aos amigos utilizando este recurso. Além disso, é possível buscar obras por tema de interesse e verificar qual tem sido a avaliação do público, o que pode ser um grande incentivo no caso de livros que recebem boas críticas.

No próximo Boletim Eletrônico, o entrevistado do CRB-6 é um autor da cidade de Governador Valadares. Aguarde…

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