Academia Mineira de Letras é nova integrante do Circuito Liberdade

Com 107 anos de história, o espaço oferecerá uma programação gratuita e aberta ao público

A Academia Mineira de Letras (AML) passa a integrar o Circuito Cultural Praça da Liberdade como um de seus equipamentos, conforme acordo de cooperação com o Governo do Estado, via Secretaria de Estado de Cultura e Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). A localização da Academia (na rua da Bahia), o valor histórico da edificação e a riqueza de seu acervo conferem à instituição potencial para a configuração no Circuito Liberdade.  Além disso, possibilita a construção de uma programação cultural em rede, aberta ao público, nos equipamentos que já compõem o complexo cultural.

Segundo a presidente do Iepha, Michele Arroyo, o acervo da Academia se encaixa na perspectiva de ampliação do olhar sobre o Circuito Liberdade e traz ganhos de conteúdo com novos roteiros de visitação, voltados a literatura. “Com a Academia, nos aproximamos da construção de pequenos circuitos dentro do Circuito Liberdade, além de reforçar o eixo da Rua da Bahia, que tem grande valor cultural para a cidade e passou a integrar o projeto em 2015”, explicou.

Espaço oferecerá uma programação gratuita e aberta ao público (Foto: Divulgação)

Espaço oferecerá uma programação gratuita e aberta ao público (Foto: Divulgação)

A nova presidente da AML, Elisabeth Fernandes Rennó de Castro, também ressaltou os ganhos da integração institucional: “Estar no Circuito aumenta o prestígio da Academia e é um momento histórico para nós”. Para Rogério Tavares, mais recente membro da AML, “a parceria poderá aproximar ainda mais a Academia do povo e de toda a cidade”.

Academia

A Academia Mineira de Letras foi fundada na cidade de Juiz de Fora, em 1909, por um grupo de jornalistas, escritores, profissionais liberais, homens públicos e militantes ligados à literatura e à cultura. Em 1915, a sede da Academia foi transferida para a capital do Estado, Belo Horizonte. Em 1943, a instituição ganhou sede própria, instalada no sexto andar do edifício situado à rua dos Carijós, onde permaneceria até 1987, quando passou a ocupar o palacete Borges da Costa, atual sede da Academia, e cognominado Casa de Alphonsus de Guimaraens.

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