Biblioteca pública é inaugurada na Estação Ferroviária de Lobo Leite, em Congonhas

Foi inaugurada na tarde do dia 14 de dezembro, a Biblioteca Cônego Luiz Vieira da Silva, no distrito de Lobo Leite, em Congonhas. O nome foi escolhido pela comunidade em trabalho desenvolvido com a escola municipal Amynthas Jacques de Moraes. O nome da biblioteca é uma homenagem a Cônego Luiz Vieira da Silva, nascido no Arraiá de Soledad, onde hoje se encontra Lobo Leite. Ao lado de Cláudio Manoel da Costa, Inácio Jose de Alvarenga e Tomás Antônio Gonzaga, ele apoiou Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, durante a Inconfidência Mineira, que marcou a história de Minas Gerais.

Biblioteca Cônego Luiz Vieira da Silva (Foto: Prefeitura de Congonhas)

Biblioteca Cônego Luiz Vieira da Silva (Foto: Prefeitura de Congonhas)

O município de Congonhas foi contemplado com R$ 50 mil em livros e mobiliário no edital de Criação de Bibliotecas Públicas Municipais do Estado de Minas Gerais lançado pela Superintendência de Bibliotecas Públicas, por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais, que contemplou apenas cinco cidades mineiras.

Estiveram presentes na cerimônia o prefeito Zelinho; a secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Resende; a diretora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais, Cleide Fernandes; o secretário adjunto de Educação, Thales Gonçalves; a diretora da Biblioteca Municipal Djalma, Cristiane Aparecida de Melo Souza; a diretora da E. M. Amynthas Jacques de Morais, Maria de Fátima Gonçalves Lobo; o vereador Edonias Clementino de Almeida; a bibliotecária Margarida Ferreira; secretários municipais de Governo, Lúcio Coimbra, de Obras, Rosemary Aparecida Benedito, e de Cultura, Míriam Palhares; e o secretário adjunto de Desenvolvimento e Assistência Social, Henrique Marani.

Para saber mais, acesse aqui.

Fonte: Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas Municipais de Minas Gerais | Prefeitura de Congonhas

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Fiscalização encerra o ano

CRB-6 vistoriou instituições em Minas Gerais e no Espírito Santo

Para finalizar as atividades da 17ª Gestão do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6), mais de 80 fiscalizações foram realizadas entre os meses de novembro e dezembro. Os bibliotecários fiscais estiveram em 16 municípios mineiros e capixabas, grande parte deles alvo de denúncias.

A maioria das visitas ocorreu em novembro. Ao todo, foram fiscalizadas 58 instituições, entre bibliotecas públicas e escolas – municipais, estaduais e particulares – de nível básico, médio e superior em 13 municípios mineiros: Belo Horizonte, Betim, Cláudio, Contagem, Divinópolis, Florestal, Itaúna, Mário Campos, Ouro Preto, Pará de Minas, Pedro Leopoldo, Sarzedo e São José da Varginha. Segundo o bibliotecário fiscal Lúcio Tannure (CRB-6/2266), em 20 delas foi necessário emitir autos de infração devido às irregularidades encontradas.

Em dezembro, o foco das fiscalizações foi o Espírito Santo. As cidades de Vitória, Linhares e São Mateus foram visitadas pela equipe do CRB-6 para que fosse verificada a situação das bibliotecas escolares. Das 23 instituições vistoriadas, nove foram autuadas. Apesar da chuva que atrapalhou o andamento do trabalho, Lúcio conta que conseguiu atender a todas as denúncias. “Encontrei instituições regularizadas, outras não. Priorizei as que não haviam sido vistoriadas anteriormente e as que foram alvo de denúncias.”

Para a presidente do Conselho, Mariza Martins Coelho (CRB-6/1637), essas visitas devem ser uma prática contínua nas próximas gestões, de modo a garantir o direito dos profissionais. “É somente pela fiscalização que o CRB-6 pode garantir o cumprimento das legislações federais referentes à área de Biblioteconomia.”

Faça sua parte

Conhece uma biblioteca que não possui bibliotecário responsável? Envie sua denúncia para o e-mail crb6@crb6.org.br. Todo o processo é mantido em sigilo e garantimos o anonimato durante todas as etapas. Para mais informações, consulte o site do Conselho.matues 

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Participe da pesquisa “Desinformação: Qualidade da informação compartilhada em mídias sociais”

O questionário abaixo integra a coleta de dados da dissertação de César A. Galvão F. Conde, mestrando no Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação da Universidade Estadual de Londrina (UEL), cujo objetivo é analisar a prática do compartilhamento de bibliotecários integrantes do grupo “Bibliotecários do Brasil”, do Facebook, no tocante aos critérios de avaliação da qualidade que adotam para a não disseminação da desinformação.

A identidade dos respondentes será mantida em sigilo, bem como os dados coletados serão utilizados exclusivamente para fins acadêmicos desta pesquisa. 

Para responder, acesse este link.

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Reaberta no Sinai uma das bibliotecas mais antigas do mundo

Reaberta após três anos de restauração, biblioteca do Mosteiro de Santa Catarina contém manuscritos que estão entre os mais antigos do cristianismo

Com mais de 3 mil manuscritos, biblioteca é a segunda mais importante do mundo, depois do Vaticano (Foto: Wikimedia Commoms)

Com mais de 3 mil manuscritos, biblioteca é a segunda mais importante do mundo, depois do Vaticano (Foto: Wikimedia Commoms)

O ministro de Antiguidades do Egito, Khaled al Anani, reabriu em 16 de dezembro a biblioteca histórica do Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina, no sul da península do Sinai. Ela havia permanecido fechada durante três anos para trabalhos de reforma, informou a agência de notícias estatal Mena.

A reabertura aconteceu após o término das obras de restauração da cúpula bizantina do mosteiro, que cobre uma superfície de 46 metros quadrados. Ali se encontra uma das primeiras representações icônicas do cristianismo.

Fundado no século 6°, o Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina é um dos mais antigos do mundo, tendo sido declarado Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.

O diretor de Estudos e Pesquisas Arqueológicas no Sinai, Abdelrahman Rihan, ressaltou que a biblioteca, que detém cerca de 3 mil manuscritos, é considerada a segunda mais importante do mundo, depois do Vaticano.

“Mensagem de segurança e paz”

Alguns desses manuscritos estão entre os mais antigos do cristianismo, como partes de uma Bíblia do século 4°.

“A inauguração de hoje é uma mensagem de segurança e paz para todo o mundo”, disse na ocasião o ministro das Antiguidades, Khaled al Anani.

O Mosteiro de Santa Catarina é um dos destinos turísticos mais importantes do Egito. O país está trabalhando para fortalecer a indústria do turismo, que sofreu com os levantes de 2011 e vários ataques terroristas.

Em abril, houve um ataque mortal perto do mosteiro, reivindicado pelo grupo terrorista “Estado Islâmico”.

Fonte: DW | Carta Capital

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Secretaria de Cultura de Minas Gerais publica edital de criação de bibliotecas públicas municipais

O Edital Criação de Bibliotecas Públicas Municipais contemplará a seleção de 3 (três) propostas de apoio à criação de bibliotecas públicas municipais. O edital é destinado às prefeituras com interesse em criar bibliotecas públicas.

Terão prioridade os municípios que não possuem uma biblioteca pública municipal. Os municípios que já possuem biblioteca pública poderão participar para criar uma sucursal, preferencialmente, em distritos ou zona rural.

O edital visa selecionar propostas encaminhadas pelos representantes legais do Poder Público Municipal, voltadas à instalação de bibliotecas públicas nos municípios mineiros, com vistas ao fortalecimento, o estímulo e o fomento à leitura em Minas Gerais, e ampliação do acesso à cultura letrada da população em geral.

Para saber mais, acesse aqui.

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Bibliotecas comunitárias promovem a literatura como direito humano

Com mais de 110 bibliotecas espalhadas pelo Brasil, a Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC) forma leitores e promove o acesso à cultura literária e ao livro nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste do país. Criada em 2015, a Rede tem o apoio financeiro e institucional do Programa Prazer em Ler do Instituto C&A.

As ações da RNBC e do Programa Prazer em Ler foram reconhecidas na 2° edição do Prêmio IPL – Retratos do Brasil 2017, do Instituto Pró-Livro, ao vencer na categoria de bibliotecas. “Esse foi um ano de muitas ações. Organizamos três encontros nacionais: em São Luís, no Pará e em Recife em São Luís, Belém e Recife. Além disso, as bibliotecas da Rede realizaram seminários e ações voltadas para políticas públicas do livro e da leitura em seus municípios. Findar o ano com esse prêmio nos fortalece e evidencia o belíssimo trabalho das bibliotecas comunitárias do Brasil: de resistência, força e união”, afirmou Rodrigo Pita, integrante do Conselho Gestor da RNBC.

Desde a sua formação, a Rede Nacional tem como objetivos influenciar políticas públicas com orçamento para as bibliotecas comunitárias, promover o livro e a literatura como um direito humano. “Seguimos potencializando as bibliotecas na luta pela democratização do livro e da cultura literária no país e para a manutenção de nossos espaços. Em 2018, a RNBC está engajada para agregar mais bibliotecas, dialogar com outros atores na área do livro e da leitura, ocupando cada vez mais as plenárias das câmaras e os espaços públicos, as ruas e as vielas na resistência pelas bibliotecas e para a promoção da leitura no país” afirmou Rodrigo.

Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias,que está presente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Maranhão, Bahia, Rio Grande do Sul e Pará.

Fonte: Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias

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25 anos depois

Turma de Biblioteconomia formada pela UFMG se reencontra

Quatro anos intensos de convivência na faculdade. Tempo de muito estudo, aprendizado e formação de amizades levadas para toda a vida. Há 25 anos, uma turma concluiu o curso de Biblioteconomia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e cada um seguiu seu rumo profissional. No dia 11 de novembro deste ano, um grupo de ex-alunas decidiu se reunir para relembrar os velhos tempos.

Bibliotecárias se reencontram após 25 anos (Foto: Arquivo pessoal)

Para a bibliotecária Márcia Rocha de Aguiar (CRB-6 /1671), o reencontro foi ótimo. “Além da alegria de rever as colegas, fiquei hiper feliz de poder ver o quanto valeu a pena termos estudado. Cada uma, de maneira diferente, trilhou um caminho que nos levou a melhorar nossas vidas. Fiquei muito emocionada e orgulhosa de ver o tanto que a nossa turma conseguiu conquistar.”

Veja o que cada uma das participantes do encontro está fazendo hoje em dia:

– Cirlene da Silva Paixão (CRB-6/1806): Pós-graduada pela Strathclyde University (Escócia), já trabalhou como bibliotecária na FUMEC, TV Alterosa e UNI-BH. Passou pela Library of Congress, onde auxiliou diversos pesquisadores brasileiros, entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e a ex-primeira dama brasileira Ruth Cardoso. Atualmente é bibliotecária na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

– Débora Elisa Marinho de Oliveira (CRB-6/1928): Também se graduou em Direito. Foi bibliotecária por 14 anos na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Hoje é diretora geral da Faculdade Pitágoras, unidade Divinópolis.

– Jaqueline de Freitas Veloso (CRB-6/1652): Curadora de Atividades Culturais na Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade, em Itabira, desde 2000.

– Júnia de Pinho Mourão Meira (CRB-6/1527): Pós-graduada em Gestão de Arquivos e Documentos, trabalha no Sistema Faemg – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais.

– Lília Virginia Martins Santos (CRB-6/1776): Mestre em Ciência da Informação pela UFMG. Foi coordenadora do Programa de Bibliotecas da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte e atua há 20 anos nas bibliotecas escolares do município. Vencedora do I Prêmio Da Vinci Huis/IASL em 2010. Finalista do Prêmio Bom Exemplo (Rede Globo/Fiemg) e da Medalha Professora Etelvina Lima, do CRB-6.

– Ludmila Pereira Araújo Laguardia (CRB-6/1625): Pós-graduada em Pedagogia Empresarial e Gestão Estratégica da Informação. Atua no SEBRAE/MG desde 1995 e atualmente é responsável pela Biblioteca Digital da instituição.

– Márcia Rocha de Aguiar (CRB-6/1671): Pós-graduada em Tecnologia e Gestão da Informação pela UFRJ/CENAPE desde 2003. Trabalha na Caixa Econômica Federal desde 1989, mas atualmente está cedida para o Ministério dos Direitos Humanos.

– Maria Carmen Castello Branco Rena (CRB-6/1710): Pós-graduada em Educação e Relações Étnico-Raciais pela UFMG. Há 20 anos trabalha como bibliotecária na Escola Municipal Luiz Gatti, em Belo Horizonte.

– Marilda Martins Coelho: Pós-graduada em Gestão de Negócios e Inteligência Competitiva e mestre em Gestão de Documentos de Arquivos, ambos pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Bibliotecária da Petrobrás Transporte S.A., atua como Consultora em Gestão de Documentos na companhia.

– Marília Resende: Professora do Colégio Pitágoras. Em 2002, foi coordenadora da biblioteca infantil da instituição de ensino, além de ser responsável pela feira de livros durante oito anos.

– Mariza Martins Coelho (CRB-6/1637): Atua como bibliotecária no Sistema Fiemg, na Escola Senai Américo Renê Giannetti. Coordenou a Comissão de Fiscalização do Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) na 16ª gestão e, atualmente, é a presidente da entidade.

– Sindier Antônia Alves (CRB-6/1542): Desde 1996, é bibliotecária da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich) da UFMG. Coordenou a Comissão de Bibliotecas Escolares na 16º e 17º gestões do CRB-6. É mestre em Estudos de Linguagem pelo CEFET-MG e doutoranda em Ciências da Educação pela Universidade do Minho, em Portugal.

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Concursos abertos para bibliotecários

Novas vagas são para o Rio Grande do Sul

Prepare-se: mais dois concursos possuem vagas disponíveis para bibliotecários e estão com inscrições abertas até o início de 2018.

O Conselho Regional de Biblioteconomia 10ª Região (CRB-10), que abrange o estado do Rio Grande do Sul, lançou edital para uma vaga de bibliotecário fiscal e para o preenchimento de cadastro de reserva para auxiliar administrativo. De acordo com o edital, é exigido ensino médio completo para o cargo de auxiliar e de nível superior para fiscal. Os salários serão de R$ 1.500,00 e R$ 2.657,61, respectivamente, mais benefícios como vale refeição, no valor de R$ 20,00 por dia trabalhado, além de assistência médica e vale transporte. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de janeiro, pelo site da Quadrix.

O segundo concurso será realizado pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), com a formação de um cadastro de reserva para o cargo de bibliotecário/documentalista. As inscrições serão feitas pelo site da FAURGS, com início previsto para 21 de janeiro de 2018 e término em 19 de fevereiro. A taxa é de R$ 120,00 e a remuneração inicial oferecida é de R$ 4.180,66. Veja mais informações no edital completo.

Oportunidade na Bahia

As inscrições para o concurso promovido para cadastro de reserva da Câmara Municipal de Salvador continuam abertas até 10 de janeiro. A vaga é destinada a profissionais das áreas de Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia ou História. Confira os detalhes aqui.

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Professora da UFES é campeã brasileira de Remo Master 2017

Ana Cláudia Borges Campos, professora do Departamento de Biblioteconomia da UFES (Foto: Harley Sebastião)

Ana Cláudia Borges Campos, professora do Departamento de Biblioteconomia da UFES (Foto: Harley Sebastião)

A professora do Departamento de Biblioteconomia da UFES, Ana Cláudia Borges Campos, ficou em primeiro lugar no Campeonato Brasileiro de Remo Master 2017, na categoria 8+ Feminino B, onde remam 8 competidoras com apenas um remo para cada atleta. A competição foi realizada na Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo, em novembro. Além desta categoria, a professora também alcançou a segunda e terceira colocações em outras seis provas (veja resultados abaixo).

Professora efetiva do curso de Biblioteconomia, Ana Cláudia faz parte da equipe master do Clube de Natação e Regatas Alvares e compete desde 2010. Ela destaca a importância do esporte para a vida profissional: “Comecei no remo em 1991. Foram algumas idas e vindas, até que em 2010 comecei a competir e nunca mais parei. O remo é fundamental na minha vida. Ele me ajuda a estar centrada, a ter disciplina e estar mais relaxada para as atividades acadêmicas, que são muito intensas”, disse ela. Atualmente, além da docência, ela participa do projeto de extensão InformAção e Cultura com pesquisas relacionadas à gestão da informação para desenvolvimento de competências em informação (profissionais e usuários).

No remo, Ana Cláudia já disputou diversos campeonatos locais, brasileiros, sul-americanos e mundial, tendo sido campeã brasileira e sul-americana em 2015. “Em 2018, pretendo participar do campeonato sul-americano, no Chile, e do campeonato mundial em Sarasota, na Flórida. Mas para isso sempre esbarramos com a questão do patrocínio, pois os custos geralmente ficam por conta do próprio atleta”, explicou Ana Cláudia.

O Campeonato Brasileiro de Remo Master 2017 foi promovido pela Federação Paulista de Remo com o apoio da Confederação Brasileira de Remo (CBR) e teve a participação de 451 atletas de 33 clubes brasileiros.

Veja as classificações da professora em outras seis provas:

1X (single skiff) feminino B – 2º lugar

2X (double skiff) Misto (homem e mulher) E – 3º lugar

2X (double skiff) Misto C – 2º lugar

2X (double skiff) feminino D – 3º lugar

8+ (oito com) Misto B – 2º lugar

2X (double skiff) feminino C – 3º lugar

Fonte: UFES | Texto: Hélio Marchioni | Edição: Ana Paula Vieira | Foto: Harley Sebastião

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Biblioteconomia a distância

Possibilidade de formação abre portas para novos profissionais

Quem reside em Minas Gerais ou no Espírito Santo possui três opções de cursos presenciais de Biblioteconomia: os oferecidos pelas universidades federais de Minas Gerais (UFMG) e do Espírito Santo (Ufes) e pelo Centro Universitário de Formiga (UNIFOR-MG). Para quem não mora nessas capitais ou no município do interior mineiro ou ainda não pode arcar com os custos de uma eventual mudança, os cursos a distância são uma opção viável.

(Foto: Klimkin | Creative Commons)

Segundo o Ministério da Educação (MEC), existem três cursos superiores de Biblioteconomia na modalidade a distância que possuem polos nos dois estados em que o Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) atua.

Na Universidade Salgado de Oliveira (Universo), o curso tem como objetivo formar profissionais capazes de atuar junto a instituições e serviços que demandem intervenções de natureza e alcance variados, como bibliotecas, centros de documentação e órgãos de gestão do patrimônio cultural. Há polos instalados em Cachoeiro de Itapemirim (ES) e nas cidades mineiras de Belo Horizonte, Juiz de Fora, Pompéu, Três Marias e Uberlândia. A graduação tem duração de quatro anos – são ao todo 2.655 horas de aula. O investimento é de R$ 275,00 mensais e as inscrições para as turmas que iniciarão o curso em 2018 já estão abertas.

Outro que também oferece a graduação a distância em Biblioteconomia é o Centro Universitário Claretiano. O curso pretende desenvolver habilidades em gestão da informação, fundamentos da educação, pesquisa e automação e informatização para formar profissionais cada vez mais capacitados A duração é de três anos e a mensalidade varia de acordo com a cidade polo em que serão realizados os estudos. No Espírito Santo, as cidades são Vitória e Linhares. Já em Minas Gerais são Belo Horizonte, Diamantina, Governador Valadares, Ipatinga, Passos, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Uberaba e Uberlândia. As inscrições para o próximo período letivo também estão abertas.

A terceira instituição é a Sociedade Educacional Leonardo da Vinci, com polos em Domingos Martins, Fundão, Linhares e Serra, no Espírito Santo; e Araçuaí, Belo Horizonte, Berilo, Curvelo, Ipatinga, Janaúba, Januária, Minas Novas, Montes Claros, Nova Serrana, Paracatu, Patrocínio, Salinas e Sete Lagoas, em Minas. O curso é realizado em três anos e meio, com carga horária de 400 horas. Para mais informações, consulte o edital do vestibular 2018.

A presidente do CRB-6, Mariza Coelho (CRB-6/1637), afirma que o Conselho apoia e acompanha de perto todas essas iniciativas. “Os cursos a distância são essenciais para garantir que haja bibliotecários em todas as cidades. Muitas vezes, existem vagas disponíveis, mas não há profissionais na região. Com esses cursos, os alunos podem fazer as disciplinas no seu próprio município ou na sua região e, depois de formados, continuar por lá.”

Ou seja, se você conhece alguém que deseja ingressar na profissão, apresente essa possibilidade de formação. Tão válida quanto a presencial, é uma forma de começar uma nova carreira sem precisar sair de casa.

Ensino a distância em pauta

Na revista CRB-6 Informa de 2014, fizemos uma matéria especial sobre os mitos e verdades sobre essa modalidade de estudo. Veja o texto na íntegra aqui.

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Aos 9 anos, capixaba lança livro que conta a própria história

Nina se lançou em uma aventura com as palavras e já produz um segundo livro

Nina Frainer Francisco: aos 9 anos, capixaba lança livro que conta a própria história (Foto: Arquivo pessoal/Gazeta Online)

Nina Frainer Francisco: aos 9 anos, capixaba lança livro que conta a própria história (Foto: Arquivo pessoal/Gazeta Online)

Nina Frainer Francisco começou a sentar aos três meses, andou aos seis e aos cinco anos já lia e tocava sanfona. Agora, aos nove, ela acaba de lançar o primeiro livro: “A Menina da Sanfona Azul”. A trama conta a história da própria capixaba e também traz um sonho que ela tem. Há cerca de um ano a obra começou a ser produzida, quando a família ainda morava na Serra, no Espírito Santo.

“Agora, com esse turbilhão de coisas acontecendo na vida da Nina, nós nos mudamos para São Paulo”, conta o pai, o músico Nino Brown, de 39 anos. Ele detalha que a filha já participou três vezes do “Encontro com Fátima Bernardes”, programa da TV Globo, e também foi convidada para ser integrante de um programa de humor com Eduardo Sterblitch no Multishow.

Nino comenta que o livro era um sonho da menina, que tem uma criatividade acima da média. “Muita gente duvida até da capacidade dela, mas o que a gente faz é dar ouvido às crianças. Nós somos músicos, então estamos o tempo todo criando, e a criança tem muito a dizer. E a gente consegue estimular isso nela”, comemora.

O músico afirma que a menina consegue ainda conciliar a arte de escrever com os estudos regulares e ainda faz pulseiras para vender. “Em 2016 ela quis concorrer como Miss Espírito Santo. Todo o custo do concurso foi arcado por ela com o dinheiro que ela conseguiu vendendo pulseiras de crochê e de miçanga – que ela mesma faz”, garante. “Ela quis participar porque ela já havia trilhado o caminho até o concurso internacional, em Orlando, para conhecer a Disney”, revela, mostrando como a menina planeja o que quer fazer.

De acordo com o pai, a própria sanfona a auxilia nos estudos. Isso porque, segundo ele, se trata de um instrumento complexo de ser tocado, o que a ajudou a ter um raciocínio bom nas disciplinas. “Nina está sempre entre as melhores da turma. Nós recebemos o boletim final dela há pouco e vimos que a pior média dela foi 7,2”, aponta.

Nina Frainer Francisco (Foto: Arquivo pessoal/Gazeta Online)

Consciente

Nino relembra um episódio que aconteceu neste ano e deixou os pais da capixaba felizes. Ele diz que a menina faz aniversário um dia depois do Dia das Crianças, em 13 de outubro. “Isso faz com que ela acabe ganhando sempre dois presentes. Só que neste ano nós não estávamos em condições e ela acabou ficando sem as lembranças”, lamenta.

No entanto, de volta à escola, a professora pediu que os alunos fizessem um texto contando como havia sido o Dia das Crianças de cada um. Nina escreveu, contando que não havia ganhado nada naquele momento, mas disse que tinha certeza que no futuro seria recompensada e que o que importava era ela ter passado a data ao lado da família.

Novo livro

A menina já está com um novo livro à vista. Ela pretende lançar “O Monstro é Você” até o fim do primeiro semestre de 2018. Na nova obra, Nina conta a história de um monstro que começa a frequentar a escola e é rejeitado pelos colegas de turma – porque é um monstro -, mas conhece uma monstra que é cadeirante e os dois se tornam amigos.

Além da amizade, os monstrinhos descobrem algo em comum: eles gostam de ler. A partir disso, se programam, começam a produzir livros e ficam famosos. Depois, todos os colegas da escola querem se aproximar e percebem que apesar de assustadores os dois são legais e são lindos “por dentro”.

“Ela quis passar a mensagem de que não dá para julgar pela aparência. E ela mesma é quem decide esses recadinhos, como ela mesma chama”, diz o pai.

Livrarias e fora do país

Além dos elogios brasileiros, Nina está arrancando a admiração do público português. O pai da capixaba conta que há pedidos do livro até em Portugal e agora a família está tentando descobrir como eles podem disponibilizar as obras em livrarias. “Nós nunca fizemos parte desse mundo (literário). Estamos aprendendo”, brinca.

Por outro lado, ainda neste ano a menina vai fazer lançamento do livro no China Park, em Domingos Martins, região Serrana do Espírito Santo, no Shopping Jardins, em Jardim da Penha, em Vitória, na praça de Itaúnas e em Caraíva, na Bahia.

Fonte: Gazeta Online

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Curador do Prêmio Jabuti desrespeita bibliotecários

Discurso foi proferido na cerimônia de abertura de entrega da premiação

Durante a cerimônia de entrega do 59º Prêmio Jabuti, no dia 30 de novembro, o curador Luiz Armando Bagolin se referiu de forma desabonadora aos profissionais da área de Biblioteconomia e mostrou desconhecimento e desprezo pela atividade. Ao se referir às bibliotecas, ele disse que “a maioria delas são infelizmente apenas depósitos de livros guardados sob a suspeição antipática de bibliotecários e arquivistas mal-humorados”. Confira o discurso na íntegra aqui.

(Imagem: Divulgação)

O Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região (CRB-8), em nome dos 14 conselhos de biblioteconomia brasileiros, enviou uma carta de repúdio à direção do Prêmio Jabuti “pela fala ofensiva e preconceituosa para com os profissionais da informação cuja função maior é a de preservar e divulgar a cultura no país.”

A carta destaca que essa não é a postura esperada de um professor universitário, curador de um prêmio tão importante para o país e que, inclusive, já passou pela direção da Biblioteca Mário de Andrade. “Tratar com tal desdém os profissionais que trabalham para organizar, conservar e difundir os acervos bibliográficos e documentais do país durante a entrega de um dos prêmios mais importantes para a literatura brasileira, apenas expõe o olhar deturpado do orador, que ainda prende-se a uma imagem caricata do Bibliotecário.”

Posicionamento da organização

A Câmara Brasileira do Livro respondeu ao ofício enviado pelo CRB-8, manifestando compreensão com relação ao posicionamento apresentado. Sobre as declarações do curador, esclareceram que se trata de uma opinião pessoal, realizada dentro do direito de manifestação pública. “Frisamos que tal posicionamento não reflete o pensamento de nossa organização, que reconhece e valoriza o trabalho dos bibliotecários e arquivistas e atua de forma permanente a defesa das bibliotecas.”

Clique aqui para ler a resposta na íntegra.

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