Biblioteca pública de Igarapé (MG) realiza oficina de desenhos

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Ciência vive uma epidemia de estudos inúteis

Cientistas dos EUA, Reino Unido e Holanda denunciam que a pesquisa está perdendo parte de sua credibilidade

Um dos campos em que foram detectadas deficiências é a neurociência (Foto: Universidade de Wisconsin-Madison)

Um dos campos em que foram detectadas deficiências é a neurociência (Foto: Universidade de Wisconsin-Madison)

Há séculos, não bastava a Newton e Galileu realizarem descobrimentos capazes de mudar a história. Deveriam também repetir suas experiências diante de todos os seus colegas, e esses, por sua vez, as repetiam por sua conta antes de ficarem completamente convencidos. Esse princípio de reprodutibilidade foi fundamental para o avanço da ciência desde então. Na atualidade, essa garantia essencial está se perdendo, e coloca em dúvida a validade de muitos estudos em quase todas as disciplinas.

Um grupo de pesquisadores dos EUA, Reino Unido e Holanda assinou na quarta-feira um manifesto para que a ciência recupere parte dessa credibilidade e confiabilidade perdidas. O principal autor do documento é o médico e pesquisador da Universidade Stanford (EUA) John Ioannidis. Há anos, ele é um dos pioneiros da chamada “metaciência”, uma disciplina que analisa o trabalho de outros cientistas e comprova se estão respeitando as regras fundamentais que definem a boa ciência.

Segundo uma análise, ressalta o manifesto, 85% dos esforços dedicados à pesquisa biomédica “acabam sendo desperdiçados”. “São estudos que nunca chegam a ser aplicados na clínica ou são feitos de uma forma negativa, e também muitos outros que são abandonados em etapas muito iniciais”, explica Ioannidis. “Na maior parte das vezes as experiências não são bem projetadas”, denuncia o pesquisador. “Por exemplo, somente entre 10% e 20% de todos os estudos com animais são aleatorizados para se evitar as distorções” inconscientes dos cientistas, ressalta. No caso dos testes clínicos com pacientes, “somente 5% seguem todos os passos corretamente”, denuncia. O problema afeta “quase todas as disciplinas da ciência”, afirma.

Estudos invalidados

Em 2013, o médico de Stanford publicou um estudo que afirmava que até 95% podem ser falácias sem comprovação. Outra revisão recente invalidou milhares de estudos de neurociência baseados em uma técnica de ressonância magnética. De acordo com os pesquisadores, não são só os cientistas os responsáveis, mas também as universidades, as poderosas revistas científicas que publicam os estudos, as agências financiadoras e o restante dos atores do sistema, afirma.

Uma pesquisa recente publicada pelaNature revelou que 90% dos cientistas reconhecem que existe uma crise de reprodutibilidade na ciência. Isso se deve em parte porque a forma de se produzir conhecimento na atualidade mudou tanto que seria quase irreconhecível para os grandes gênios dos séculos passados. “Antes se analisavam os dados em estado bruto, os autores iam às Academias reproduzir suas experiências diante de todos, mas agora isso se perdeu porque os estudos são baseados em seis milhões de folhas de dados brutos”, diz Ioannidis. Uma de suas análises demonstrou que a maioria dos estudos não fornece acesso aos dados brutos nos quais as conclusões se basearam. No final, os cientistas “acreditam no que veem, mas não existe uma forma de comprovar que está certo, e além disso não podemos usar esses dados posteriormente porque se perderam”, ressalta. Essa falta de transparência é um “dos maiores desafios” enfrentados pela ciência, afirma o médico.

O manifesto também denuncia que só são publicados estudos com dados novos, significativos estatisticamente e que apoiam uma teoria determinada. Muitos deles não trazem nada de valioso e, ainda pior, acabam sustentando com a estatística interpretações preconcebidas que não são certas. “Isso, lamentavelmente, não é descoberta científica, mas autoengano”, e pode multiplicar a quantidade de “falsos positivos”, diz o texto.

O Manifesto por uma Ciência Reproduzível, publicado na quarta-feira em formato aberto na Nature Human Behaviour, propõe uma série de medidas para evitar práticas ruins em todas as fases de uma pesquisa. Publicar os dados brutos e os estudos com resultados negativos é um dos passos mais importantes, afirma Ioannidis. Em geral, o método científico continua funcionando e a questão é “voltar aos seus princípios básicos”, explica.

Conhecimentos “simplistas”

“Ou detemos essa perda na reprodutibilidade dos resultados científicos ou perderemos todo o prestígio e a credibilidade que, por enquanto, a classe científica parece ter acumulado”, alerta Lluis Montoliu, pesquisador do Centro Nacional de Biotecnologia (CNB), envolvido em iniciativas para a promoção da integridade científica. “Esse é um assunto muito importante”, diz, “deveria ser obrigatório para todos os estudantes de doutorado”.

Juan Lerma, pesquisador do Instituto de Neurociências de Alicante, reconhece que muitos cientistas têm um conhecimento estatístico “simplista”. “Eu sou editor da revista Neuroscience, recebo 2.000 estudos por ano, e vejo uma deficiência geral em como trabalham com os dados estatísticos”, afirma. Lerma aponta outra causa da crise atual. “São publicados muitos estudos e muito depressa”, diz. “Não existe uma reflexão geral sobre o excesso de publicação e as pressões para se fazer estudos, as universidades medem os resultados por peso, e isso é um erro”, ressalta.

Lerma reconhece que o problema para se reproduzir estudos é “generalizado”, mesmo que isso não queira dizer que os trabalhos são ruins. Sua equipe descobriu novos neurotransmissores no hipocampo, a parte do cérebro que controla a memória, mas se passaram cinco anos antes de outra equipe conseguir identificá-los por sua conta, confirmando a descoberta, explica. “O problema é que muitos dos resultados atuais requerem técnicas muito complexas” que pouquíssimos aprendem a dominar.

Parte da culpa, acredita Montoliu, é das revistas. “Não podemos esquecer o papel cúmplice de determinados grupos editoriais, frequentemente de revistas de calibre, que preferem publicar resultados inesperados, inovadores, espetaculares, que geram muito barulho e impacto, antes de assegurarem-se e verificar sistematicamente a confiabilidade dos mesmos”, explica. Algumas instituições na Espanha já estão tomando medidas para aplacar a crise mencionada pelos assinantes do manifesto, explica Montoliu. Por exemplo, foram contratados profissionais de estatística para os comitês de ética do CNB e do próprio CSIC, o maior órgão de pesquisa pública do pais, afirma.

Fonte: El País | Nuño Domínguez

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Prefeitura de Belo Horizonte convida para oficina: O que faz de um livro um produto infantil

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura, convida para a oficina:

O que faz de um livro um produto infantil, com Fabíola Farias.

A partir de uma reflexão inicial sobre distintas concepções de infância, os participantes serão convidados a analisar os elementos – texto, ilustrações, projeto gráfico, formato, materiais – que fazem com que um livro seja destinado a crianças, recebendo o rótulo de “infantil”.

A oficina será dia 22 de junho, quinta-feira, às 14h30

Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte
Centro de Referência da Juventude
Praça da Estação, sem número – Centro
Belo Horizonte – Minas Gerais
Telefone: (31)3277-8658 | 3277-8769
E-mail: bpij.fmc@pbh.gov.br
Site: www.bhfazcultura.pbh.gov.br​

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Memorial Minas Gerais Vale divulga programação

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Seminário Paulus de Educação 2017

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Livraria de BH promove feira de livros com até 80% de desconto

Os fãs de literatura já podem marcar na agenda: até o dia 31 de julho, a livraria Leitura do Shopping Cidade promove a sexta edição da Mega Feira de Livros, que conta com mais de 20 mil volumes e descontos de até 80%.

Mega Feira de Livros acontece na Leitura do Shopping Cidade (Foto: Reprodução/EBC)

Mega Feira de Livros acontece na Leitura do Shopping Cidade (Foto: Reprodução/EBC)

Os visitantes vão encontrar livros dos mais variados gêneros: romances da literatura brasileira, literatura estrangeira, auto-ajuda, infantis, religiosos e muito mais.

A Feira acontece desde 2012 e é uma excelente oportunidade para adquirir livros a preços acessíveis. O Shopping Cidade fica localizado na rua dos Tupis, 337, no Centro e funciona de 9h às 22h de segunda a sábado e aos domingos das 10h às 16h.

Serviço

Mega Feira de Livros – Leitura Shopping Cidade

Onde? Shopping Cidade – Rua dos Tupis, 337, Centro

Quando? Até 31 de julho. De segunda a sábado, de 9h às 22h; aos domingos, de 10h às 16h.

Quanto? Gratuito para entrar

Fonte: BHAZ

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I Seminário de Softwares Livres Para Gestão de Informação e Conhecimento

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Frete para envio de livros pode ficar mais caro

O envio de certos livros agora fica mais caro. Os Correios resolveram limitar a modalidade de envio “impresso normal”, voltada justamente para o despacho mais barato de livros. Nessa modalidade, uma tabela permite variação de preço a cada faixa de peso, até um peso máximo, sem considerar a distância.

O limite antes era de 20 kg, e agora passa a ser de somente 2 kg. Em 2016, os Correios já haviam tentado limitar a modalidade de envio -à época, a ideia era diminuir o peso permitido de 20 kg para 500 g, mas a empresa acabou recuando.

A medida deve afetar o envio de livros técnicos, como obras de medicina e direito, que costumam ultrapassar o peso agora permitido. Os livreiros menores e sebos em locais longe do eixo Rio-São Paulo também devem sentir mais os efeitos da mudança.

Para ter uma ideia, 67% das compras feitas na Estante Virtual são feitas fora do Rio e de São Paulo.

“Há livreiros distantes que sobrevivem com as vendas on-line. Agora, com a alteração, fica difícil eles concorrerem com o grande e-commerce”, diz Richard Svartman, CEO da Estante Virtual.

Menino e elefante no livro 'As Aventuras de Tommy' (ed. Piu), escrito e ilustrado por H.G. Wells (Foto: Divulgação)

Menino e elefante no livro ‘As Aventuras de Tommy’ (ed. Piu), escrito e ilustrado por H.G. Wells (Foto: Divulgação)

Bolapé

O historiador Luiz Antonio Simas, convidado da Flip, lança pela Mórula em julho “Ode a Mauro Shampoo e Outras Histórias da Várzea”, livro de crônicas sobre futebol, como foco em anedotas curiosas e times pequenos (como o Colo-Colo, o Alecrim e os Calouros do Ar).

Bolapé 2

O título, aliás, é uma homenagem a Mauro Shampoo, que foi centroavante do Íbis Sport Club por dez anos e só fez um gol. Hoje, o atleta é cabeleireiro no Recife.

Números

Com inscrições encerradas, o Prêmio São Paulo de Literatura teve 193 obras habilitadas para a disputa, com autores de 22 Estados brasileiros e alguns residentes no exterior.

De volta

Depois de existir por breves três edições e ser suspenso por dois anos, o Prêmio Paraná de Literatura vai voltar. As inscrições serão abertas dia 21/6, pelo site bpp.pr.gov.br.

De volta 2

A volta do troféu coincide com os 160 anos da Biblioteca Pública do Paraná. Podem ser inscritos livros inéditos nos gêneros romance, contos e poesia -e os vencedores de cada categoria receberão R$ 30 mil.

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Quem ganhar terá seu livro publicado pelo selo da biblioteca, com tiragem de mil exemplares. O ganhador também receberá cem cópias do seu livro. Depois, o autor fica livre para negociar sua obra com editoras.

Fonte: Folha de S. Paulo

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Câmara aprova desconto de 20% em livros para professores

Redação final de projeto que traz o benefício foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em caráter conclusivo, e segue para a análise do Senado.

Câmara aprova desconto de 20% em livros para professores  (Foto: Reprodução/Ifaace.nl)

Câmara aprova desconto de 20% em livros para professores (Foto: Reprodução/Ifaace.nl)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou na manhã desta quarta-feira (7) a redação final de um projeto que concede desconto de 20% na compra de livros por professores e outros profissionais da educação.

Por ter caráter conclusivo, o texto não precisará passar pelo plenário principal da Casa e seguirá direto para a análise do Senado. O projeto foi aprovado pelos membros do colegiado em votação simbólica.

Pela proposta, será concedido 20% de desconto em livros, periódicos e materiais didáticos vinculados à área de atuação do profissional. Para isso, será necessária a apresentação de carteira de trabalho ou de carteira funcional emitida por órgão público. A regra valerá para profissionais do ensino público e privado.

O texto não estabelece nenhum tipo de compensação ao lojista ou à editora pelo desconto concedido. Desse modo, o vendedor do livro será obrigado a conceder o desconto, sem nenhuma contrapartida.

“A ideia é essa. Forçar uma baixa no valor do material para estudo, com a finalidade de que os professores possam se qualificar”, explicou o autor da proposta, Marcos Abrão (PPS-GO).

Questionado sobre a possibilidade de que o valor médio dos livros seja elevado para compensar o desconto dado aos professores, o deputado disse que “não tem essa relação”. Para ele, também será preciso manter fiscalização para que não haja desconto artificial.

“O que a gente pode fazer é fiscalizar. Tem como saber se o preço foi aumentado para depois dar desconto e cumprir a lei”, afirmou.

Fonte: G1 | Bernardo Caram

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Dez faculdades do ES entram na lista do MEC como as piores do Brasil

Os cursos que recebem notas 1 ou 2 são considerados ruins, e o mau desempenho pode gerar punições a instituição de ensino

Dez faculdades do ES entram na lista do MEC como as piores do Brasil (Foto: Reprodução)

Dez faculdades do ES entram na lista do MEC como as piores do Brasil (Foto: Reprodução)

Dez instituições de ensino superior do Espírito Santo foram avaliadas como insatisfatórias pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da Educação (MEC). O levantamento, feito em 2015, teve os resultados divulgados no começo desse mês. Das 2.109 instituições do Brasil avaliadas, 313 – sendo 10 capixabas – tiveram pelo menos um curso considerado de má qualidade.

Veja aqui a lista completa das instituições de ensino

A qualidade do ensino superior no Brasil é calculada com base no Índice Geral de Cursos (IGC), com notas que vão de 1 a 5. Os cursos que recebem notas 1 ou 2 são considerados ruins, e o mau desempenho pode gerar punições a instituição de ensino. Uma das penalidades, por exemplo, pode ser a proibição de novos vestibulares até que medidas para a melhora de desempenho sejam postas em prática.

O IGC leva em consideração quesitos como nota no Enade, corpo docente, infraestrutura e recursos didático-pedagógicos. A avaliação divulgada esse mês, referente a dados coletados em 2015, foi feita nos seguintes cursos: administração, administração pública, ciências contábeis, ciências econômicas, design, direito, jornalismo, psicologia, publicidade e propaganda, relações internacionais, secretariado executivo, tecnologia em comércio exterior,tecnologia em design de interiores, tecnologia em design de moda, tecnologia em design gráfico, tecnologia em gastronomia, tecnologia em gestão comercial, tecnologia em gestão de qualidade, tecnologia em gestão de recursos humanos, tecnologia em gestão financeira, tecnologia em gestão pública, tecnologia em logística, tecnologia em marketing, tecnologia em processos gerenciais, teologia e turismo.

Faculdades capixabas com mau desempenho:

1 – FACULDADE CANDIDO MENDES DE VITÓRIA – Nota 1

2 – FACULDADE DE CIÊNCIA E EDUCAÇÃO DO CAPARAÓ – FACEC – Nota 2

3 – FACULDADE DE CARIACICA – Nota 2

4 – FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS DE VIANA – FESAV – Nota 2

5 – FACULDADE DE EDUCAÇÃO – ISECUB – Nota 2

6 – INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR BLAURO CARDOSO DE MATTOS – FASERRA – Nota 2

7 – INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO ATENEU – ISEAT – Nota 2

8 – FACULDADE DE DIREITO DE CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM – FDCI – Nota 2

9 – FACULDADE NACIONAL – FINAC – Nota 2

10 – FACULDADE DE MÚSICA DO ESPÍRITO SANTO – FAMES – Nota 2

O outro lado

A reportagem entrou em contato com todas as faculdades citadas, e aguarda posicionamento das instituições. Até as 19 horas, somente a Fames havia enviado nota. Veja na íntegra:

A Fames informa que obteve, na última avaliação realizada pelo Inep/MEC, a 42ª colocação dentre os 89 cursos de música avaliados em todo o território nacional, e a 40ª colocação na prova do ENADE. A Fames tem praticado, periodicamente, a Avaliação Institucional Interna, por meio de sua Comissão Própria de Avaliação, e os cursos têm sido bem avaliados pelos alunos, no que diz respeito aos projetos pedagógicos e não tem medido esforços para melhorar a qualidade de seu ensino de graduação e a sua infraestrutura, inclusive com o investimento de cerca de R$ 500.000,00 em obras até o fim do ano“.

Fonte: Gazeta Online

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Revista Vida Capichaba

Site rememora publicação dedicada a várias áreas de estudo

A revista Vida Capichaba acaba de ser homenageada pelo site Estação Capixaba. Lançada em abril de 1923, ela é considerada um ícone da imprensa espírito-santense. Foram cerca de 700 edições até meados dos anos 1960, quando a publicação chegou ao fim.

(Foto: Reprodução/Site Estação Capixaba)

Em suas páginas foram retratados não só os municípios do estado, mas também fatos marcantes para a história local e mundial, como obras públicas e a Segunda Guerra Mundial. A revistatambém trazia colunas culturais, textos literários, eventos sociais e muita opinião.

Outra característica marcante da Vida Capichaba eram as ilustrações, charges e fontes, adequadas à época. Nela também é possível conferir uma grande variedade de anúncios com estilos variados.

O Estação Capixaba disponibiliza alguns números oriundos do acervo de Guilherme Santos Neves. Clique aqui para conhecer um pouco da publicação.

(Foto: Reprodução/Site Estação Capixaba)

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Inaugurada em Nova York biblioteca temporária com tuítes de Trump

Programa ‘The Daily Show’ organizou exposição gratuita que acontecerá neste fim de semana para zombar do presidente.

Público visita exposição 'Donald J. Trump Presidential Twitter Library' em Nova York, nesta sexta-feira (Foto: Drew Angerer/Getty Images North America/AFP)

Público visita exposição ‘Donald J. Trump Presidential Twitter Library’ em Nova York, nesta sexta-feira (Foto: Drew Angerer/Getty Images North America/AFP)

Os tuítes de Donald Trump geram polêmica, insultam e produzem manchetes ao redor do mundo. Agora, estão expostos em uma irônica biblioteca presidencial perto do lar do presidente americano em Nova York.

O programa de televisão “The Daily Show” do canal a cabo Comedy Central, dirigido por Trevor Noah e cuja audiência disparou desde a eleição de Trump, organizou esta exposição gratuita que acontecerá neste fim de semana para zombar do presidente e fazer o público refletir.

De sexta-feira a domingo, os visitantes poderão conhecer a “Biblioteca Presidencial de Twitter Donald J. Trump”, repassar seus tuítes mais famosos e lançar algumas mensagens eles próprios a partir de um vaso sanitário dourado.

Trump “é um ótimo tuiteiro”, disse a jornalistas o comediante sul-africano Noah. “Nunca antes tivemos um presidente tão transparente e ao mesmo tempo tão opaco”.

Obra de arte baseada em palavras tuitadas por Donald Trump faz parte de exposição (Foto: Drew Angerer/Getty Images North America/AFP)

Obra de arte baseada em palavras tuitadas por Donald Trump faz parte de exposição (Foto: Drew Angerer/Getty Images North America/AFP)

Muitos americanos podem já estar se sentindo saturados com a cobertura dos tuítes de Trump, nos quais ele atacou seu predecessor Barack Obama, rivais políticos, o prefeito de Londres e comentou a vida amorosa de celebridades.

Mas a exposição busca explorar ao máximo o amor de Trump por esta rede social, que lhe permite se expressar em apenas 140 caracteres para se comunicar diretamente com seus seguidores, contornando seus porta-vozes na Casa Branca e os meios tradicionais.

O conceito da exposição é uma referência à tradição de cada presidente americano desde Franklin D. Roosevelt de inaugurar uma biblioteca após o fim do seu mandato para abrigar documentos de valor histórico sobre seu governo.

É também outro veículo para que os comediantes debochem de uma presidência que fez os índices de audiência dos programas que comentam a atualidade com humor dispararem e revigorou carreiras com a de Noah.

Tuíte que ficou famoso, no qual o presidente americano, Donald Trump, cometeu um erro de grafia (Foto: Drew Angerer/Getty Images North America/AFP)

Tuíte que ficou famoso, no qual o presidente americano, Donald Trump, cometeu um erro de grafia (Foto: Drew Angerer/Getty Images North America/AFP)

Na exposição há uma tela com o feed do Twitter de Trump que emite uma sirene quando o presidente tuíta, e grandes molduras douradas enquadrando algumas das suas mensagens mais famosas, como se fossem obras de um museu.

“Acho que as pessoas vão encontrar uma maneira de rir de forma catártica do estresse que todos nós sentimos”, diz Hasan Minhaj, correspondente do “Daily Show”.

A exposição chega em um momento em que se debate se os tuítes de Trump devem ser incluídos na Lei de Registros Presidenciais.

O representante democrata Mike Quigley apresentou nesta semana o projeto de lei COVFEFE, uma referência ao erro tipográfico mais famoso de Trump até hoje, quando o presidente tuitou misteriosamente, no mês passado, em sua conta pessoal: “Apesar da covfefe de imprensa constantemente negativa”.

“Devemos nos assegurar de que estas declarações sejam documentadas e preservadas para referências futuras. Os tuítes são poderosos, e o presidente deve ser responsabilizado por cada postagem”, disse Quigley na segunda-feira.

Fonte: Agence France Presse | G1

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