Conselhos saem em defesa da classe

O Conselho Regional de Biblioteconomia 6ª Região (CRB-6) se pronunciou sobre matéria publicada no jornal Estado de Minas, em dezembro, sobre o convite recebido pelo ex-ministro José Dirceu – condenado no processo do “mensalão” – para trabalhar como responsável pela biblioteca de um escritório de advocacia.

O presidente do CRB-6, Antônio Afonso (CRB-6/2637), afirmou ao jornal que José Dirceu comete crime de falsidade ideológica ao se candidatar ao cargo de bibliotecário, visto que não possui formação superior no curso de Biblioteconomia. “Me surpreende um escritório de advocacia cometer uma falta grave, que é favorecer um leigo para exercer uma profissão regulamentada, que exige formação mínima de um curso superior: a graduação em bacharel de Biblioteconomia”, afirmou Antônio Afonso, acrescentando que não somente o ministro, mas também o escritório estariam passíveis de multa.

A presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), Regina Celi, também se manifestou sobre o assunto, reforçando que aqueles que exercem a função sem a devida qualificação estão sujeitos a penalidades.

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É função dos conselhos profissionais de biblioteconomia estar atentos a ações como essa, que atentam contra a ética da profissão. Os bibliotecários que tiverem conhecimento de casos em Minas Gerais ou no Espírito Santo em que a profissão não esteja sendo devidamente exercida, contate-nos pelo crb6@crb6.org.br. Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

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