Memorial Processos de Automação: Produtividade x Qualidade

Conheça o software i10 Bibliotecas

Praxis

Quando escolhemos escrever memoriais, estávamos nostálgicas das experiências vividas nas nossas trajetórias. Este momento dá a nossa alma um fresco da juventude e o sentimento que novamente conseguiremos resolver tudo,  que tudo dará certo, minha história ainda poderá ser fantástica e brilhante. Problemas são apenas desafios.  Tudo parece um mantra de realizações.

Muitas das nossas histórias foram física e biblioteconomicamente hercúleas (utilizando de uma licença poética). E nos grandes desafios que vivemos como bibliotecários, com certeza, a AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS teve um grande papel e significado.

Os processos de automação começaram a acontecer no nosso país a partir dos anos 70, quando as grandes bibliotecas e universidades estavam inseridas nesta primeira etapa. O que tínhamos: Processos manuais deveriam ser inseridos na íntegra dentro dos sistemas que começavam a serem construídos. Profissionais idealizadores, estudiosos de processos, tentativas de se colocar a ficha catalográfica”dentro” de um sistema de computador e recuperá-las nesse formato.

À época, houve grandes perdas de dados, enormes limitações dos softwares, e muitos anos eram necessários para que as bibliotecas fossem automatizadas, num processo lento e desgastante.

Já nos anos 80, as faculdades iniciaram seus processos de automação alguns passos à frente, pois muitas experiências já tinham sido divulgadas. O acesso ao micro computador era um passo para a igualdade, mas continuávamos com grandes problemas de limitações tecnológicas dos sistemas. Desafetos entre bibliotecários e programadores se tornaram lendários e, em média, um processo de automação de uma biblioteca de 70 mil volumes durava mais de uma década.

Os problemas surgiam em pencas e a soluções eram unitárias. O material era separado esperando uma solução tecnológica de gestão ou inserção, muitos dados eram preenchidos nos campos de notas e, raramente, recuperados. Queremos ressaltar que as palavras “solução tecnológica” e “gestão” não existiam. Fazíamos primeiro tudo em planilhas – que era a cópia da tela de cadastro – e depois digitávamos, pois o termo “inserir dados” também não existia nesta época.

Lá estávamos vivendo este momento histórico e memorável. Os processos de automação das bibliotecas escolares iniciaram nos anos 90. Verdadeira loucura. E a presença de uma grande quantidade de crianças e adolescentes entrando e saindo das bibliotecas… a vida dinâmica da escola dava um movimento extra a tudo isso.

Mais passos do conhecimento do processo de automação foram dados, mas era muito perceptível que existia um grande hiato nesta história: Qualidade e Produtividade. A quantidade de exemplares do mesmo título com muitas edições e editoras diferentes se transformava em um mar de informação. Os sistemas de bibliotecas tinham funções semelhantes às de locadoras: emprestar, devolver, reservar, renovar, registrar o patrimônio…

Hoje, o passivo biblioteconômico dos acervos não informatizados torna a vida do bibliotecário um grande desafio, pois a maioria dos processos biblioteconômicos de automação e inserção de dados continuam artesanais, complexos e com baixa produtividade. A interação da gestão da biblioteca nos sistemas disponibilizados tratam os usuários com práticas pouco significativas.

Num mundo conectado, o perfil dos alunos mudou, eles se tornaram interagentes. Participam, opinam, produzem conhecimentos, trocam informações e se estabelecem em rede. Os sistemas precisam pensar a biblioteca como instrumento pedagógico. A biblioteca digital é uma realidade que veio para ficar, não estamos falando de listas de links da internet, mas sim de um repositório com informações de procedência observando os princípios éticos dos direitos autorais e do domínio público.

Preocupadas com este cenário, participamos de vários estudos e eventos e, em agosto de 2015, estivemos na Holanda, onde apresentamos o software i10 Bibliotecas durante o Annual International Conference & 17th International Forum on Research in School Librarianship realizado pela International of the Association of School Librarianship, na cidade de Maastrich.

Na oportunidade, aprendemos práticas de automação mais modernas, que transformam a disponibilização do livro para o interagente em uma prática simples e eficaz. Para o melhor controle desse processo, implantamos mecanismos internos no sistema que fazem a gestão do processo tal como ele se dá na prática, e, a partir daí, pudemos revolucionar a gestão do passivo biblioteconômico nas bibliotecas ao colocar nossos processos aderentes às metodologias de produtividade e qualidade já implantadas e testadas internacional e, agora, nacionalmente.

A produtividade e a adequação dos processos são o diferencial desta nova proposta a qual convidamos a todos que possuem acervos não automatizados a conhecer e aplicar.

Quer saber mais? Contate-nos e informatize sua biblioteca em semanas.

Seja Praxis, seja i10 Bibliotecas.

Ligue para (31) 3273-2861 ou acesse www.praxis.com.br.

This entry was posted in Artigos, matérias e entrevistas and tagged , , , , . Bookmark the permalink. Post a comment or leave a trackback: URL pra trackback.

Post a Comment

Your email is never published nor shared. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*
*